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SAÚDE

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A UFMG iniciará o primeiro período letivo de 2022 com atividades acadêmicas em modo integralmente presencial. Estudantes dos cursos de graduação e de pós-graduação (stricto sensu e lato sensu) e as atividades de extensão voltarão a ocupar os espaços físicos dos campi de Belo Horizonte e Montes Claros a partir do dia 26 de março.

“O ERE [Ensino Remoto Emergencial] e o EHE [Ensino Híbrido Emergencial] foram muito importantes para viabilizar o ensino de graduação nesses dois anos e contribuir para a manutenção do vínculo dos estudantes com a Universidade, mas, como regimes excepcionais, têm suas limitações e foram adotados de forma temporária”, ressalta a pró-reitora de Graduação, Benigna Maria de Oliveira.

O retorno ao presencial é, portanto, fundamental para que esses vínculos sejam solidificados e para assegurar a qualidade do ensino, principalmente em relação às atividades de caráter prático, assim como para garantir a inclusão e permanência dos estudantes no ensino superior. Como exemplo, Benigna cita os cursos da área da saúde, que retomaram suas atividades práticas e assistenciais ainda no segundo semestre de 2020. “Ficou evidente que o retorno era fundamental para que essas atividades, incluindo as de caráter assistencial, fossem desenvolvidas de forma adequada, contribuindo para a qualidade da formação desses estudantes. Elas se constituem em apoio importante para diversos setores da sociedade, como os serviços de saúde”, afirma a pró-reitora, mencionando ainda outros ganhos para a formação dos estudantes da UFMG, como a participação em atividades de extensão, culturais, esportivas e de mobilidade. 

Ambiente seguro
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida afirma que a UFMG está se preparando para receber os estudantes em suas instalações – muitos deles, embora com metade do curso percorrido, ainda não frequentaram os campi e unidades da Universidade. “A UFMG tem-se esforçado para construir um ambiente seguro, com adoção das medidas de biossegurança recomendadas pelo Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus, como uso obrigatório de máscaras, campanhas para garantir a vacinação da comunidade e mapear os espaços físicos e oferta de álcool em gel para higienização frequente das mãos”, exemplifica.

Ainda de acordo com a reitora, os próprios estudantes reivindicam o retorno. “Eles querem vacinação, que já está em estágio avançado, e aulas nos campi, o que ocorrerá com a adoção de todos os cuidados possíveis”, ressalva. Sandra Goulart acrescenta que a UFMG vem fazendo o mapeamento da situação vacinal de sua comunidade pelo Monitoracovid e acabou de instituir uma comissão, por meio do Conselho Universitário, “para analisar a possibilidade de solicitação de comprovante vacinal como mais uma forma de contribuir, de forma ética e responsável, com a imunização coletiva”.

O formato presencial também é defendido pelo pró-reitor de pós-graduação, Fabio Alves. “Entendemos ter chegado o momento de retorno às atividades presenciais. Fomos bem-sucedidos nas atividades remotas. Porém, o sistema de pós-graduação stricto sensu da UFMG foi concebido para ser presencial. O desafio agora é garantir que as atividades sejam desenvolvidas presencialmente na forma como foram concebidas e aprovadas”, observa o pró-reitor. Ele diz esperar ampla presença de estudantes e professores da pós-graduação a partir do início do próximo período letivo.

A expectativa é de que também as atividades de extensão sejam retomadas de forma presencial, em atendimento à demanda de setores sociais que atuam em conjunto com a Universidade, segundo a pró-reitora de Extensão, Cláudia Mayorga. “Esse contato dialógico e presencial da UFMG com os territórios é muito importante e contribui significativamente para a formação dos estudantes”, avalia.

Regulamentação
Para possibilitar que esses encontros e reencontros ocorram da forma mais segura possível, enquanto durar a pandemia da covid-19, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da UFMG regulamentou o retorno das atividades presenciais, em conformidade com os protocolos de biossegurança definidos no Plano de Retorno Presencial e com as diretrizes estabelecidas pelas câmaras de Graduação, de Pós-graduação e de Extensão.

Somente em situações excepcionais, em que as unidades acadêmicas justifiquem a dificuldade de cumprir normas de biossegurança previstas no plano de retorno em razão de limitações de infraestrutura, poderá ser proposta a substituição parcial de atividades presenciais por remotas. As justificativas devem ser avaliadas e aprovadas pela diretoria da unidade acadêmica ou estrutura equivalente e, caso necessário, pelas câmaras de Graduação, Pós-graduação e Extensão.

No último dia 17, a Câmara de Graduação aprovou a Resolução 2/2022, que dispõe sobre flexibilizações temporárias no regime acadêmico e diretrizes sobre processos avaliativos dos cursos de graduação durante a pandemia. Segundo a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira, “esse será o primeiro período letivo com atividades integralmente presenciais após dois anos de regime emergencial, o que demanda um período de adaptação até mesmo para os estudantes veteranos”.

A norma prevê possibilidade de concessão de regime especial para estudantes impedidos de realizar as atividades avaliativas presenciais, quando houver indicação de isolamento ou quarentena por confirmação do diagnóstico da covid-19.  

Benigna lembra que situações como essas são foco de orientação da Câmara de Graduação, em sintonia com o plano de retorno, que deve sempre ser consultado para informações adicionais. Além disso, as unidades acadêmicas dispõem de comitês locais de enfrentamento do coronavírus para acompanhar a situação epidemiológica de acordo com suas especificidades.

No caso da pós-graduação, o pró-reitor Fabio Alves afirma que as orientações repassadas aos programas reiteram o caráter presencial dos programas stricto sensu e informam que as excepcionalidades serão analisadas com base nas justificativas encaminhadas pelos colegiados. Serão consideradas, por exemplo, as atividades ofertadas em conjunto com outras instituições de ensino superior, que necessitem de suporte virtual. “Esse é um exemplo de atividade que poderá ser oferecida em formato remoto ou híbrido”, observa o professor. 

No âmbito da extensão, a pró-reitora Cláudia Mayorga destaca que há vários projetos com seleções abertas para bolsistas e voluntários, disponíveis para consulta no site da Proex e nos centros de Extensão (Cenex) das unidades acadêmicas. Contudo, ela defende que é preciso estudar a pertinência da oferta de algumas atividades no formato virtual, de forma excepcional, “como forma de somar frentes, metodologias e estratégias de diálogo”.

Legislação e plano de retorno respaldam volta ao presencial

As medidas excepcionais adotadas pela UFMG durante a vigência dos regimes remoto e híbrido foram respaldadas pela Lei 14.040, de agosto de 2020. Com a publicação da Lei 14.218, em outubro do ano passado, essas medidas só poderão ser adotadas até o fim do segundo período letivo de 2021, que termina nesta sexta-feira, 25 de fevereiro. “Portanto, para o ano letivo de 2022, a Universidade não tem mais amparo legal para permanecer no ERE ou no EHE, devendo retomar a oferta de seus cursos no modo presencial”, afirma a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira.

Além disso, a migração para a etapa 3 do Plano de Retorno, definida em dezembro do ano passado, também autoriza a retomada das atividades presenciais. O documento preconiza que não há mais limite de teto para a ocupação física dos espaços da UFMG por atividades presenciais, desde que sejam observadas as medidas estipuladas pelo plano, como uso de máscaras adequadas, distanciamento e ventilação. “Como medida educativa, a UFMG está distribuindo máscaras PFF2 para as pessoas em atividade presencial e conta também com o Monitoracovid, que faz o acompanhamento dos registros e encaminha os casos suspeitos para testagem nos laboratórios da Universidade”, afirma a reitora Sandra Goulart Almeida.

Fonte: ufmg.br

A UFMG acaba de publicar no site coronavírus (https://ufmg.br/coronavirus), que concentra informações sobre a covid-19 no portal da Universidade, versão atualizada de seu Plano de Retorno Presencial( clique neste link: https://bit.ly/3GAq3Gh). A atualização é motivada pela percepção da importância de registrar o histórico dos esforços empreendidos nos dois anos de enfrentamento da pandemia e para esclarecer aspectos cruciais da Etapa 3. A avaliação do novo cenário pandêmico também foi contemplada em resposta a uma demanda da comunidade identificada em espaços de diálogo com o Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG.
As atualizações do plano são baseadas em evidências científicas, nas mudanças no ritmo da imunização e nos quadros epidemiológico e assistencial e também nas recomendações das autoridades sanitárias. Como informa o documento, “cada versão atualizada substitui a anterior, pois a evolução do cenário e das medidas de controle da pandemia geram novas perspectivas, demandas e necessidades”.
O Plano de Retorno menciona a Resolução 01/2022, aprovada em janeiro pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Cepe) – clique aqui: https://bit.ly/3GL44Na, que determina o retorno às atividades presenciais, considerando a possibilidade de situações excepcionais que serão avaliadas pelas diretorias das unidades, de acordo com as orientações do plano. O agravamento da situação pandêmica pode provocar a suspensão temporária das atividades presenciais.
“Essa versão do Plano de Retorno contém explicações mais completas e o histórico detalhado das medidas tomadas pela UFMG desde o início de 2020, quando surgiram os primeiros sinais consistentes da crise sanitária”, afirma a professora Cristina Alvim, da Faculdade de Medicina e coordenadora do Comitê Permanente.
Cristina Alvim reforça o que tem sido divulgado nas últimas semanas e está registrado no Plano: o mecanismo que previa a possibilidade de retrocessos entre as etapas não faz mais sentido – a Universidade está na Etapa 3, a última do planejamento (em que não há restrição de teto de ocupação dos espaços, desde que respeitadas as medidas de biossegurança, como uso de máscaras adequadas, higiene das mãos, distanciamento entre as pessoas e ventilação de ambientes), e considera-se a possibilidade de avanços e recuos de acordo com o monitoramento da situação, em seus vários aspectos.
Conhecimento e incerteza
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida destaca que as ações da UFMG são pautadas pela avaliação constante do cenário epidemiológico, com base em análises do Comitê de Enfrentamento, da apreciação do Comitê de Acompanhamento do Conselho Universitário, dos comitês locais e do Cepe. “A Etapa 3 parte do princípio de que não há resposta sobre quando voltaremos a uma situação parecida com a da pré-pandemia. Nossas medidas seguirão levando em conta a observação do quadro geral, que é dinâmico, e as análises das instâncias colegiadas. Neste início do terceiro ano de pandemia, temos ciência de que ainda há incertezas sobre o desenrolar dos acontecimentos, mas também confiança de que acumulamos um aprendizado que nos possibilita traçar uma rota mais segura para fazer essa travessia”, afirma a reitora.
Como está registrado na versão atualizada do Plano de Retorno Presencial, “evidencia-se a necessidade de aprender a conviver com a covid-19 com segurança e responsabilidade”. A liberação do teto de ocupação, condicionada ao cumprimento das medidas de biossegurança, dará às unidades acadêmicas e administrativas maior flexibilidade para se organizar as atividades de acordo com suas necessidades e especificidades, respeitada a legislação vigente e as decisões do Cepe, o que também tem sido um critério de condução do retorno presencial desde o início da pandemia.
A versão recém-publicada do Plano de Retorno também contém orientações aos comitês locais das unidades e os dados mais recentes sobre a vacinação da comunidade acadêmica, entre outras informações.
Além da leitura da nova versão do documento, Cristina Alvim recomenda que se assista à gravação do seminário Como conviver com a covid? Impactos e perspectivas após dois anos de pandemia, realizado no dia 2 deste mês (veja aqui e aqui), que reuniu professores da UFMG especialistas nas áreas mais relevantes para o combate à pandemia.
Fonte: ufmg.br
Depois de quase dois anos de pandemia, a comunidade da UFMG já não é mais a mesma. A maior crise sanitária registrada nos últimos 100 anos trouxe impasses e sofrimentos, mas também proporcionou aprendizados que devem ser compartilhados e inspirar uma nova abordagem para enfrentar os desafios. Essa percepção permeou o seminário Como conviver com a covid? Impactos e perspectivas após dois anos de pandemia, promovido, na tarde desta quarta-feira, dia 2, pelo Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG.
O tom foi dado pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida já na abertura do evento, realizado no auditório da Reitoria e transmitido pelo canal da Coordenadoria de Assuntos Comunitários (CAC) no Youtube. Sandra Goulart buscou inspiração no intelectual e escritor indígena Ailton Krenak. “Não me esqueço de uma fala dele em 2020, em um evento da UFMG. Ele dizia que não podemos voltar ao normal, porque voltar ao normal indicaria que esquecemos tudo o que aprendemos nessa caminhada”, afirmou a reitora.
Em sua fala, a reitora destacou o trabalho “responsável e solidário” exercido pela UFMG durante esse período de crise, por meio de pesquisas, testagens e assistência às populações vulneráveis, atuação amplamente reconhecida pela sociedade.
Segundo ela, a UFMG vive agora uma nova etapa no processo de superação da pandemia com o retorno das atividades presenciais. “De acordo com etapa 3, não há mais teto de ocupação de espaços, mas tudo será feito com extrema segurança: uso de máscara, distanciamento, enfim, continuamos nos pautando pela responsabilidade, cautela e compromisso ético que sempre marcaram a nossa instituição”, ressaltou a dirigente.
Sandra Goulart destacou que todas as decisões tomadas até agora em relação à pandemia são baseadas nas avaliações técnicas e científicas do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus (de caráter consultivo) e acompanhadas por uma comissão instituída no âmbito do Conselho Universitário, a principal instância de deliberação da UFMG. É nesse ambiente institucional que está sendo discutida, por exemplo, a questão do comprovante vacinal. “É uma solicitação que a UFMG não descarta”, registrou a reitora.
O seminário foi estruturado em duas partes: na primeira, houve discussões sobre o eventual fim da pandemia em 2022, a eficácia das vacinas na prevenção das novas variantes e o impacto da crise sanitária na saúde mental. A segunda parte reuniu apresentações sobre questões éticas suscitadas pela pandemia, sobre as estratégias de controle postas em prática ao redor do mundo e uma análise sobre os dados da pandemia em Belo Horizonte e no estado de Minas Gerais. A cobertura desse eixo do seminário será registrada em outra reportagem do Portal UFMG.
Spoiler
O professor Unaí Tupinambás, da Faculdade de Medicina, começou sua explanação fazendo um spoiler (revelação antecipada). Para ele, a pandemia vai acabar, sim, em 2022. “Talvez neste semestre. Mas o vírus vai continuar com a gente”, ressalvou o infectologista, para então descrever o que está sendo projetado. Segundo ele, o mundo deverá entrar em um cenário de endemia, ou seja, em um estágio de relativo controle da doença, com surtos locais e sazonais, porém de monta passível de ser prevista e combatida com o uso de estratégias combinadas.
“Em relação à covid-19, provavelmente nunca atingiremos a imunidade de grupo, pois o vírus vai mudando”, disse o infectologista. Ele acredita que a covid-19 deverá se transformar em uma doença semelhante à gripe – que acompanha a humanidade há séculos – e não ao sarampo, enfermidade que pode ser erradicada em razão de sua vacina ser esterilizante. “As vacinas até agora desenvolvidas contra a covid-19 não tinham a pretensão de cortar a infecção. Elas se aproximam mais da vacina da influenza: tomamos, eventualmente ficamos gripados, mas de forma mais branda”, comparou.
“A eficácia da vacina está em impedir as formas moderadas e graves da doença”, insistiu Unaí. “A verdade é que, se não tivéssemos as vacinas contra a covid-19, estaríamos em um caos total”, pontuou o professor, ao tempo em que demonstrava, por meio de estudos, a explícita relação entre aumento da vacinação e a queda da letalidade da covid-19. “Agora, temos que pensar também que deveremos precisar de uma segunda geração de vacinas para este ano ainda ou o para o ano que vem”, disse.
Vacinas ganham de variantes
Em sua palestra sobre vacinas e variantes, o virologista Flávio Fonseca, professor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), explicou que o mundo opera como se fosse um grande laboratório a céu aberto de evolução viral, com vírus se adaptando continuamente ao ser humano por meio de seus desdobramentos em variantes, que nada mais são que exemplares mutantes.
“Essa é uma batalha que vem sendo travada há bilhões de anos – não com a nossa espécie, em particular, já que nossa espécie não tem bilhões de anos, mas entre os próprios vírus”, disse ele, evocando os processos de seleção natural que, a rigor, foram os responsáveis pelo advento das chamadas “variantes de preocupação” – alfa, beta, gama, delta e ômicron.
Nesse contexto, Flávio da Fonseca dedicou a parte inicial de sua exposição a explicar o processo por meio do qual as variantes surgem, as chamadas pressões seletivas (materializadas de forma aleatória e imprevisível, em razão de critérios como transmissibilidade, infecciosidade e escape imunológico) que ocorrem por meio de clonagens e multiplicações que os vírus fazem de si.
“A questão das variantes é um ponto central para se pensar para onde caminhará a pandemia”, disse o virologista, dando ensejo à segunda parte da sua fala, tematizada na questão das vacinas e no esperado fim da pandemia. Flávio da Fonseca explicou que, de alguma forma, o pior talvez esteja ficando para trás – isso porque, segundo ele, depois de a indústria ter estabelecido capacidade técnica e científica para a produção de vacinas para um vírus como o Sars-CoV-2, essa capacidade em tese se mantém, a despeito de como caminhe o seu desdobramento em novas variantes. “Não estamos lidando com um vírus que nasceu ontem; os vírus têm bilhões de anos de evolução, então é muito difícil prever como será a sua próxima variante. Há um fator de imprevisibilidade”, ponderou. “Mas, se não posso prever isso, uma coisa eu posso prever: nós vamos ter uma vacina para ela”, garantiu.
As análises de Unaí Tupinambás e Flávio da Fonseca sobre a possibilidade de que o mundo saia em breve do atual quadro pandêmico trazem esperança para quem teve sua saúde mental abalada pela pandemia. Essa foi a avaliação feita pela enfermeira e psicóloga Tereza Kurimoto, professora da Escola de Enfermagem, que encerrou a primeira mesa de palestras do evento.
Segundo ela, o tempo prolongado de pandemia, com o contexto de inseguranças e incertezas que lhe é inerente, teve repercussão muito negativa na saúde mental das pessoas – e isso foi demonstrando por meio de pesquisas. “Temos vivido, desde o começo da pandemia, um contexto de agravamento do sofrimento psíquico. Cerca de um terço das pessoas contaminadas relatam ter sofrido uma piora em seu quadro de saúde mental, e aquelas com sofrimento ou adoecimento psíquico prévio descrevem uma piora ainda mais acentuada”, explicou. “Esse é um tempo de muita angústia para muitos e muitas. A angústia surge dessa experiência de poucas respostas, de imprevisibilidade e de encontro com a finitude, encontro com a morte, encontro com a realidade da nossa fragilidade humana diante de um ser tão pequeno, mas tão poderoso, que faz uma intervenção tão drástica em nossos modos de vida”, refletiu a professora.
Fonte: ufmg.br
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