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UTILIDADE

 

 

 

Até 29 de novembro, o site da Editora UFMG e as livrarias UFMG, no campus Pampulha e no Espaço do Conhecimento (Praça de Liberdade), oferecem descontos de 10% a 80% em todos os livros do catálogo.

A Black week é a maior campanha de vendas realizada pela Editora em 2019. Boa parte do acervo está sendo comercializada pela metade do preço de capa, como Mais Médicos – as vozes dos atores e os impactos do programa na atenção básica à saúde, organizado pela professora Helcimara Telles (de R$ 56 por R$ 28), Mares interiores –correspondência de Murilo Rubião & Otto Lara Resende, de Cléber Araújo Cabral (de R$ 49,80 por R$ 24,90), Duas artes – Carlos Drummond de Andrade e Elizabeth Bishop, de Maria Lucia Milleo Martins (de R$ 37 por R$ 19,90), e Almanaque de um condado arenoso e alguns ensaios sobre outros lugares, de Aldo Leopold (de R$ 59 por R$ 29,50).

Mais informações podem ser obtidas por meio dos telefones das livrarias: (31) 3409-4642 (Pampulha) e 3409-8383 (Liberdade).

 

 

 

Pela primeira vez, o campus Saúde recebeu a Feira Agroecológica, já tradicional no campus Pampulha. A atividade faz parte de um projeto de extensão vinculado à disciplina Estágio Supervisionado em Internato Rural, do curso de Nutrição da Escola de Enfermagem.

A feira reuniu produtores vinculados à Associação de Agricultores Agroecológicos e Biodinâmicos da Serra do Rola Moça e dos municípios de Conceição do Mato Dentro, Ibirité, Santana do Riacho e Pains.

O objetivo é estimular o consumo de frutas, verduras e legumes provenientes da produção agroecológica e promover reflexões sobre o uso de agrotóxicos na produção de alimentos.

A feira terá novas edições nos dias 29 de novembro, 6 e 13 dezembro, das 10h às 14h, no campus Saúde.

 

 

1 – Milton Santos – geógrafo brasileiro. Trabalhou como jornalista, redator e professor. Recebeu 20 títulos de Doutor Honoris Causa e fundou laboratórios de geografia em países da Europa, África e América. Santos foi o primeiro brasileiro a ganhar o Prêmio Vautrin Lud.

2- Luiza Bairros – Foi ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do governo Dilma.

3. Enedina Alves – primeira mulher negra a se formar em engenharia no Brasil.

4 – Sonia Guimarães – Física e professora do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Foi a primeira negra da instituição

5 – Simone Maia Evaristo – é presidente da Associação Nacional de Citotecnologia (Anacito). Também atua na área de ensino técnico do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

6 – Viviane dos Santos Barbosa – pesquisadora baiana que, em 2010, foi premiada durante a International Aerosol Conference por desenvolver um produto catalisador que reduz emissão de gases poluentes.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/…/23-cientistas-negros-que…

 

 

  1. Carlos Machado (Muritiba – BA) – poeta
  2. Abdias Nascimento (Franca – SP) – artista plástico, escritor, teatrólogo, político e poeta
  3. Adão Ventura (Santo Antônio do Itambé – MG – poeta e prosador
  4. Auta de Souza (Macaíba – RN) – poeta
  5. Conceição Evaristo (Belo Horizonte – MG) – escritora
  6. Carolina Maria de Jesus (Sacramento – MG) – escritora
  7. Cruz e Souza (Florianópolis – SC) – poeta
  8. Elisa Lucinda (Cariacica – ES) – poeta, jornalista, cantora e atriz
  9. Machado de Assis (Rio de Janeiro – RJ) – escritor, considerado o maior nome da literatura brasileira
  10. Milton Santos (Brotas de Macaúbas – BA) – geógrafo e escritor
  11. Maria Firmina dos Reis (São Luis – MA) – escritora
  12. Miriam Alves (São Paulo – SP) – poeta
  13. Niza Rizzi (Campinas – SP) – historiadora, tradutora e poeta
  14. Paulo Colina (Colina – SP) – poeta, prosador e ensaísta
  15. Solano Trindade (Recife – PE) – poeta, ativista político e artista múltiplo

   Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/15-escritoras-e-escritores-negros-que-deveriam-ser-estudados-nas-escolas/

 

 

 

O português do Brasil é resultado de um amplo e complexo processo de transformação ao longo dos anos. É um idioma rico e variado, originado de vários povos que chegaram no país e que conquistou sua identidade única devido à miscigenação linguística.

Os negros tiveram importante contribuição na formação do nosso idioma. No dicionário brasileiro existe grande quantidade de termos que usamos no dia a dia que são de origem africana, mais especificamente do quimbundo, língua do povo banto.

Alguns exemplos de palavras de origem banta:
BAGUNÇA, BANZÉ, BATUCAR, BELELÉU, BERIMBAU, BIBOCA, BANZÉ, CACHAÇA, CACHIMBO, CAÇULA, CAFOFO, CAFUNÉ, CALANGO, CAMUNDONGO, CANDOMBLÉ, CANGA, CANGAÇO, CAPANGA, CARIMBO, CATINGA, CHIMPANZÉ, COCHILAR, DENDÊ, FUNGAR, FUZUÊ, GANGORRA, JILÓ, MACUMBA, MANDINGA, MARIMBONDO, MAXIXE, MINHOCA, MOLEQUE, MOQUECA, MUCAMA, QUIABO, QUILOMBO, SENZALA, SUNGA, TANGA, TITICA, ZABUMBA.

Fonte: http://www.afreaka.com.br/…/a-influencia-africana-na-forma…/
http://legado.brasil.gov.br/…/linguas-africanas-exercem-inf…

 

 

 

Parceria do campus Saúde com o Departamento de Química do ICEx possibilitou a criação de nova tecnologia, de baixíssimo custo, capaz de combater larvas e ovos do mosquito Aedes aegypti mesmo em águas extremamente sujas, como a de esgotos. Trata-se de uma pastilha feita com tijolo de cerâmica tratado quimicamente, que é eficaz em locais inóspitos, como bueiros e ralos, onde não há luz ou água limpa. O larvicida, desenvolvido por equipe coordenada pelo professor Jadson Belchior, tem reduzido, em mais de 80%, a população do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika no campus Saúde.

O dispositivo foi criado a partir de uma demanda do campus, que tem os bueiros como principal foco de proliferação desses vetores. Esse comportamento foge do habitual, uma vez que o Aedes aegypti costuma depositar ovos em recipientes com água limpa.

“Nas unidades do campus, os vasinhos de plantas foram reduzidos. O mosquito provavelmente está fora dos prédios e migrando para dentro. Os bueiros acumulam água parada e nutrientes gerados por folhas secas. E é justamente disso que os ovos precisam para virar larvas”, detalha Jadson Belchior.

A pesquisa foi iniciada no começo deste ano, em continuidade a estudos desenvolvidos no ano anterior, também em parceria com o campus Saúde. Essas pastilhas têm como suporte uma cerâmica, que é impregnada com moléculas nocivas à larva, mas com nível de concentração que não faz mal ao ser humano.

O material larvicida é liberado de forma lenta e controlada quando entra em contato com a água, por cerca de 6 a 7 semanas, o que inibe o desenvolvimento dos ovos na fase larvária, impedindo-os de eclodir ou matando as possíveis larvas que eclodiram. Assim, o processo reduz drasticamente a proliferação dos mosquitos em locais inóspitos como bueiros, bocas de lobo, sifões de pias e ralos, que costumam acumular água no fundo.

A tecnologia também consegue eliminar larvas e ovos de outros mosquitos que se originam em fase aquática, como o vetor da malária e febre amarela, além de inibir a proliferação de escorpiões e baratas como efeito colateral, afastando-os dos locais onde o larvicida é colocado.

Belchior explica que a pastilha foi criada a partir de outra tecnologia também desenvolvida sob sua coordenação, em parceria com a Vértica Tecnologia e Inovação Ltda, e já patenteada pela UFMG.

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