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INFORMAÇÃO

 

 

 

As aulas presenciais dos cursos de graduação, pós-graduação, da Escola de Ensino Básico e Profissional da UFMG (Centro Pedagógico, Colégio Técnico e Teatro Universitário) e de extensão serão suspensas a partir desta quarta-feira, 18, por tempo indeterminado. A medida, tomada agora há pouco, dá continuidade à série de alterações em seus processos e procedimentos que a UFMG vem adotando há 15 dias como forma de contribuir para a mitigação do avanço da pandemia da Covid-19, provocada pelo novo coronavírus.

“Antes mesmo do registro de casos no Brasil, a UFMG já acompanhava atenta a situação, ciente de sua responsabilidade social e da força de sua presença no Estado. O Comitê de Enfrentamento – com participação de especialistas de diversas áreas do conhecimento – foi instituído com o objetivo de dar segurança à nossa comunidade e tranquilidade institucional. Quando ficou claro que havia a necessidade de instituir o distanciamento social, passamos a discutir esse posicionamento com o governo do Estado, porque essa é uma medida de forte impacto social, humano e econômico e não tem efetividade se não for coordenada com todos os atores”, explica a reitora da Universidade, Sandra Regina Goulart Almeida.

A medida foi anunciada após reunião com os reitores das Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (Foripes-MG), da qual participou o subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais, Dario Brock Ramalho, que apresentou dados sobre a evolução epidemiológica da Covid-19 em Minas Gerais. Segundo, o estado apresenta um atraso de cerca de duas semanas em relação à situação nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. “Dentro da evolução da doença, Minas Gerais e a capital Belo Horizonte devem começar a registrar mais casos a partir desta semana, contudo, sem transmissão comunitária (quando não se pode mais identificar a trajetória do vírus)”, destacou.

A necessidade de articular as ações foi destacada pelo subsecretário, que agradeceu às instituições públicas de ensino superior o compromisso de todas de articular as suas ações, potencializando o impacto das decisões, e a contribuição em produção e disseminação de conhecimento sobre a nova doença. “Uma grande dificuldade que temos deve-se à inexistência de dados sobre o comportamento do vírus nos países tropicais. Estamos iniciando a geração desses dados porque estamos entre os primeiros países afetados. Olhamos com atenção as informações da epidemia nos países temperados, mas é preciso observar os dados da nossa realidade”.

A reitora Sandra Goulart Almeida explicou que o Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG acompanha diariamente a epidemiologia da Covid-19 de forma a racionalizar as ações tomadas na Universidade. “Temos 60 mil pessoas em nossa comunidade, não podemos simplesmente parar de uma hora para outra todas as atividades – quando não há orientação técnica para isso – e provocar uma série de impactos colaterais. Não podemos sobrecarregar rodoviárias, por exemplo, e parte expressiva de nossos alunos hoje não é da de Belo Horizonte. Muitos deles dependem dos nossos restaurantes universitários para se alimentar, precisamos continuar garantindo essa alimentação até a hora que for o momento de interromper completamente as atividades”, informou.

Em entrevista à TV UFMG, a reitora Sandra Goulart Almeida fala sobre as ações da Universidade para planejar as ações de contenção do avanço da pandemia:

Interrupção gradativa
Como observa continuamente a evolução da pandemia, o Comitê de Acompanhamento pode recomendar outras medidas. Foi decisão do comitê, na última sexta-feira, por exemplo, determinar a suspensão de eventos e limitar a participação de pessoas com mais de 60 anos e integrantes dos grupos considerados vulneráveis pelo Ministério da Saúde (portadores de HIV, transplantados, diabéticos, hipertensos, cardiopatas e pneumopatas), além de estender a limitação para gestantes e imunossuprimidos de maneira em geral.

De quarta (18) a sexta-feira (20), o Comitê discutirá a necessidade de trabalho remoto para os servidores técnico-administrativos e questões como as condições para a continuidade dos trabalhos de pesquisa, que não podem ser interrompidos, e a atuação de estagiários e bolsistas em projetos da própria universidade. Algumas questões dependem ainda de decisões administrativas no âmbito federal e da recomendação do governo de Estado para intensificação do distanciamento social.

Nem todos os estudantes e servidores técnico-administrativos seguem em plena atividade até a próxima quarta-feira. “A suspensão total das aulas presenciais a partir do dia 18 vale para todos os cursos. Mas até lá continuam valendo as recomendações de afastamento dos professores, estudantes e servidores técnico-administrativos que apresentem sintomas respiratórios, daqueles que tiveram contato com pessoas suspeitas ou confirmadas e também daqueles que integram os grupos de vulnerabilidade. Nesses casos, a UFMG já previa o trabalho domiciliar”, destaca a presidente do Comitê Permanente, Cristina Alvim.

Reunião com os diretores
Na tarde desta segunda-feira, a reitora e o vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira, também estão reunidos com os diretores das unidades acadêmicas e administrativas para articular as ações da progressiva paralisação de atividades da UFMG. Da reunião, que ocorre nesta tarde na Reitoria, também participam os pró-reitores acadêmicos e administrativos e a presidente do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG, Cristina Alvim.

Em seguida, a reitora e o vice-reitor reúnem-se com os integrantes da equipe da Administração Central da Universidade. Na pauta os preparativos para a interrupção progressiva das atividades e o início de um trabalho que pretende construir orientações para o atendimento e encaminhamento de situações específicas. Também será discutido o relacionamento com parceiros externos. “Temos centenas de ações de extensão que podem ser prioridade de oferta justamente neste momento em que é necessário redobrar os cuidados com nossa população. Por isso, vamos fazendo o nosso planejamento juntamente com a interrupção das aulas. Afinal, é uma situação emergencial e estamos adotando esse encaminhamento com muita responsabilidade, serenidade em conformidade com os protocolos definidos pelas autoridades da área de saúde”, finalizou a reitora.

 

 

O novo coronavírus responsável pela doença Covid-19, exige de todos, cuidados básicos de higiene que podem reduzir o risco de transmissão e contágio. É importante a orientação correta sobre os cuidados efetivos para evitar tanto a negligência como o pânico desnecessário. Faça sua parte!

 

 

 

 

 

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A Escola de Veterinária oferecerá vagas para castração gratuita de cães e gatos. Interessados deverão comparecer ao Hospital Veterinário, no campus Pampulha, na próxima segunda-feira, dia 9, a partir das 8h, para a retirada de senhas. Não será aceito cadastro por telefone. A iniciativa integra o projeto de extensão Castração UFMG, coordenado pela professora Christina Malm, do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinária.

As vagas são destinadas a animais domésticos que estão sob os cuidados de pessoas com renda inferior a três salários mínimos. No site da Escola de Veterinária, é possível consultar a lista completa de documentos que devem ser apresentados para comprovação da renda. Também poderão se candidatar ONGs protetoras de animais parceiras do projeto estabelecidas em Belo Horizonte, além de protetores independentes que resgatam animais nas ruas ou que abrigam grande número de bichos. Os inscritos deverão aguardar avaliação dos documentos entregues. Caso sejam aprovados, serão chamados para consulta e castração.

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