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SAÚDE

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Em solenidade realizada na última sexta-feira, 13, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus, anunciou a destinação de R$ 30 milhões para os testes da vacina contra a covid-19 da UFMG, a SpiN-TEC, uma das três em estágio mais avançado no país.
Os recursos são oriundos do acordo do Estado de Minas Gerais com a Vale (Lei 23.830, de 28/07/2021) em razão da tragédia-crime ocorrida na cidade de Brumadinho em janeiro de 2019, quando uma barragem da mineradora se rompeu, matando 272 pessoas e causando uma série de impactos socioeconômicos e ambientais.
Essa lei autorizou a abertura de crédito suplementar ao orçamento fiscal do estado com os recursos recebidos da Vale em decorrência do termo judicial de reparação de impactos socioeconômicos e ambientais relativos ao rompimento da barragem.
Além do repasse à UFMG, outros R$ 54,5 milhões, também originários desse acordo, estão sendo repassados a programas socioassistenciais e a instituições de saúde de Minas Gerais, com foco em ações de atendimento a pessoas pobres e carentes. São R$ 25 milhões para o Programa Rede Cuidar, R$ 10 milhões para o Programa Bolsa Reciclagem, R$ 9,5 milhões para o Hospital da Baleia, R$ 5 milhões para o Instituto Mário Penna e R$ 5 milhões para o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua (PopRua-MG).
Solidariedade e altivez
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida participou da solenidade juntamente com representantes das demais instituições e entidades contempladas com os recursos. Em nome da Universidade, Sandra prestou solidariedade a todos aqueles que perderam entes queridos para a pandemia, lembrou que a parceria entre ALMG e a Universidade é antiga e saudou os demais contemplados com os recursos. “Para a UFMG, é muito importante estar aqui hoje, ao lado de movimentos tão importantes da sociedade mineira. São movimentos de certa forma parceiros, também, da UFMG”, disse. “Essa Casa tem atuado com muita altivez, buscando atender aos anseios do povo mineiro, e está propiciando que todos nós possamos cumprir o nosso compromisso social. E isso nos enche de orgulho.”
A reitora insistiu que só é possível que a UFMG esteja hoje desenvolvendo uma das vacinas nacionais em estágio mais avançado “porque a ALMG reconhece o papel que a Universidade tem como instituição pública”. “Muitos pensam na UFMG apenas como o lugar onde as pessoas vão se formar. Contudo, a Universidade mostrou, com a colaboração desta Casa, que ela é muito mais que apenas um espaço de formação. Ela é uma instituição que cuida de pessoas. Cuida por meio da pesquisa e cuida por meio das ações sociais, que são os projetos de extensão universitária que apoiam as pessoas mais necessitadas do nosso estado”. Segundo ela, “ao mesmo tempo que este momento é triste, é também de grande esperança”, disse a reitora da UFMG, em referência ao avanço da vacinação no país e à perspectiva de instituições brasileiras produzirem imunizantes.
Por sua vez, o presidente da ALMG, Agostinho Patrus, lembrou o trabalho feito pelos deputados para que os recursos do acordo feito com a Vale pudessem ser destinados ao atendimento à população mais carente do estado. “Os termos do acordo não incluíram, na versão original, a definição de repasses diretos à assistência social. Coube a esta Casa reforçar o seu protagonismo e assegurar a destinação direta e desburocratizada dos recursos a ações que beneficiam diretamente a população mineira em situação de vulnerabilidade social”, disse.
“Estamos hoje dando continuidade ao esforço para garantir que esses recursos sejam destinados às áreas que mais precisam”, continuou o presidente da Assembleia. “Esses recursos são frutos colhidos da árvore de um acontecimento causado por ações e omissões irresponsáveis e irremissíveis. Quisera tivessem sido usados todos esses recursos em ações que pudessem ter evitado o crime que ocorreu em Brumadinho. Sabemos que qualquer reparação pecuniária será infinitamente menor que o valor da vida humana. A compensação é apenas um lenimento: insuficiente, mas necessário”, finalizou.
Fonte: Ewerton Martins Ribeiro (ufmg.br)

 

 

Membros da comunidade da UFMG podem fazer o teste para covid-19, gratuitamente, no campus Pampulha. A testagem inclui método experimental que utiliza a saliva e o RT-PCR. A coleta do material é feita das 8h às 12h, no pilotis do ICB, e não é necessário agendamento.
O método de saliva está em estágio de validação de acurácia e é conduzido pelo grupo de pesquisa liderado pelo professor Vasco Azevedo, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução do ICB. O método utiliza a espectrometria (Fourier Transform Infrared Spectroscopy [FTIT]), em que a amostra é lida por um aparelho de luz infravermelha.
A validação dos resultados do teste de saliva é feita por laboratórios associados, utilizando o método RT-PCR, que usa amostras colhidas no nariz e na garganta com um swab (semelhante a um cotonete). Os resultados são comparados para confirmação do diagnóstico.
Os testes podem ser realizados mesmo que a pessoa esteja assintomática e não tenha tido contato com pessoas infectadas. Segundo Vasco Azevedo, fazer o rastreio na comunidade da UFMG, mesmo nos assintomáticos, poderá impedir a proliferação do vírus e a garantir um retorno mais rápido às atividades presenciais na UFMG.
Testagem ampliada
Se confirmado que o teste feito com análise da saliva tem eficácia equivalente à do RT-PCR, a técnica será submetida à aprovação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. Se for autorizada, a capacidade de testagem brasileira deverá ser ampliada significativamente, de acordo com os pesquisadores do ICB.
A coleta de saliva é mais fácil que a do material de nariz e garganta, e o resultado sai quase imediatamente. O exame não precisa ser feito em um laboratório de análises clínicas – qualquer hospital que tenha o aparelho de luz infravermelha pode analisar o material.
Servidores docentes e técnico-administrativos, estudantes e funcionários terceirizados podem se submeter aos exames. Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail lgcmftir@outlook.com.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social e Divulgação Científica do ICB (ufmg.br)

 

 

Vários estudos tentam encontrar um medicamento eficaz para combater o novo coronavírus. Dois desses estudos estão sendo realizados na UFMG e utilizam anticorpos monoclonais (mAbs), produzidos em laboratório e introduzidos no organismo por meio de injeção ou infusão, com o objetivo de ajudá-lo a combater o vírus e bactérias específicos. Esses anticorpos já são largamente usados na medicina em pacientes com câncer e outras doenças inflamatórias. No caso do tratamento da covid-19, seu uso já foi aprovado de forma emergencial nos Estados Unidos, onde está sendo administrado em pacientes com infecção leve ou moderada.
O estudo internacional Accelerating covid-19 therapeutic interventions and Vaccines (Activ-2) ocorre paralelamente na Faculdade de Medicina e no Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh. Trata-se de plataforma de tratamento para pacientes ambulatoriais com covid-19 coordenada pela National Institutes of Health (NIH), que utiliza anticorpos de pessoas que tiveram a infecção pelo coronavírus. Além da UFMG, a pesquisa envolve centros nos EUA, na Argentina, no Peru, na África do Sul e em outras cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Aderência
Os anticorpos monoclonais bloqueiam a ligação do Sars-CoV-2 com as células do organismo. No laboratório, as proteínas passam por processos de purificação e expansão e, quando aplicados no organismo, conseguem aderir à espícula da superfície do vírus que causa a infecção. Assim, eles impedem que o vírus entre nas células e as infecte.
O tratamento com os anticorpos monoclonais é importante principalmente para pessoas com comorbidades e risco aumentado de evoluir para formas graves da covid-19, visto que pode prevenir o aparecimento da doença e a sua progressão. De acordo com o imunologista Jorge Andrade Pinto, líder da equipe que conduz o estudo na Faculdade de Medicina, os testes com os anticorpos são seguros, uma vez que a tecnologia atual possibilita que sejam produzidos por meio da cultura de tecidos ou de sistemas de expressão microbiana. “A potencial toxicidade de mAbs humanizados é comparável à dos antibióticos”, diz.
O professor acrescenta que é necessário demonstrar que os mAbs são seguros e eficazes para o tratamento de pacientes de alto risco não hospitalizados. “É importante que haja tratamentos efetivos e cientificamente comprovados e que possam ser utilizados nas fases iniciais da covid-19, prevenindo a progressão da doença para formas graves e a necessidade de tratamento hospitalar”, diz.
A infectologista Flávia Ribeiro, que coordena o estudo no Centro de Pesquisas do HC-UFMG/Ebserh, ressalta a importância de as pessoas participarem dos testes do tratamento. “Integrar essa rede de pesquisa gera para o HC a possibilidade de contribuir ainda mais com o combate à pandemia. Para isso, é necessário que a população se mobilize. A participação do cidadão é fundamental.”
Em dose única
A Faculdade de Medicina e o HC já recrutaram os voluntários para os testes sobre evolução clínica com o tratamento, transmissão para os contatos e tempo de duração para a excreção do vírus. Nessa primeira fase, os voluntários serão submetidos ao tratamento com os mAbs BRII-196 e BRII-198 produzidos pela Brii Bioscience. Os anticorpos serão aplicados em dose única, por infusão venosa (por meio de uma agulha ou de um cateter esterilizado).
A expectativa é que mais voluntários sejam convocados para testar novos medicamentos da plataforma Accelerating covid-19 therapeutic interventions and vaccines (Activ-2).
Fonte: Assessorias de comunicação da Faculdade de Medicina e do Hospital das Clínicas (ufmg.br)

 

A UFMG protocolou, na última sexta-feira, dia 30, na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pedido de autorização para realização de testes clínicos em humanos (fases 1 e 2) da vacina SpiN-TEC contra a covid-19, desenvolvida pelo CTVacinas e pela Fiocruz Minas. A solicitação é amparada em dossiê com dados e informações sobre o desempenho do imunizante nos testes pré-clínicos feitos com animais.

A importância do imunizante da UFMG para a política vacinal do país foi destacada pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida, pelo ministro Marcos Pontes, da Ciência, Tecnologia e Inovações, e por pesquisadores do CTVacinas em entrevista coletiva realizada na tarde deste domingo, dia 1º, em Brasília. De acordo com o ministro, o apoio dado à SpiN-TEC é parte de uma estratégia de combate à covid-19 posta em prática pela Rede Vírus do MCTI. “É uma rede de especialistas formada em fevereiro do ano passado, antes mesmo da covid-19 ser decretada como pandemia pela OMS. Obtivemos resultados muito interessantes, inclusive no núcleo que apoia o desenvolvimento de vacinas. Hoje, o MCTI apoia 15 estratégias vacinais em todo o país”, destacou Pontes.

Ao elogiar o trabalho dos pesquisadores da UFMG, o ministro mencionou outras ações de enfrentamento da pandemia desenvolvidas em Minas Gerais, como as pesquisas com kits diagnóstico, e lembrou que o CTVacinas, com o financiamento do próprio MCTI, terá suas atividades expandidas para se transformar em um centro nacional de vacinas. “Com isso, o Brasil poderá produzir insumos farmacêuticos para testes pré-clínicos e desenvolver imunizantes para doenças negligenciadas”, afirmou.

O secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Marcelo Morales, classificou como “emblemático” o pedido de autorização protocolado pela UFMG na Anvisa. “Trata-se de um marco, pois eleva o país à condição de produtor de vacinas”, afirmou ele, destacando que há várias plataformas vacinais em testes no Brasil, como DNA, RNA e proteínas recombinantes – caso da SpiN-TEC. Morales também elogiou a capacidade de mobilização da comunidade científica brasileira. “Nossos pesquisadores, a exemplo do que ocorreu com a crise do zika vírus, souberam responder à pandemia com muita competência científica”.

 

Para maiores informações, acesse: ufmg.br

 

 

A UFMG iniciou discussões para a implantação temporária e emergencial do regime de ensino híbrido na graduação, que mescla atividades remotas e presenciais. O movimento ocorre no âmbito do amplo planejamento que a Universidade tem feito para que o retorno às atividades presenciais ocorra de maneira gradual e participativa, em consonância com os indicadores da pandemia.
A ideia é que esse regime seja implantado em sintonia com os parâmetros estabelecidos pelo Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto. Assim, se as cidades em que a UFMG mantém campi estiverem no cenário de retorno relativo à etapa 1, o teto de ocupação dos espaços físicos será igual a 20%; se estiverem no cenário relativo à etapa 2, o teto de ocupação será de 40%. Os critérios estabelecidos para cada etapa de retorno estão descritos na edição mais recente do plano, publicada no mês passado.
“Não há uma data definida para o retorno presencial amplo, mas temos a expectativa de que seja possível, no segundo período letivo de 2021, ampliar a oferta de atividades presenciais. Nosso foco é o ‘como’, ou seja, vamos estabelecer critérios, diretrizes e parâmetros para essa volta gradual, uma vez que as condições sanitárias são dinâmicas”, afirma a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira.
Segundo a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, a expectativa é que o planejamento dessa transição do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para o Ensino Híbrido Emergencial (EHE) envolva toda a comunidade acadêmica, de forma a se mensurar o impacto que o retorno de algumas atividades presenciais deve ocasionar na vida da comunidade e da cidade. “A UFMG tem retomado as aulas presenciais de forma gradual, seguindo as orientações das autoridades sanitárias locais e o plano de retorno e o protocolo de biossegurança aprovados pela instituição”, demarca a reitora.
Fórum de debate
O planejamento para a implantação do Ensino Híbrido Emergencial (EHE) será tema do Fórum de Integração Docente que ocorre nesta quarta-feira, dia 21 de julho, das 14h às 16h. A ideia é que, nessas discussões, a Administração Central da Universidade, auxiliada por toda a comunidade acadêmica e pelos colegiados de cursos de graduação e departamentos, possa identificar as atividades curriculares que mais sofreram prejuízos no processo de ensino-aprendizagem ao serem ofertadas remotamente, para que então se possa priorizar o retorno delas para o ensino presencial de forma integral ou parcial – a exemplo das atividades que têm carga horária prática e trabalhos de laboratório e de campo.
Os fóruns on-line são espaços destinados à reflexão de questões relacionadas às mudanças no ensino provocadas pela pandemia. Transmitidos pelo canal da Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC) no YouTube, são abertos à participação de toda a comunidade.
Da edição desta quarta-feira, dia 21, participam a reitora Sandra Goulart Almeida, o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira, o pró-reitor adjunto de Graduação, Bruno Teixeira, as professoras Cristina Alvim e Andréa Rodrigues Motta, presidente do grupo de trabalho instituído pela Câmara de Graduação para o planejamento do retorno gradual às atividades presenciais. A atuação desse grupo de trabalho teve início no dia 11 de junho. Além de docentes e representantes de diversas áreas da Administração Central, ele reúne dois representantes discentes, indicados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). Veja a resolução que instituiu o GT.
De acordo com a titular da Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino (GIZ), Maria José Flores, o encontro desta quarta-feira vai ampliar as discussões que vêm sendo realizadas por dirigentes de diversas instâncias da UFMG – Reitoria, diretorias de unidades acadêmicas, colegiados de cursos e departamentos. “Esperamos que o fórum contribua para também mobilizar estudantes, servidores técnico-administrativos em educação e professores que não ocupam cargos de gestão. É importante que todos conheçam as diretrizes iniciais propostas e se empenhem no enfrentamento desse desafio. Precisamos nos organizar para dar conta de promover uma retomada segura sem deixar nenhum curso para trás”, defende a professora.
Fonte: Ewerton Martins Ribeiro (ufmg.br)

 

 

 

O CTVacinas da UFMG terá suas atividades ampliadas para se transformar em um polo nacional de desenvolvimento de imunizantes, fármacos e kits diagnósticos. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o governo estadual anunciaram o aporte de R$ 80 milhões para financiar a expansão do Centro, instalado no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec).
O acordo foi acertado em reuniões realizadas na semana passada (13 e 14 de julho), quando a UFMG recebeu a visita do secretário-geral de Governo, Mateus Simões, e do subsecretário de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Felipe Attiê. O MCTI foi representado pelo secretário de Estruturas Financeiras e de Projetos, Marcelo Meirelles, pelo diretor do Departamento de Estruturas para Viabilização Financeira e Projetos, Carlos Marques, e pelo coordenador-geral de Modelagem de Instrumentos Financeiros da Secretaria de Estruturas Financeiras e de Projetos (Sefip) do MCTI, Carlos Alberto Fernandes.
A parceria que une o MCTI, o governo de Minas e a UFMG começou a ser desenhada em fevereiro deste ano, quando a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, o pró-reitor de Pesquisa, Mario Montenegro Campos, a professora Ana Paula Fernandes, do CTVacinas, e o vice-governador Paulo Brant reuniram-se em Brasília com o ministro Marcos Pontes. O acordo ora negociado é um desdobramento daquele encontro, cuja pauta central foi a transformação do CTVacinas em um centro nacional de vacinas. “Essas parcerias são fundamentais. Elas miram não apenas o combate a esta pandemia, mas principalmente o futuro de um país que ambiciona ser soberano na produção de vacinas, diagnósticos e medicamentos”, afirma a reitora Sandra Goulart Almeida.
Segundo a reitora, esses recursos se somam a outros liberados por parlamentares estaduais e pela Prefeitura de Belo Horizonte direcionados especificamente para os testes da SpiN-TEC, a vacina contra a covid-19.
Investimentos
Dos R$ 80 milhões aportados no CTVacinas, R$ 30 milhões serão liberados pelo governo de Minas, por meio da Fapemig e da Secretaria Estadual de Saúde. Os outros R$ 50 milhões virão do MCTI, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
A parceria com o governo de Minas também prevê o compartilhamento de laboratórios e a cooperação em projetos de desenvolvimento entre a Funed e a UFMG como contrapartida ao valor investido.
Fonte: Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e ufmg.br
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