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A UFMG manteve-se como a quinta melhor universidade da América Latina, a terceira melhor instituição de ensino superior e a melhor federal do país, segundo o ranking do Times Higher Education (THE), um dos três mais importantes do mundo. O resultado da edição 2021 da versão latino-americana do levantamento foi divulgado na última terça-feira, dia 13. Na comparação com a avaliação do ano passado, a UFMG registrou evolução nas dimensões Pesquisa (83,7 para 85,5) e Ensino (90,3 para 91,6).
Para a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, o resultado ratifica a qualidade da UFMG, demonstrada em várias avaliações nacionais e internacionais e em edições anteriores do levantamento do THE. “Ele também indica algo que temos mencionado sistematicamente: UFMG conseguiu melhorar o seu desempenho em todos os campos mesmo com as restrições orçamentárias enfrentadas nos últimos anos. Temos feito muito – e as nossas ações de combate à covid-19 comprovam isso – com recursos cada vez mais escassos”, afirma a reitora.
Sandra Goulart alerta, no entanto, que o desempenho em rankings e em outros modelos de avaliação, como o do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – no qual a UFMG aparece como a universidade mais bem posicionada no país – poderá ficar comprometido no futuro caso a tendência de cortes e bloqueios orçamentários se mantenha. “Necessitamos de investimento sustentável para manter a produção científica, acadêmica e cultural em patamares aceitáveis e competitivos para atender às demandas da sociedade e do país”, afirma a reitora da UFMG.
Impacto
A Pró-reitoria de Pesquisa (PRPq) é a instância responsável por reunir indicadores que sustentam a participação da UFMG nos rankings internacionais. Um dos responsáveis por esse trabalho, o professor Carlos Basílio Pinheiro, diretor de Produção Científica da PRPq, afirma que outro destaque da UFMG no ranking é o critério de Citações, no qual alcançou a nota 79, sendo superada apenas pela PUC do Chile, primeira colocada geral no levantamento. “É um resultado que consolida a UFMG como uma das universidades brasileiras de produção científica mais impactante de toda a América Latina”, resume.
O pró-reitor Mário Montenegro Campos acrescenta que o desempenho da Universidade no THE corrobora outros levantamentos de diferentes perfis aos quais a Universidade se submete. Entre os mais recentes estão a própria avaliação do Inep e a premiação que a UFMG recebeu da Clarivate Analytics como líder no registro de patentes na última década. “Isso mostra o reconhecimento do relevante papel da atuação da UFMG na pesquisa, no ensino, na extensão e na inovação”, pontua.
Critérios
Os critérios usados pelo THE são agrupados em cinco áreas: Ensino (ambiente de aprendizado), Pesquisas (quantidade, investimentos e reputação), Citações (influência e alcance da sua produção científica), Perspectiva internacional (cooperação e intercâmbio de docentes e estudantes) e Renda na indústria (capacidade de uma universidade de contribuir com o setor industrial por meio de inovações, invenções e consultorias).
Pelo terceiro ano consecutivo, o ranking é liderado pela Pontifícia Universidade Católica do Chile, seguida de USP, Unicamp e do Instituto de Tecnologia de Monterrey do México. Abaixo da UFMG e entre as 10 instituições mais bem avaliadas da América Latina, figuram, ainda, a Universidade do Chile, a PUC-RJ, a UFRGS, a Unifesp e a UFRJ.
Nesta edição, 177 universidades de 13 países latino-americanos foram avaliadas. O país com maior representação na lista é o Brasil, com 67 universidades, seguido de Chile (28), Colômbia (24), México (23), Equador (11), Argentina (9) e Peru ( 8 )
Responsável pela organização do levantamento, o Times Higher Education é uma publicação inglesa que veicula conteúdos referentes à educação superior. É vinculada ao jornal The Times, que produz uma série de rankings que estão entre os mais conceituados do mundo.
Fonte: Matheus Espíndola (ufmg.br)

 

 

O Laboratório de Genética Celular e Molecular do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG iniciou os testes do método de detecção da covid-19 que utiliza amostras salivares. Os exames estão sendo feitos em vários estados do país por laboratórios que integram o Projeto institucional em rede: laboratórios de campanha para testes de diagnóstico da covid-19. A rede de laboratórios pretende realizar 30 mil testes, dos quais 10% serão feitos no laboratório do ICB, sob a coordenação do professor Vasco Azevedo, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução.
Parte das amostras analisadas na UFMG está sendo coletada no Centro de Referência e Atendimento à Covid-19 do município de Caeté. Segundo Vasco Azevedo, as amostras colhidas no município da Região Metropolitana de Belo Horizonte fazem parte do esforço da rede em mostrar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que o método de diagnóstico salivar é eficiente. Para isso, os pesquisadores comparam os resultados dos testes feitos com a saliva com aqueles efetuados pelo método swab nosorofaríngeo (RT-PCR), no mesmo indivíduo.
Menos invasivo e mais rápido (sai em dois minutos) que o RT-PCR, o teste salivar utiliza raios infravermelhos que incidem sobre as amostras. Posteriormente, elas são analisadas por inteligência artificial. “Estamos percebendo que os resultados por saliva e por swab são equivalentes, o que prova que o método de testagem salivar é tão eficiente quanto o RT-PCR, recomendado pela Organização Mundial de Sapude (OMS). Comprovar essa eficiência é requisito para que a Anvisa aprove a nova tecnologia”, explica Azevedo.
Segundo os dados que foram enviados à Anvisa, o método de diagnóstico salivar tem acurácia de 92%, o que atesta a sua eficiência e qualidade. Ele foi desenvolvido pelo professor Luiz Ricardo Goulart, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
“Estamos realizando uma espécie de teste clínico com o método de diagnóstico salivar, em moldes semelhantes ao que se faz quando uma vacina é testada. Depois da aprovação da Anvisa, o método será certificado e poderá ser comercializado e utilizado em larga escala”, diz Azevedo.
Para o pró-reitor adjunto de Pesquisa da UFMG, André Massensini, que coordena o Projeto institucional em rede: laboratórios de campanha para testes de diagnóstico da covid-19, a validação do teste salivar é importante porque a testagem em massa ajuda no controle da pandemia no país. “Ter mais um método de diagnóstico considerado padrão é essencial para que consigamos aumentar a testagem no Brasil. A UFMG entende a importância de conduzir uma iniciativa como esta e é a instituição responsável pela maior parte dos testes já feitos pela rede”, diz.
O Laboratório de Genética Celular e Molecular do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG iniciou os testes do método de detecção da covid-19 que utiliza amostras salivares. Os exames estão sendo feitos em vários estados do país por laboratórios que integram o Projeto institucional em rede: laboratórios de campanha para testes de diagnóstico da covid-19. A rede de laboratórios pretende realizar 30 mil testes, dos quais 10% serão feitos no laboratório do ICB, sob a coordenação do professor Vasco Azevedo, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução.
Parte das amostras analisadas na UFMG está sendo coletada no Centro de Referência e Atendimento à Covid-19 do município de Caeté. Segundo Vasco Azevedo, as amostras colhidas no município da Região Metropolitana de Belo Horizonte fazem parte do esforço da rede em mostrar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que o método de diagnóstico salivar é eficiente. Para isso, os pesquisadores comparam os resultados dos testes feitos com a saliva com aqueles efetuados pelo método swab nosorofaríngeo (RT-PCR), no mesmo indivíduo.
Menos invasivo e mais rápido (sai em dois minutos) que o RT-PCR, o teste salivar utiliza raios infravermelhos que incidem sobre as amostras. Posteriormente, elas são analisadas por inteligência artificial. “Estamos percebendo que os resultados por saliva e por swab são equivalentes, o que prova que o método de testagem salivar é tão eficiente quanto o RT-PCR, recomendado pela Organização Mundial de Sapude (OMS). Comprovar essa eficiência é requisito para que a Anvisa aprove a nova tecnologia”, explica Azevedo.
Segundo os dados que foram enviados à Anvisa, o método de diagnóstico salivar tem acurácia de 92%, o que atesta a sua eficiência e qualidade. Ele foi desenvolvido pelo professor Luiz Ricardo Goulart, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
“Estamos realizando uma espécie de teste clínico com o método de diagnóstico salivar, em moldes semelhantes ao que se faz quando uma vacina é testada. Depois da aprovação da Anvisa, o método será certificado e poderá ser comercializado e utilizado em larga escala”, diz Azevedo.
Para o pró-reitor adjunto de Pesquisa da UFMG, André Massensini, que coordena o Projeto institucional em rede: laboratórios de campanha para testes de diagnóstico da covid-19, a validação do teste salivar é importante porque a testagem em massa ajuda no controle da pandemia no país. “Ter mais um método de diagnóstico considerado padrão é essencial para que consigamos aumentar a testagem no Brasil. A UFMG entende a importância de conduzir uma iniciativa como esta e é a instituição responsável pela maior parte dos testes já feitos pela rede”, diz.
Além dos moradores de Caeté, o ICB também está oferecendo os testes, de forma gratuita, a pessoas da sua comunidade que estão frequentam o campus Pampulha. A intenção é que, futuramente, toda a comunidade universitária possa ter acesso aos testes salivares. “Isso dará mais segurança para o futuro retorno às atividades no campus”, avalia Azevedo. A participação na pesquisa não é aberta à população em geral.
Trabalho em rede
O Projeto institucional em rede: laboratórios de campanha para testes de diagnóstico da covid-19 foi lançado em julho do ano passado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e já realizou mais de 370 mil testes de diagnóstico da doença – a maior parte foi processada nos laboratórios da UFMG. A iniciativa, que conta com 13 universidades das cinco regiões brasileiras, teve início com uma rede da UFMG dedicada a ampliar a capacidade de testagem da doença, por meio da detecção de marcadores moleculares do vírus Sars-CoV-2. O projeto é financiado com recursos de R$ 32,5 milhões repassados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Além da UFMG, a rede de laboratórios de campanha congrega as universidades federais Fluminense (UFF), da Paraíba (UFPB), de Pernambuco (UFPE), de Goiás (UFG), de São Paulo (Unifesp), de Santa Maria (UFSM), do Mato Grosso do Sul (UFMS), do Rio de Janeiro (UFRJ), do Amazonas (Ufam), do Paraná (UFPR), do Oeste da Bahia (Ufob) e a Estadual de Santa Cruz (Uesc/BA).
Da UFMG, participam os professores André Massensini, Betânia Drumond, Erna Kroon, Flávio Fonseca, Giliane Trindade, João Trindade Marques, Jonatas Abrahão, Mauro Teixeira, Renato Santana, Ricardo Gazzinelli, Santuza Teixeira, Vasco Azevedo, Renan Pedra de Souza, vinculados ao Instituto de Ciências Biológicas; Henrique Figueiredo, Maria Isabel Guedes e Zélia Lobato, da Escola de Veterinária; Adriano de Paula Sabino e Ana Paula Moura Fernandes, da Faculdade de Farmácia, e José Nélio Januário, da Faculdade de Medicina.
As informações sobre os testes realizados pelo projeto são atualizadas diariamente.
Fonte: Luana Macieira (ufmg.br)

 

 

Começou a operar nesta última segunda-feira, dia 28, um polo de vacinação contra covid-19 na Escola de Enfermagem no campus Saúde, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A imunização seguirá o cronograma preconizado pela PBH e ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, na Avenida Professor Alfredo Balena, 190, 1º andar, bairro Santa Efigênia.
A diretora da Escola de Enfermagem, Sônia Maria Soares, ressalta que, desde o início da pandemia, a Unidade se pôs à disposição para atuar na campanha de enfrentamento da covid-19. “A Enfermagem sempre teve atuação ativa nas campanhas de vacinação. Temos expertise nessa área, já organizamos várias campanhas. O polo de vacinação é um projeto institucional na modalidade de extensão, que envolve docentes de todos os departamentos da Escola e estudantes dos cursos da área da saúde da UFMG. É um momento histórico, em que demonstramos a nossa responsabilidade social e contribuímos para aumentar os indicadores da vacinação no país”, afirma.
A coordenadora do projeto de extensão, professora Sheila Aparecida Ferreira Lachtim, enfatiza que o objetivo principal é executar atividades referentes à imunização contra covid-19, tais como conferir a situação vacinal dos indivíduos, indicar a necessidade de atualização de outros imunobiológicos e fornecer orientações sobre os possíveis eventos adversos pós-vacinação. “Esperamos proporcionar aos estudantes um momento rico de aprendizado.”
Segundo o diretor de Mobilidade, Estágios e Bolsas da Pró-reitoria de Graduação, professor João Henrique Lara de Amaral, que fez o contato com a direção da Escola de Enfermagem para a parceria com a Prefeitura, a integração dos cursos da área de Saúde da UFMG com o SUS/BH vem-se consolidando ao longo do tempo. “A pronta resposta da Universidade e dos cursos da área da saúde deixa claro o compromisso da UFMG com a saúde da população.”
A estudante do 9º período do curso de Enfermagem Fernanda Alves do Nascimento afirma que participar do projeto valoriza o compromisso da universidade pública com a sociedade e também a importância do SUS. “A vacina é a melhor ferramenta para vencermos a pandemia e vivermos dias melhores com a redução do número de mortes evitáveis”, destaca a estudante.
Condições
Para se vacinarem, as pessoas não podem ter recebido vacina (contra a covid-19 ou outras doenças) nos últimos 14 dias. A pessoa também não deve ter contraído a doença com início de sintomas nos últimos 30 dias. Todas as informações sobre a campanha de vacinação na capital mineira estão disponíveis no Portal da Prefeitura de BH.
O polo de vacinação da Escola de Enfermagem é o segundo montado pela UFMG. Desde março, o campus Pampulha abriga um posto em regime de drive thru, em que as pessoas são imunizadas dentro dos automóveis. O posto está instalado no prédio da Unidade Administrativa 2, com entrada pela portaria da Avenida Antônio Abrahão Caram.
Fonte: Rosânia Felipe / Escola de Enfermagem (ufmg.br)

 

 

Grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, em parceria com outras instituições, acaba de depositar a patente de um teste de baixo custo e alto desempenho para o diagnóstico do Sars-CoV-2. O exame custa menos de R$ 1 por paciente, o que possibilitará que o Sistema Único de Saúde (SUS) realize testagem em massa, monitorando a população e adotando medidas sanitárias mais assertivas de controle da pandemia. O teste, que se vale de plataforma já consagrada em laboratórios de análise, é realizado com amostra sanguínea. O resultado sai em apenas duas horas.
Segundo o professor Rodolfo Cordeiro Giunchetti, do Departamento de Morfologia do ICB e coordenador da pesquisa que deu origem ao kit de diagnóstico, a tecnologia desenvolvida é baseada na detecção de anticorpos. “Se a pessoa já entrou em contato com o Sars-CoV-2, seu organismo produz anticorpos. O nosso kit avalia três tipos de anticorpos (IgG, IgA e IgM), possibilita uma varredura na população e pode ser aplicado em larga escala. Será possível realizar milhares de exames em um dia”, explica.
Giunchetti acrescenta que uma das vantagens da nova tecnologia é que ela pode ser produzida integralmente no Brasil, levando em conta que a área de biotecnologia no país é incipiente e depende muito da importação de insumos. “É extremamente positivo para o país fabricar um produto cujos insumos possam todos ser feitos aqui”, avalia o professor.
Capital intelectual
Ao longo da pandemia, o grupo de pesquisa liderado por Giunchetti desenvolveu mais de 20 testes de diagnóstico para a covid-19. Segundo ele, cinco patentes foram depositadas, incluindo esta última, e outras cinco estão em processo de depósito. O grande número de tecnologias desenvolvidas pela UFMG é, como salienta o professor, uma prova do capital intelectual diferenciado existente na instituição.
“Os pesquisadores e professores das universidades públicas brasileiras conseguem resolver problemas de qualquer área do conhecimento. Temos um conjunto de especialistas com capacidade incrível de desenvolver tecnologia. Está cada vez mais claro que necessitamos de políticas públicas que fomentem o desenvolvimento tecnológico, visto que isso geraria dinheiro para o país e frearia a fuga de cérebros. O Brasil precisa aproveitar a mão de obra altamente qualificada que forma, estimulando a geração de conhecimento e movimentando a economia”, analisa.
O desenvolvimento do teste foi co-coordenado do professor Alexsandro Galdino, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), e contou com a parceria da Federal de Lavras (Ufla), da Federal da Integração Latino-americana (Unila) e da Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas (Unifenas).
Rodolfo Giunchetti acrescenta que, como a Universidade não pode produzir e comercializar as tecnologias que desenvolve, a transferência para indústrias de biotecnologia é essencial para que os produtos cheguem ao mercado. No caso do último teste para diagnóstico da covid-19 criado pelos pesquisadores, ele revela, o grupo já está em contato com empresas brasileiras para a produção industrial do kit. “Depois dessa etapa, o teste chegará rapidamente ao mercado e poderá melhorar a atuação do SUS no combate à pandemia”, conclui o professor do ICB.
Fonte: Luana Macieira (ufmg.br)

 

 

 

A ciência e as inovações tecnológicas contribuem para a qualidade de vida e o desenvolvimento. Por isso, é importante que os governantes façam investimentos continuados em políticas públicas destinadas a esses setores. A avaliação é de professores ouvidos pela TV UFMG em reportagem especial sobre a relação entre políticas públicas e ciência. Foram ouvidos a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e os professores Ivan Beck Ckagnazaroff, do Departamento de Ciências Administrativas da Face, e José Ângelo, do Departamento de Ciência Política da Fafich.
Para Ckagnazaroff, o investimento em inovação está relacionado diretamente à visão estratégica de cada país. Os governos devem garantir recursos para a área e evidenciar que haverá estabilidade para a continuação das pesquisas, sem cortes ou contingenciamentos.
As universidades públicas são responsáveis por 95% das pesquisas realizadas no Brasil, destaca a reitora Sandra Goulart. Ela defende que o investimento em ciência e tecnologia, aplicado de forma continuada e sustentável, garante ao país independência e soberania no desenvolvimento de tecnologias. “A pesquisa começa e tem que ter um fomento para que ela possa ser continuada. É o caso das vacinas. Se não tivermos essa verba para a produção de vacinas, vamos continuar atrasados e dependendo da importação”, destaca.
De acordo com José Ângelo, quando são feitos cortes em modalidades como iniciação científica, pós-graduação e residências de pós-doutorado, o impacto negativo para a sociedade pode ser grande, mesmo que percebido apenas em longo prazo.
Fonte: ufmg.br

 

 

Visando alertar as pessoas sobre um tipo de golpe muito utilizado por criminosos, resolvemos relatar uma situação vivenciada, recentemente, pelos diretores da Assufemg, quando um dos diretores teve seu celular clonado e os criminosos, enviaram mensagens, via WhatsApp, para seus contatos pedindo dinheiro, alegando uma necessidade urgente e prometendo o reembolso no dia seguinte. Essas foram a introdução de algumas das conversas.:
“Oi, fulana! Consegue me fazer um favor? Pode efetuar um pagamento para mim? Amanhã cedinho te retorno o valor.”
“Oi, fulano! Está podendo falar? Consegue fazer um pagamento para mim? Pagar de que jeito? É boleto? Não é PIX. Amanhã pago a você amigo”
“Olá, fulana! Você pode me fazer um favor? Estou com um probleminha e preciso pagar uma conta. Quebra essa pra mim.”
Sabíamos que nosso colega não agiria dessa forma e ficamos desconfiados. O fato foi compartilhado entre os diretores e quase todos haviam recebido mensagens similares. A primeira providência foi tentar falar com nosso colega por meio de ligação telefônica, mas não conseguimos. Então, entramos em contato com seu filho que nos informou sobre a clonagem do celular. Assim, felizmente, ninguém efetuou transferência.
Casos como este são cada vez mais comuns. Portanto, se você receber alguma mensagem suspeita pedindo depósitos em dinheiro, desconfie mesmo que seja de uma pessoa próxima. Ligue para a pessoa que solicitou e confirme se o pedido é realmente dela. Nunca realize nenhuma operação bancária, a pedido, sem antes conversar pessoalmente ou por chamada telefônica.
Como se proteger do golpe? Veja algumas dicas de especialistas:
 Redobre sua atenção com contatos que solicitam depósitos, dados de cartão, ou outra ação que possa resultar em dano financeiro. Não forneça senhas, dados ou códigos para ninguém
 Desconfie de ligações que solicitam a confirmação de um número recebido por SMS.
 Desconfie de mensagens que peçam para clicar em link para obter vantagem.
 Somente preencha formulários que estejam nos sites oficiais.
 Somente baixe aplicativos das lojas oficiais.
 Não confie e nem compartilhe links e informações sem ter certeza de sua origem ou destino.
 Evite utilizar redes públicas de internet, pois a interceptação dos dados contam com menos segurança.
 Ative a autenticação de dois fatores nas configurações da conta do WhatsApp.
 Atualize sempre o antivírus de seu smartphone e computador.
O que fazer caso seja uma vítima?
 Notifique a família e os amigos sobre a fraude, pois os golpistas, com certeza, irão utilizar sua lista de contatos para enviar mensagens.
 Entre em contato com a operadora de telefonia para relatar o problema e solicitar a suspensão temporária (bloqueio) da linha telefônica.
 Entre em contato, por e-mail, support@whatsapp.com e solicite a desativação temporária de sua conta, colocando no campo assunto o seguinte: “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta”. E no corpo do texto informe o número de seu telefone, no formato internacional, +55 9 xxx xxx xxxx.
 Quando reativar a linha, reinstale o aplicativo do WhatsApp e configure a sua conta.

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