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O Departamento de Química do ICEx e a Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da UFMG realizam, nos dias 21 e 22 de outubro, o 1º Congresso Internacional de Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade. O SciBioSus 2019 foi concebido com o objetivo de lançar um olhar multidisciplinar para a íntima relação que existe entre biodiversidade e sustentabilidade e contará com três áreas temáticas: Produtos naturais bioativos e suas aplicações, Recursos naturais e desenvolvimento sustentável e A ciência e a interdisciplinaridade na América Latina.

O congresso será realizado no Centro de Atividades Didáticas 3, no campus Pampulha. É possível se inscrever para apresentação de pôsteres ou como ouvinte até o próximo dia 22. As inscrições de participação custam entre R$50 e R$100, enquanto as que contemplam participação e apresentação de um pôster ficam entre R$80 e R$100.

A programação contará com a participação de especialistas da UFMG e de outras instituições do Brasil, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai. Ao todo, haverá seis apresentações temáticas e nove mesas-redondas.

Outras informações sobre as inscrições podem ser encontradas no site: https://www.qui.ufmg.br/congressscibiosus2019/ e no evento no Facebook. Informações complementares devem ser solicitadas pelo e-mail congressoSBS2019@gmail.com.

 

 

A Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG realiza, na quarta-feira, 16 de outubro, concerto gratuito e aberto ao público na Praça de Serviços, campus Pampulha, por meio do projeto Quarta Doze e Trinta, integrante do Circuito Cultural UFMG. A atividade faz parte da programação da Semana do Conhecimento UFMG. A entrada é gratuita e aberta ao público externo. Mais informações em 3409 6411.

O concerto terá no repertório as obras Aberura Coriolano de Beethoven, Andante festivo de Sibelius e a Sinfonia 104 de Haydn. Sob regência da maestrina Iara Fricke Matte, a orquestra desenvolve algumas iniciativas de aproximação do público, como o projeto Jornada concertistas em pauta, com um concertista convidado. Mensalmente, realiza concertos gratuitos, com o intuito de difundir a arte sinfônica.

A orquestra
Fundada pelo professor Sebastião Vianna em 1972, a orquestra tem um papel fundamental como laboratório para um grande número de classes, como regência, composição, instrumentos de orquestra e até canto. Em sua composição, participam alunos de graduação, pós-graduação e servidores da UFMG.

 

 

A Diretoria de Ação Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) inaugura na próxima segunda-feira (14), às 18h, no saguão da Reitoria, a exposição “Sonho e Realidade: homenagem à Álvaro Apocalypse”. Além de uma sala especial com desenhos e pinturas do multiartista, serão exibidas obras de 16 ex-alunos que tiveram aula com Apocalypse durante a década de 70. A visitação pode ser feita até 30 de março de 2020, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A entrada é gratuita.

Conhecido por ter criado centenas de bonecos à frente do Grupo Giramundo, Álvaro foi pintor, ilustrador, gravador, desenhista, diretor de teatro, cenógrafo, museólogo e publicitário. Desde 1959, Apocalypse também foi professor da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG, onde deu aulas, entre outros alunos, para Geraldo Roberto da Silva. Foi Geraldo quem teve a ideia da exposição, após sonhar com o antigo professor. “Sonhei com Álvaro e senti que ele me passou uma incumbência, não obrigatória, mas uma sugestão agradável. Acordei com a ideia batucando na minha cabeça. E hoje, estamos aqui, aceitando e cumprindo a boa sugestão do que consegui apanhar do sonho”, conta.

Serão expostas obras de Canuta Duque, Claudia Marinuzzi,  Elizabeth Calil, Erli Fantini, Geraldo Roberto da Silva, José Alberto Nemer, Joyce Brandão, Liliane Romanelli,  Lúcia Marques (in memoriam) Márcia  Meyer Guimarães,  Maria  José  Vargas  Boaventura, Olímpia Couto,  Rosângela Ferreira, Rosana  Mendes  Campos e Thalma  de  Oliveira.  

Quem assina a curadoria são os professores da EBA, Beatriz Coelho e Fabricio Fernandino. “A homenagem se pauta em um corte histórico, perfazendo através de uma linha do tempo a evolução da obra desse mestre do desenho. É uma exposição composta por obras cedidas pelo Acervo Artístico da UFMG, pelo Acervo Apocalypse, e Teatro Giramundo, assim como coleções de particulares e da família do artista”, explicam.

Segundo os curadores, a escolha do dia 14 de outubro, para a abertura da visitação não foi ao acaso. “Ela acontece na véspera do Dia do Professor, uma ação simbólica, por meio da qual a UFMG visa estender a todos os professores, o reconhecimento do papel fundamental de cada um para a formação de pessoas preparadas para a vida e construtores de uma nação mais justa e democrática”, comentam.

Trajetória

Álvaro Brandão Apocalypse (1937-2003) estudou litografia e gravura em metal na Escola Guignard e iniciou o curso de Direito na UFMG, em 1956. A partir de 1959, integrou o corpo docente da recém-criada Escola de Belas Artes da UFMG, lecionando disciplinas de Desenho e Pintura. Tornou-se professor titular em 1981, participando efetivamente da vida artística dentro e fora da universidade, até sua aposentadoria. Em 1970, Álvaro criou o Grupo Giramundo, de teatro de bonecos, instalado por um longo período nas dependências da UFMG. As montagens do grupo são, até hoje, presença marcante nos Festivais de Inverno da universidade, com produções de peças de sucesso e de reconhecimento imediato.

 

Para acessar a versão online, clique aqui.

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