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No período de 3 a 13 de setembro de 2019, a comunidade do campus Pampulha terá à disposição postos de vacinação contra o sarampo, exceto em fim de semana. A cada dia, uma unidade diferente receberá equipe de vacinação, das 9h às 12h e das 13h às 17h. No posto do Departamento de Atenção à Saúde do Trabalhador (Dast), que funcionará em todos os dias da campanha, o atendimento será nos mesmos horários e também no período noturno, das 18h às 21h.

O sarampo é uma doença viral prevenível pela vacina tríplice viral. Considerando o atual cenário epidemiológico e o risco de ocorrência de novos casos da doença, a Secretaria Municipal de Saúde juntamente com a UFMG e a Caixa de Assistência à Saúde da Universidade (Casu) promovem a campanha de vacinação contra a doença para ampliar a cobertura vacinal de pessoas entre 15 a 49 anos de idade.

Documentos

O interessado deve levar cartão de vacina (caso o tenha) e documento de identidade para que a situação vacinal seja verificada pelos profissionais.

Programação

3 de setembro
Postos de vacinação: EEFFTO e Dast

4 de setembro
Posto de vacinação: Escola de Engenharia e Dast

5 de setembro
Posto de vacinação: Escola de Odontologia e Dast

6 de setembro
Posto de vacinação: Instituto de Ciências Biológicas e Dast

9 de setembro
Posto de Vacinação: Escola de Belas-Artes e Dast

10 de setembro
Posto de vacinação: Fafich e Dast

11 de setembro
Posto de Vacinação: Faculdade de Educação e Dast

12 de setembro
Posto de Vacinação: Escola de Veterinária e Dast

13 de setembro
Posto de Vacinação: Dast

 

 

Estão abertas as inscrições para a oitava oferta do Idiomas Sem Fronteiras (IsF) na UFMG em 2019, com cursos de espanhol, italiano e francês em cursos com carga horária de 16 a 32 horas. O foco das formações é o desenvolvimento de habilidades linguísticas para internacionalização e a preparação para exames de proficiência.

Podem se inscrever estudantes de graduação, mestrado e doutorado de todos os cursos, professores e técnico-administrativos com vínculo na UFMG e alunos do Coltec e do Teatro Universitário.

As inscrições terminam na próxima segunda-feira, 9 de setembro, e devem ser feitas no site do IsF : http://isfaluno.mec.gov.br/
As aulas começam em 30 de setembro. Mais informações estão disponíveis no edital: http://isf.mec.gov.br/images/2019/edital_04_2019.pdf

 

 

Com discussões sobre a vivência e representação feminina no ambiente acadêmico-científico, será realizada, no dias 30 e 31 de agosto, a segunda edição do Congresso de Mulheres na Ciência.

O evento foi idealizado em 2018 por alunas da graduação em Ciências Biológicas da UFMG. Elas se sentiam frustradas por não se verem devidamente representadas em congressos e encontros científicos. Segundo Laila Blanc Arabe, da organização da segunda edição, o objetivo era “promover um congresso que tirasse a temática de mulheres na ciência do lugar de ‘tabu’ para pôr em discussão pautas reais, com dados e vivências de mulheres professoras que já estiveram em nossos lugares”.

As problemáticas apontadas por Laila refletem-se na agenda deste ano. A doutoranda em Ciência da Informação da UFMG Franciéle Garcês, por exemplo, falará sobre a visibilidade das mulheres nas Humanidades, enquanto a professora Mariah Brochado, da Faculdade de Direito, abordará o apagamento de mulheres importantes na história da ciência.

Pautas
A primeira edição do evento teve uma abordagem mais próxima das ciências exatas e biológicas, refletindo o repertório das idealizadoras. Neste ano, a organização assumiu o compromisso de construir um congresso mais diverso. Segundo Laila Blanc, a própria equipe de organização está mais heterogênea e conta com graduandas e pós-graduandas das ciências biológicas, saúde, exatas e humanidades. “Queremos pôr em pauta problemáticas comuns às mais diversas áreas da ciência, como a falta de representatividade, assédio e evasão de mulheres da academia”, anuncia Laila.

A diversidade nos nomes que compõem a programação também são outra forma de questionar o status quo das mulheres cientistas. A intenção, de acordo com Laila, é mostrar que existem mulheres especialistas nas mais diversas áreas, tornando inválido o argumento de que “não encontraram mulheres especialistas para compor a mesa”.

Entre os destaques do evento está a palestra de abertura da professora Nilma Lino Gomes, da Faculdade de Educação. “Ela é referência no campo de pesquisa das relações étnico-raciais e tem uma trajetória muito ativa na construção de uma universidade mais inclusiva. Sua palestra vai demonstrar o quanto a ciência tem a ganhar com pesquisadores de perfil diverso”, explica Laila.

O segundo Congresso de Mulheres na Ciência será realizado no auditório A104 do Centro de Atividades Didáticas em Ciências Humanas (CAD 2), no campus Pampulha. Ainda é possível comprar ingressos no Sympla para o público geral e a preços promocionais para estudantes assistidos pela UFMG, por meio da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), nos níveis I, II e III.

Mais informações estão disponíveis no site do evento: https://cmcufmg.46graus.com/, e será transmitido ao vivo pelo canal no Youtube da Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC).

 

 

Na próxima quarta, dia 28, o Ars Nova – Coral da UFMG apresenta o concerto “O coro é pop!”, às 12h30, na Praça de Serviços do campus Pampulha. O grupo traz um repertório que mescla canções clássicas e populares em apresentação gratuita, por meio do projeto Quarta Doze e Trinta. A atividade é aberta ao público externo. Informações pelo (31) 3409 6411.

Com canções que vão de Ravel a Milton Nascimento, o novo concerto do Ars Nova buscou inspiração no trabalho de compositores que misturaram referências eruditas e populares em suas criações, e assim ajudaram a popularizar certos estilos musicais em seus respectivos períodos. Foi assim que Monteverdi popularizou o madrigal, enquanto Haydn e Ravel popularizaram o quarteto vocal com acompanhamento de piano, ou a capella.

Entre a música pop também aconteceram hibridismos, como a vertente folk rock de Simon e Garfunkel, que ganhou uma leitura clássica no arranjo adaptado de The Sounds of Silence. Outro exemplo é o grupo U2, que imortalizou o acalanto a Martin Luther King numa roupagem gospel de Bob Chilcott.

Esse hibridismo ganhou representantes no cenário brasileiro, como os compositores Marlos Nobre e Carlos Alberto Pinto da Fonseca. Eles recolheram no sertão nordestino e nos terreiros de candomblé, respectivamente, rica inspiração para compor sobre temas populares, usando a vertente erudita que lhes é característica.

Ars Nova
Referência na área de canto coral no Brasil e no exterior, o o Ars Nova-Coral da UFMG completa 60 anos de existência em 2019. De 1962 a 2004, o coro conquistou inúmeros prêmios e condecorações em importantes festivais nacionais e internacionais e realizou mais de 1400 apresentações no Brasil e em outros 17 países. Desde sua retomada, em 2013, o Ars Nova alcançou um público aproximado de 28 mil pessoas em mais de 110 concertos no Brasil e exterior.

 

 

No dia 29 de agosto a Diretoria de Relações Internacionais da UFMG realizará o seminário Migrantes no Brasil, abordando os direitos e a situação jurídica em geral de refugiados e estrangeiros no Brasil. O evento acontece das 9h às 18h, no Auditório 1007 da Faculdade de Letras da UFMG, campus Pampulha. Aberto ao público, o seminário exige inscrição prévia para participação, podendo ser realizada neste link: http://bit.ly/2P7wlYp . Haverá certificação de participação como ouvintes.

O evento contará com a participação de alunos do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFMG que abordarão temas como a nova lei de migração, tipos de vistos, direitos dos imigrantes e a situação jurídica dos refugiados no Brasil. Além disso, a programação incluirá uma feira de artesanato e culinária de mulheres migrantes do Coletivo Cio da Terra.

Programação

9h – 18h
Feira de artesanato e culinária de mulheres do Coletivo Cio da Terra (no pátio em frente ao Auditório 1007)

13h – 15h15
Painel 1: Aspectos gerais da situação jurídica do migrante
– A nova lei de migração e o decreto regulamentador, com o doutorando em Direito Bruno Biazatti
– Tipos de visto, autorização de residência, prazos e procedimentos, com o doutorando em Direito Pedro Andrade
– Refugiados: visão geral da situação jurídica no Brasil, com a mestranda em Direito Joana Pacheco
– O direito à educação e as resoluções da UFMG relativas a alunos estrangeiros, com a pesquisadora da Clínica de Direitos Humanos da UFMG Mariana Ferreira

15h45 – 18h
Painel 2: Migração, saúde, trabalho e previdência
– Migrantes e o direito à saúde, com a doutoranda em Direito Lutiana Valadares
– Migrantes e o direito previdenciário, com a mestranda em Direito Bárbara Sollero
– Migrantes e o direito ao trabalho, com a mestranda em Direito Mariana Ferolla
– Debate ao final – perguntas abertas ao público

 

 

O objetivo é discutir estratégias curatoriais contemporâneas por meio de uma conferência com o filósofo e professor português Paulo Pires do Vale, além de uma mesa-redonda com os membros da comissão curadora do Circuito Polímatas. A promoção é do programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. A entrada é franca e aberta ao público externo.

Às 15h, o professor da Universidade Católica Portuguesa, ensaísta, curador e presidente da Associação Internacional de Críticos de Arte de Portugal, Paulo Pires do Vale, ministra uma exposição-ensaio, na qual apresentará seus principais métodos e práticas curatoriais. Na discussão será explorada a ideia da exposição como lugar de ensaio, no sentido filosófico, permitindo articular e gerar sentidos entre os objetos expostos e os processos, físicos e mentais, que lhes deram existência objetual.

Em seguida, uma mesa redonda com os membros da comissão curadora do Circuito Polímatas discutirá os eixos curatoriais da exposição, que partiu de uma reflexão sobre como se poderia configurar a figura atual de um polímata. Inaugurada em maio deste ano, Polímatas reúne, atualmente, obras de 43 artistas em exibição no gramado da Face, no hall da Faculdade de Letras, e no saguão da Reitoria da UFMG. O objetivo é explorar as interseções entre diferentes mídias, linguagens e disciplinas, a fim de contribuir para uma compreensão da arte a partir de sua interseção com diversas áreas do conhecimento.

Serviço
I Encontro Polímatas (com o tema curadoria)
Sexta-feira, 23 de agosto
Horário: 15h às 17h30
Local: Faculdade de Ciências Econômicas (Face) da UFMG (Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha, Belo Horizonte)

 

 

Ópera de Wolfang Amadeus Mozart será reapresentada em formato de bolso, com direção de Mônica Pedrosa, regência de Lincoln Andrade e Paulo Rocha e participação do Coral daFaculdade de Medicina da UFMG.

O projeto de extensão Ópera Studio, da Escola de Música da UFMG, reapresenta, em formato de bolso, nos dias 22 e 23 de agosto, às 17h30, a ópera La Clemenza di Tito, última ópera escrita por Mozart, em parceria com o libretista Caterino Mazzolà.

O espetáculo acontece no auditório da Reitoria da UFMG (Av. Antônio Carlos, 6.627, campus Pampulha), no âmbito do projeto Ao cair da Tarde, da Diretoria de Ação Cultural da UFMG. A entrada é gratuita e aberta
à população.

Um Mozart sério, que demonstra ao público do século XVIII que um espetáculo de ópera, bem mais do que entretenimento, era também “um espelho para os príncipes, exortando-os a governar bem”. Em consonância com a sua época – foi escrita para a coroação do rei Leopoldo II da Bohemia apenas dois anos após o início da Revolução Francesa – a ópera cumpre sua vocação política sob o manto de grande espetáculo.

Em “La Clemenza di Tito”, o soberano, que acabara de assumir o poder após depor o governante anterior, encontra uma população abatida por guerras, instabilidade política e desastres ambientais. Entre interesses pessoais e comunitários, entre leis e o sentido íntimo de justiça, a trama se desenvolve com conspirações, paixões, tentativas de assassinato, remorsos e redenção. Na montagem da Escola de Música, o enredo da ópera, que originalmente se
passa em 79 D.C., na Roma antiga, foi ambientado em um futuro pós-apocalíptico, metafórico e utópico, no qual os personagens se humanizam e se libertam no agir pautado pela ética e pela sinceridade.

O Projeto Ópera Studio produz anualmente, com a colaboração de professores, alunos e técnicos da Escola de Música da UFMG, óperas para apresentações didáticas em espaços do campus da UFMG e externos a ele. A realização dos espetáculos promove a democratização do acesso à arte e à cultura por meio de apresentações gratuitas ou a preços populares,reforçando o compromisso social da Universidade.

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