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INFORMAÇÃO

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  1. Carlos Machado (Muritiba – BA) – poeta
  2. Abdias Nascimento (Franca – SP) – artista plástico, escritor, teatrólogo, político e poeta
  3. Adão Ventura (Santo Antônio do Itambé – MG – poeta e prosador
  4. Auta de Souza (Macaíba – RN) – poeta
  5. Conceição Evaristo (Belo Horizonte – MG) – escritora
  6. Carolina Maria de Jesus (Sacramento – MG) – escritora
  7. Cruz e Souza (Florianópolis – SC) – poeta
  8. Elisa Lucinda (Cariacica – ES) – poeta, jornalista, cantora e atriz
  9. Machado de Assis (Rio de Janeiro – RJ) – escritor, considerado o maior nome da literatura brasileira
  10. Milton Santos (Brotas de Macaúbas – BA) – geógrafo e escritor
  11. Maria Firmina dos Reis (São Luis – MA) – escritora
  12. Miriam Alves (São Paulo – SP) – poeta
  13. Niza Rizzi (Campinas – SP) – historiadora, tradutora e poeta
  14. Paulo Colina (Colina – SP) – poeta, prosador e ensaísta
  15. Solano Trindade (Recife – PE) – poeta, ativista político e artista múltiplo

   Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/15-escritoras-e-escritores-negros-que-deveriam-ser-estudados-nas-escolas/

 

 

 

O português do Brasil é resultado de um amplo e complexo processo de transformação ao longo dos anos. É um idioma rico e variado, originado de vários povos que chegaram no país e que conquistou sua identidade única devido à miscigenação linguística.

Os negros tiveram importante contribuição na formação do nosso idioma. No dicionário brasileiro existe grande quantidade de termos que usamos no dia a dia que são de origem africana, mais especificamente do quimbundo, língua do povo banto.

Alguns exemplos de palavras de origem banta:
BAGUNÇA, BANZÉ, BATUCAR, BELELÉU, BERIMBAU, BIBOCA, BANZÉ, CACHAÇA, CACHIMBO, CAÇULA, CAFOFO, CAFUNÉ, CALANGO, CAMUNDONGO, CANDOMBLÉ, CANGA, CANGAÇO, CAPANGA, CARIMBO, CATINGA, CHIMPANZÉ, COCHILAR, DENDÊ, FUNGAR, FUZUÊ, GANGORRA, JILÓ, MACUMBA, MANDINGA, MARIMBONDO, MAXIXE, MINHOCA, MOLEQUE, MOQUECA, MUCAMA, QUIABO, QUILOMBO, SENZALA, SUNGA, TANGA, TITICA, ZABUMBA.

Fonte: http://www.afreaka.com.br/…/a-influencia-africana-na-forma…/
http://legado.brasil.gov.br/…/linguas-africanas-exercem-inf…

 

 

 

Parceria do campus Saúde com o Departamento de Química do ICEx possibilitou a criação de nova tecnologia, de baixíssimo custo, capaz de combater larvas e ovos do mosquito Aedes aegypti mesmo em águas extremamente sujas, como a de esgotos. Trata-se de uma pastilha feita com tijolo de cerâmica tratado quimicamente, que é eficaz em locais inóspitos, como bueiros e ralos, onde não há luz ou água limpa. O larvicida, desenvolvido por equipe coordenada pelo professor Jadson Belchior, tem reduzido, em mais de 80%, a população do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika no campus Saúde.

O dispositivo foi criado a partir de uma demanda do campus, que tem os bueiros como principal foco de proliferação desses vetores. Esse comportamento foge do habitual, uma vez que o Aedes aegypti costuma depositar ovos em recipientes com água limpa.

“Nas unidades do campus, os vasinhos de plantas foram reduzidos. O mosquito provavelmente está fora dos prédios e migrando para dentro. Os bueiros acumulam água parada e nutrientes gerados por folhas secas. E é justamente disso que os ovos precisam para virar larvas”, detalha Jadson Belchior.

A pesquisa foi iniciada no começo deste ano, em continuidade a estudos desenvolvidos no ano anterior, também em parceria com o campus Saúde. Essas pastilhas têm como suporte uma cerâmica, que é impregnada com moléculas nocivas à larva, mas com nível de concentração que não faz mal ao ser humano.

O material larvicida é liberado de forma lenta e controlada quando entra em contato com a água, por cerca de 6 a 7 semanas, o que inibe o desenvolvimento dos ovos na fase larvária, impedindo-os de eclodir ou matando as possíveis larvas que eclodiram. Assim, o processo reduz drasticamente a proliferação dos mosquitos em locais inóspitos como bueiros, bocas de lobo, sifões de pias e ralos, que costumam acumular água no fundo.

A tecnologia também consegue eliminar larvas e ovos de outros mosquitos que se originam em fase aquática, como o vetor da malária e febre amarela, além de inibir a proliferação de escorpiões e baratas como efeito colateral, afastando-os dos locais onde o larvicida é colocado.

Belchior explica que a pastilha foi criada a partir de outra tecnologia também desenvolvida sob sua coordenação, em parceria com a Vértica Tecnologia e Inovação Ltda, e já patenteada pela UFMG.


 

 

 

Os negros trazidos da África aprendiam o português, eram batizados com nomes portugueses e obrigados a seguir o Catolicismo. Isto levou diversos grupos de africanos a misturarem as religiões do continente africano com o cristianismo europeu, processo que ficou conhecido como sincretismo religioso, e era uma forma de defesa do negro e não a incorporação da religião negra à religião predominante.

São exemplos de participação religiosa africana:
O Candomblé é uma religião afro-brasileira baseada no culto aos orixás praticada atualmente em todo o território.

A Umbanda é uma religião afro-brasileira, nascida no Rio de Janeiro. Suas crenças misturam elementos do candomblé, do espiritismo e do catolicismo.

O Catimbó ou Jurema é uma religião em que o Exu é a entidade responsável por auxiliar os mestres na realização dos trabalhos.

Fonte: https://www.portalbrasil.net/religiao_religioes_afrobrasile…
https://www.educamaisbrasil.com.br/…/sincretismo-e-religioe…

 

 

Existem dois aspectos da influência africana na culinária brasileira. O primeiro diz respeito ao modo de preparar e temperar os alimentos. O segundo, à introdução de ingredientes na culinária brasileira.

Muitos pratos conhecidos e apreciados aqui vieram de lá, dentre eles: vatapá, caruru, abará, abrazô, acaçá, acarajé, bobó, caldos, cozido, galinha de gabidela, angu, cuscuz salgado, moqueca e a famosa feijoada, que teve origem nas senzalas, onde o preparo era feito pelos africanos escravizados, usando feijão preto e sobras de carnes, dispensadas pelos senhores de engenho.

Tem também os doces como canjica, mungunzá, quindim, pamonha, angu doce, doce de coco, doce de abóbora, paçoca, quindim de mandioca, tapioca, bolo de milho, bolinho de tapioca entre outros.

Alguns ingredientes como pimenta malagueta, leite de coco, azeite de dendê, gengibre, feijão preto, carnes salgadas e curadas, quiabo, amendoim, mel, ervas aromáticas, etc só foram conhecidos no Brasil após a chegada dos negros.

Fonte: http://brasilcomsabor.blogspot.com/…/influencia-africana-na…
http://www.ebc.com.br/…/voce-sabe-qual-e-a-importancia-da-c…

 

 

 

O objetivo do Dia da Consciência Negra é estimular a reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. A data celebra a riqueza cultural do povo negro e suscita debate sobre racismo, participação, inclusãoigualdade social.

O dia 20 de novembro foi escolhido como o Dia da Consciência Negra por ser a data  da morte de Zumbi (20 de novembro de 1695), líder do maior quilombo que existiu no Brasil, o  Quilombo dos Palmares.

Os Africanos foram muito importantes na formação cultural brasileira. A música, dança, religião, culinária, idioma, entre várias outras áreas foram profundamente influenciadas pela cultura afro-brasileira.

Durante esta semana, vamos mostrar algumas dessas influências  na formação de nossa cultura.

 

 

A capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, esporte, cultura popular, dança e música.

Desenvolvida no Brasil por descendentes de escravos africanos, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando primariamente chutes e rasteiras, além de cabeçadas, joelhadas, cotoveladas, acrobacias em solo ou aéreas.

Uma característica que distingue a capoeira da maioria das outras artes marciais é a sua musicalidade. Ela foi proibida no Brasil durante muitos anos e declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade em 2014.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Capoeira

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