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Hoje, a partir das 14 horas, a Escola de Enfermagem promoverá uma mesa-redonda para discutir o ambiente e o modelo alimentar vigente e as características dos alimentos ultraprocessados. O evento, gratuito e aberto ao público, ocorrerá no auditório Lais Netto.

A atividade será moderada pela professora Milene Cristine Pessoa, do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem, e contará com a participação da jornalista Desirée Rodrigues Ruas, uma das criadoras do movimento BH e do Núcleo da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável em Minas Gerais, das nutricionistas e professoras, Larissa Loures Mendes e Paula Martins Horta, do jornalista João Peres, um dos criadores do site O Joio e O Trigo, especializado em investigações sobre alimentação, e do assistente social, Leonardo Koury Martins, membro do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (Consea-MG).

O joio no rótulo
Ainda no campus Saúde, de 18 a 21 de novembro, a exposição fotográfica O Joio no Rótulo revelará as letras miúdas ou escondidas, os ingredientes misteriosos, as tabelas de informação nutricional confusas, elementos que compõem as embalagens de alimentos ultraprocessados.

No evento, será revelada a quantidade de açúcar em vários alimentos e informações sobre alguns produtos mais vendidos no país que não estão suficientemente claras no rótulo. “As fotos de alta qualidade expõem o que um produto realmente é, sem o marketing que o envolve. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Panamericana de Saúde (OPAS) reconhecem o rótulo como uma ferramenta útil para orientar os consumidores nas melhores escolhas alimentares e, consequentemente, contribuir para conter o crescimento de doenças relacionadas à alimentação não saudável”, explica a professora Milene Pessoa.

A exposição é organizada pelo projeto de jornalismo O Joio e o Trigo, que investiga exclusivamente a alimentação e suas implicações políticas, em parceria com o Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem.

 

 

 

Ao longo do mês, a Praça de Serviços do campus Pampulha receberá seis apresentações de música e dança por meio do Circuito Cultural UFMG, projeto realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC). Duas delas são voltadas especialmente para apreciação da arte de autoria negra, e fazem parte da programação cultural do Novembro Negro UFMG, em conjunto com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). Todas as atrações são gratuitas e abertas ao público externo.

A abertura da programação cultural do Novembro Negro será na terça-feira (12), às 12h30, com o show ‘Dois Lados’, do cantor e compositor Gui Ventura. O músico, que atualmente cursa Letras na UFMG, se apresenta acompanhado de Rafael Dejero (baixo), Hugo Bizzoto (teclado ) e Edgar Siqueira (bateria). No repertório, estão canções do seu primeiro disco, o álbum ‘Dois Lados’, além de músicas inéditas que passeiam entre a MPB e a world music.

A parceria com o evento se estende no dia 20, às 12h30, com o espetáculo de dança ‘Corpo negro em cena’, da bailarina Júnia Bertolino. A atração do Quarta Doze e Trinta busca retratar os incômodos, as verdades, tristezas e alegrias que atravessam o corpo negro. Segundo a artista, que também é antropóloga e arte educadora, a montagem foi feita a partir de pesquisas sobre as corporeidades afro brasileiras e africanas presentes na literatura, no teatro, na música, e na dança.

Confira a agenda completa do Circuito Cultural UFMG no campus Pampulha:

12/11, às 12h30
Show ‘Dois Lados’ – Novembro Negro UFMG
Gui Ventura
Local: Praça de Serviços

13/11, às 12h30
Concerto da Boa Banda – Quarta Doze e Trinta
Local: Praça de Serviços

20/11, às 12h30
Espetáculo de dança ‘Corpo negro em cena’ – Quarta Doze e Trinta e Novembro Negro UFMG
Júnia Bertolino
Local: Praça de Serviços

21/11, às 17h30
Espetáculo do Núcleo de Formação em Dança do SESC – Ao Cair da Tarde
Local: Praça de Serviços

26/11, às 12h30
Concerto da Geraes Big Band
Local: Praça de Serviços

27/11, às 12h30
Apresentação da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG – Quarta Doze e Trinta
Local: Praça de Serviços

28/11, às 17h30
Show do Grupo de Percussão da Escola de Música da UFMG – Ao Cair da Tarde
Local: Praça de Serviços

 

 

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De 4 a 8 de novembro, será realizada a Semana da Comunicação UFMG 2019, evento promovido pelo Departamento de Comunicação Social (DCS) da Fafich. Com o tema Diálogos e interfaces, a programação do evento ocupará quatro prédios do campus Pampulha ao longo da semana. Além de mesas-redondas, a programação conta com oficinas e exposições que abordarão temas como a história do DCS, programação para comunicadores e colagens digitais.

A participação na Semana da Comunicação é gratuita e aberta ao público. A inscrição pode ser feita neste link.

Estudos e práticas

O objetivo do evento é promover e estimular discussões entre alunos, pesquisadores e profissionais do mercado e fomentar a troca de conhecimento sobre temas relevantes para estudos e práticas da comunicação.

A abertura oficial, às 8h30 do dia 4, acontecerá  no auditório 104 do CAD 2, seguida da mesa ‘Desafios da comunicação e da participação em tempos de crise das instituições’, que contará com a presença da deputada federal Áurea Carolina e da professora da Faculdade de Direito da UFMG Marcella Gomes.

Hildegarda e historicidades

Um dos destaques da programação é a Jornada Hildegarda de Bingen, organizada por Nísio Teixeira professor do Departamento de Comunicação Social (DCS), com participação dos professores André Miatello e Sérgio Canedo, dos departamentos de História e Música da UFMG, respectivamente.

A Jornada celebra os 840 anos de Hildegarda, monja beneditina alemã que foi compositora, escritora, poetisa e dramaturga, além de teóloga, pregadora, naturalista e médica informal. As atividades da Jornada serão realizadas na Fafich e na Escola de Música da UFMG, no campus Pampulha.

Atividades

Os outros prédios que receberão a programação da Semana são os centros de Atividades Didáticas 2 e 3. O CAD 3 abrigará o X Encontro Historicidades dos Processos Comunicacionais, evento anual da rede Historicidades, formada por grupos de pesquisa em comunicação.

O evento reúne pesquisadores dos programas de pós-graduação em Comunicação da UFMG, da UFBA, da UFRJ, da UFPI, da Uerj, da USP, da Ufop, da UFRB e em Informação, Comunicação e Saúde, da Fiocruz.

 

 

 

A reitora Sandra Regina Goulart Almeida participou nesta terça-feira, dia 29, na Câmara dos Deputados, em Brasília, de um seminário sobre o papel das universidades públicas no desenvolvimento da ciência brasileira. A reunião, organizada pelas comissões de Ciência e Tecnologia e de Educação, foi proposta pela deputada Margarida Salomão (PT-MG). “Os cortes de recursos das universidades federais, as ameaças de fechamento de algumas Ifes, as grandes mobilizações sociais em defesa da educação pública e o Programa Future-se exigem intenso diálogo por parte do parlamento, da sociedade civil e do governo federal”, defendeu a parlamentar.

Sandra Goulart Almeida compôs mesa que discutiu o financiamento das universidades federais ao lado da vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências, Helena Nader, e do professor Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás . Em sua apresentação, a reitora da UFMG lembrou que financiamento é condição essencial para o desenvolvimento da ciência e da educação e para o exercício da própria autonomia universitária.

Segundo ela, são três as fontes de financiamento das universidades: a primeira são os recursos orçamentários discricionários, que abrangem salários, aposentadorias e pensões, e os não discricionários, que compreendem recursos de custeio, capital (investimentos) e assistência estudantil. A segunda fonte de recursos são os órgãos de fomento à pesquisa, como Capes, CNPq, Finep e fundações de apoio estaduais. A terceira sustenta-se na captação de recursos próprios, por meio de convênios com órgãos públicos, de royalties de patentes e transferência de tecnologia geradas por pesquisas aplicadas e prestação de serviços. “São com essas fontes que financiamos todas as todas as atividades acadêmicas e administrativas, inclusive a assistência estudantil, que beneficia cerca de um terço do alunado da UFMG, e nossa produção de pesquisa”, destacou a reitora.

De acordo com a Sandra Goulart, a UFMG é uma das universidades brasileiras que mantêm uma dos melhores taxas de sucesso da graduação do país: 75%. Entre as universidades federais brasileiras, essa taxa é de 60% e nos EUA, de 66%. Ela destacou ainda que esse índice é alcançado com um custo médio por aluno/ano que está dentro da média brasileira.

Casos de sucesso protagonizados por países que investiram pesadamente em educação, ciência e tecnologia – Coreia, China, Canadá e Israel – e as bem-sucedidas experiências das universidades estaduais paulistas, caracterizadas por “autonomia, investimento e liberdade”, também foram destacados pela reitora em sua apresentação na Câmara dos Deputados.

Educação e menos desigualdade
Segundo demonstrou a reitora, existe uma forte correlação entre educação superior e a queda dos níveis de desigualdade. “O Brasil é o país que apresenta maior retorno salarial para quem possui ensino superior”, disse ela. No entanto, apenas 18% dos jovens de 18 a 25 anos estão matriculados nesse nível de ensino.

Sandra Goulart também apresentou um panorama que confirma a relevância das universidades públicas no país. “Cerca de 90% da produção científica brasileira é feita nas instituições públicas, 17 das melhores universidades classificadas no ranking do jornal Folha de S.Paulo são públicas e 64% das instituições públicas receberam notas 4 ou 5 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Autonomia e perspectivas
Ainda nesta terça-feira, o tema Autonomia, gestão e democracia foi debatido em mesa que reuniu a professora Maria Emília Walter, decana de pesquisa e inovação da Universidade de Brasília, o professor Roberto Salles, ex-reitor da Universidade Federal Fluminense, e o professor Luiz Antônio Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro

A programação do seminário foi encerrada nesta quarta-feira, 30, com debate sobre as Perspectivas das universidades brasileiras. A mesa reuniu o vice-presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Edward Madureira Brasil, a vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Fernanda Antônia da Fonseca Sobral, e o integrante do comitê executivo do Observatório do Conhecimento, Carlos Alberto Marques.

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