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INFORMAÇÃO

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Pacientes atendidos no Hospital Borges da Costa, parte do complexo hospitalar do Hospital das Clínicas da UFMG, poderão contar com um espaço novo, interativo e divertido. Essa é a proposta de um crowdfunding (financiamento colaborativo) promovido na Universidade: o projeto Jardins do Borges, iniciativa de extensão da Faculdade de Medicina. Esses Jardins foram idealizados por professores do Departamento de Saúde Mental da Faculdade e visam a melhoria da qualidade de vida de crianças, adultos e idosos em tratamento psiquiátrico e oncológico.

Os espaços ao fundo do hospital serão telados e receberão melhorias nos pisos, jardins, iluminação, além de instalação de playground de atividades infantis, labirinto sensorial (feito para estimular os sentidos das crianças) e mobiliário específico para alocar materiais de trabalho usados nas terapias, como equipamentos de fisioterapia e terapia ocupacional. “Nossa meta inicial é a revitalização de duas áreas, sendo que uma delas será destinada apenas a crianças, com estrutura voltada às atividades infantis, e a outra para os adultos e idosos”, conta a professora Débora Marques, que está à frente do projeto.

O espaço já recebe oficinas de arte e música. A ideia é que isso se amplie. “Crianças que não param quietas – simplesmente porque não conseguem parar – e idosos poderão estar em uma sala de espera dinâmica, aonde se intervém e se entretém, além de socializar e otimizar o tempo para trabalhar habilidades”, explica a professora.

Qualquer pessoa poderá doar pela plataforma Benfeitoria. O projeto estará aberto a partir do dia 18 de novembro e receberá doações até 7 de fevereiro de 2020. As doações estão ligadas a recompensas, entregues caso se alcance o valor estabelecido. Quem contribuir poderá receber de ecobag e camiseta até convites para a Semana de Inovação e jantar especial do Chef Leo Paixão, no restaurante Glouton. Caso o valor de doações necessárias para execução do projeto não seja atingido, os doadores recebem de volta o investimento realizado.

Esse é um dos primeiros financiamentos colaborativos promovidos pela UFMG. “Os recursos públicos têm sido cada vez mais exíguos para novos investimentos e a campanha de crowdfunding é uma forma de dar voz àquilo que achamos que pode ser importante financiar, trabalhar por, criar e estimular”, explica. A captação se dá por intermédio da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e tem amparo na Lei nº 8.958/94.

 

 

A principal influência da música africana no Brasil é o samba. Vieram também da África o Maracatu, Congada, Cavalhada, Moçambique, Maxixe, Cabulelê, Carimbó e Jongo.

Alguns instrumentos musicais brasileiros, como o berimbau, o afoxé e o agogô são de origem africana.

As expressões musicais são também corporais e refletem nas formas de dançar. Alguns exemplos são:
– o maculelê que é uma dança folclórica brasileira;
– o samba de roda, uma variação musical do samba tocado com pandeiros, atabaques, berimbaus, chocalho e viola;
– o jongo, uma dança de origem africana que permitia que os escravos se comunicassem sem que os senhores e capatazes os entendessem. Por meio dessa dança contavam suas tristezas e sofrimentos;
– o maracatu, um dos ritmos de tradição africana, que hoje é difundido em todo o nordeste brasileiro, especialmente, nas cidades de Recife e Olinda.

São também expressões de música e dança as danças rituais, o tambor de crioula, samba-reggae e axé baiano.

Fonte: https://www.faecpr.edu.br/si…/portal_afro_brasileira/2_I.php
http://www.ebc.com.br/…/voce-sabe-qual-e-a-importancia-da-c…

 

 

 

Carnaval – O carnaval, maior festa popular do Brasil, é reflexo das muitas referências culturais dos povos que chegaram ao país. As festividades carnavalescas brasileiras contam com a dança e sonoridade essencialmente negras. São contribuições do negro no carnaval: a elaboração de gêneros musicais como o samba, o samba-enredo, o maracatu, o afoxé e o axé, a criação dos cordões, escolas de samba e muitos blocos famosos.

Bumba-meu-boi – O boi é uma das principais referências da cultura negra maranhense, presente em vários estados brasileiros.

Congado ou Congada – É uma dança que representa a coroação do rei do Congo, acompanhado de um cortejo compassado, cavalgadas, levantamento de mastros e música.

Marabaixo – Festividade realizada pelas comunidades negras do estado do Amapá. Trata-se de uma homenagem ao Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade que tem início na Páscoa e segue até o Domingo do Senhor.

Maracatu de Baque Virado – Os grupos de Maracatu de Baque Virado integram os festejos carnavalescos com um cortejo real negro ricamente trajado com sedas, veludos, bordados e pedrarias, em referência à corte europeia. A música é composta por batuques da tradição africana fundamentados no Candomblé.

Maracatu de Baque Solto – É uma referência da cultura pernambucana, no qual figuram os caboclos de lança. A maioria dos integrantes são trabalhadores rurais que produzem as próprias fantasias, guiadas, relhos e chapéus.
Marujada – A Marujada marca os festejos dos santos padroeiros locais com desfiles do porto até a igreja, entoados pela bandinha, cujos componentes estão fardados de marujos.

Reisado de Congo – Festa popular da região do Cariri, no estado do Ceará, tem como característica o teatro urbano e as danças de cortejo, legados marcantes das festas religiosas de matriz africana.

Fonte: http://www.palmares.gov.br/?page_id=34089
http://unegroriodejaneiro.blogspot.com/…/historia-do-carnav…

 

 

O objetivo do Dia da Consciência Negra é estimular a reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. A data celebra a riqueza cultural do povo negro e suscita debate sobre racismo, participação, inclusão e igualdade social.
O dia 20 de novembro foi escolhido como o Dia da Consciência Negra por ser a data da morte de Zumbi (20 de novembro de 1695), líder do maior quilombo que existiu no Brasil, o Quilombo dos Palmares.
 
Os Africanos foram muito importantes na formação cultural brasileira. A música, dança, religião, culinária, idioma, entre várias outras áreas foram profundamente influenciadas pela cultura afro-brasileira.
 
Durante esta semana, vamos mostrar algumas dessas influências na formação de nossa cultura.

 

Para tornar a coleta seletiva em Belo Horizonte mais rápida e eficiente, os antigos Locais de Entrega Voluntária de Recicláveis (LEVs) vêm sendo substituídos pelos Pontos Verdes. Centenas de equipamentos estão sendo implantados na cidade, desde outubro de 2019.

Com a mudança, ficou mais fácil acondicionar os recicláveis nos coletores. São disponibilizados apenas dois compartimentos, sendo um destinado à coleta de papel, metal e plástico, e um outro reservado para acondicionar somente o vidro. Os materiais devem estar limpos e secos, para não provocar mau cheiro e atrair animais que possam causar doenças. O novo sistema permite que caminhões apropriados façam a coleta.

No Campus Pampulha da UFMG, o Ponto Verde está localizado na Av. Mendes Pimentel, próximo a entrada da Av. Antônio Carlos e da Umei

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