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Nos últimos anos, a UFMG quase dobrou a quantidade de papel, papelão, metal e plástico coletada nos campi de Belo Horizonte. Em 2014, foram 55,6 toneladas; em 2018, 99 toneladas. Esse é, sem dúvida, um dado positivo, mas, embora não seja possível estimar o potencial de elevação desses números, é certo que eles podem melhorar muito. Ainda é frequente, por exemplo, encontrar resíduos recicláveis misturados aos resíduos comuns, o que inviabiliza o seu aproveitamento para reciclagem.

 

O Programa de Coleta Seletiva ­Solidária, desenvolvido pelo Departamento de Gestão Ambiental (DGA), da Pró-reitoria de Administração, encaminha esses materiais a três associações de catadores em Belo Horizonte e Vespasiano, atendendo ao decreto 5.940/2006, que determina que instituições federais destinem o resíduo reciclável a cooperativas. As ações da Universidade nessa área seguem também os preceitos da Lei 12.305/2010, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, segundo a qual grandes empreendimentos devem destinar, de forma adequada, resíduo comum, reciclável e de serviços de saúde.

 

“Por meio da coleta solidária, a UFMG contribui para minimizar problemas ambientais e para gerar emprego e renda para famílias de catadores de materiais recicláveis”, afirma Ricardo Augusto Sales, chefe da Divisão de Gestão de Resíduos (DGR).

 

 

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O grupo Tambor de Crioula Rosa de São Benedito, do Maranhão, importante vetor de expressão da matriz cultural afro-brasileira, se apresenta nesta quarta-feira, 26, a partir das 11h30, na Praça de Serviços, no campus Pampulha. A manifestação Tambor de Crioula, que inclui dança circular, canto e percussão de tambores, é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro desde 2007.

A vinda do grupo surgiu de um trabalho do jornalista e graduando do curso de Biblioteconomia, Luiz Henrique Batista, no âmbito da disciplina Memória de Patrimônio. “Ao elaborar texto para um trabalho, descobri esse grupo do Maranhão, terra onde o Tambor de Crioula foi tombado como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Fiz o convite, e eles aceitaram fazer uma breve apresentação em sala de aula. Depois, decidimos expandir para toda comunidade universitária em uma performance mais apurada na Praça de Serviços”, relata Batista.

Criado em 2008 pelo maranhense Paulo Lobato, o Tambor de Crioula Rosa de São Benedito é resultado da reunião de coreiros e coreiras na devoção a São Benedito. O grupo vai oferecer saias para mulheres e homens da plateia que desejam entrar na dança.

Por mulheres
O Tambor de Crioula inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo, no Sudeste, o samba de roda, no Recôncavo Baiano, o coco, no Nordeste, e algumas modalidades do samba carioca. Uma apresentação do gênero pode ocorrer ao ar livre, em praças, no interior de terreiros, ou associada a outros eventos. Em comum, essas manifestações são praticadas especialmente em louvor a São Benedito.

A dança do tambor de Crioula normalmente é executada por mulheres e apresenta uma coreografia livre e variada. Uma dançarina de cada vez faz evoluções diante dos tambozeiros, enquanto as demais, completando a roda de tocadores e cantadores, fazem pequenos movimentos para a esquerda e para a direita, esperando a sua vez de receber a punga para substituir a que está no centro da roda.

 

Acesse aqui a Edição 1265 do Pinga Fogo: http://bit.ly/2FvyPZy e confira!


 

Programação:

17:30 às 19:30 – Bingo

 

20:00 às 20:30 – Casamento na roça e quadrilha ensaiada

 

20:30 às 23:00 – Show com Saldanha Rolim e Trio Bodocó

 

Teremos também barraquinhas com comidas típicas, fogueira e pau de sebo!

 

 

A UFMG é a oitava melhor universidade da América Latina, segundo novo ranking divulgado, nesta semana, pela agência Times Higher Education (THE). Na classificação de 2018, a UFMG havia ficado em nono lugar no ranking regional. Além do Ranking Latinoamerica, a Times Higher Education também é responsável pelo Ranking Global, que avalia universidades de todos os continentes. Neste ranking, a UFMG é apontada como a terceira melhor universidade brasileira, ficando na faixa 601-800, considerando todas as universidades do mundo.

 

Os rankings latino-americano e global são baseados nos mesmos 13 indicadores de performance distribuídos entre ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e internacionalização. A diferença no posicionamento nos dois rankings ocorre porque a Time Higher Education muda o peso dos indicadores na avaliação regional, para, segundo a própria agência, “melhor refletir as características das universidades latino-americanas”.

 

“É uma satisfação ver o trabalho sério e competente de nossa comunidade reconhecido por um dos mais prestigiosos ranking do mundo. Confirma que a UFMG, patrimônio do país, está entre as melhores universidades do mundo”, afirmou a reitora Sandra Regina Goulart Almeida. Ela ressalva, no entanto, que a instituição não pauta seu trabalho apenas pelos critérios dos rankings, uma vez que eles não conseguem medir todas as dimensões de sua atuação.

 

De acordo com a reitora, é preciso manter o investimento nas instituições, sobretudo em tempos de crise. “Não se sai de uma crise como a que o país atravessa sem investimento em ciência, tecnologia e inovação”, disse.

 

Sandra Goulart Almeida destacou que os resultados positivos “inspiram” a comunidade acadêmica a continuar lutando em defesa da Universidade pública e de recursos para o ensino superior e a pesquisa. “Se a UFMG consegue atingir patamares mais altos em rankings como o da THE, isso também confere mais projeção ao Brasil no cenário internacional”, disse.

 

Treze indicadores
O Times Higher Education analisou 150 universidades de 12 países da América Latina, segundo critérios que contemplam as características das instituições da região, ainda que com base nos mesmos 13 indicadores de performance do ranking global. As instituições que se dedicam intensivamente à pesquisa são avaliadas em todas as suas missões centrais: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e internacionalização.

 

O diretor de Relações Internacionais, Aziz Tuffi Saliba, ressalta o esforço em incrementar a visibilidade da UFMG no exterior, por meio da participação em redes e eventos. “Mostramos nossos principais projetos e nos empenhamos para enviar e trazer mais pesquisadores. Além disso, a UFMG tem aumentado seu engajamento com instituições internacionais de grande peso acadêmico, como a Fulbright”, exemplifica.

 

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