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IMPRENSA

 

 

A Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG realiza, na quarta-feira, 16 de outubro, concerto gratuito e aberto ao público na Praça de Serviços, campus Pampulha, por meio do projeto Quarta Doze e Trinta, integrante do Circuito Cultural UFMG. A atividade faz parte da programação da Semana do Conhecimento UFMG. A entrada é gratuita e aberta ao público externo. Mais informações em 3409 6411.

O concerto terá no repertório as obras Aberura Coriolano de Beethoven, Andante festivo de Sibelius e a Sinfonia 104 de Haydn. Sob regência da maestrina Iara Fricke Matte, a orquestra desenvolve algumas iniciativas de aproximação do público, como o projeto Jornada concertistas em pauta, com um concertista convidado. Mensalmente, realiza concertos gratuitos, com o intuito de difundir a arte sinfônica.

A orquestra
Fundada pelo professor Sebastião Vianna em 1972, a orquestra tem um papel fundamental como laboratório para um grande número de classes, como regência, composição, instrumentos de orquestra e até canto. Em sua composição, participam alunos de graduação, pós-graduação e servidores da UFMG.

 

 

A Diretoria de Ação Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) inaugura na próxima segunda-feira (14), às 18h, no saguão da Reitoria, a exposição “Sonho e Realidade: homenagem à Álvaro Apocalypse”. Além de uma sala especial com desenhos e pinturas do multiartista, serão exibidas obras de 16 ex-alunos que tiveram aula com Apocalypse durante a década de 70. A visitação pode ser feita até 30 de março de 2020, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A entrada é gratuita.

Conhecido por ter criado centenas de bonecos à frente do Grupo Giramundo, Álvaro foi pintor, ilustrador, gravador, desenhista, diretor de teatro, cenógrafo, museólogo e publicitário. Desde 1959, Apocalypse também foi professor da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG, onde deu aulas, entre outros alunos, para Geraldo Roberto da Silva. Foi Geraldo quem teve a ideia da exposição, após sonhar com o antigo professor. “Sonhei com Álvaro e senti que ele me passou uma incumbência, não obrigatória, mas uma sugestão agradável. Acordei com a ideia batucando na minha cabeça. E hoje, estamos aqui, aceitando e cumprindo a boa sugestão do que consegui apanhar do sonho”, conta.

Serão expostas obras de Canuta Duque, Claudia Marinuzzi,  Elizabeth Calil, Erli Fantini, Geraldo Roberto da Silva, José Alberto Nemer, Joyce Brandão, Liliane Romanelli,  Lúcia Marques (in memoriam) Márcia  Meyer Guimarães,  Maria  José  Vargas  Boaventura, Olímpia Couto,  Rosângela Ferreira, Rosana  Mendes  Campos e Thalma  de  Oliveira.  

Quem assina a curadoria são os professores da EBA, Beatriz Coelho e Fabricio Fernandino. “A homenagem se pauta em um corte histórico, perfazendo através de uma linha do tempo a evolução da obra desse mestre do desenho. É uma exposição composta por obras cedidas pelo Acervo Artístico da UFMG, pelo Acervo Apocalypse, e Teatro Giramundo, assim como coleções de particulares e da família do artista”, explicam.

Segundo os curadores, a escolha do dia 14 de outubro, para a abertura da visitação não foi ao acaso. “Ela acontece na véspera do Dia do Professor, uma ação simbólica, por meio da qual a UFMG visa estender a todos os professores, o reconhecimento do papel fundamental de cada um para a formação de pessoas preparadas para a vida e construtores de uma nação mais justa e democrática”, comentam.

Trajetória

Álvaro Brandão Apocalypse (1937-2003) estudou litografia e gravura em metal na Escola Guignard e iniciou o curso de Direito na UFMG, em 1956. A partir de 1959, integrou o corpo docente da recém-criada Escola de Belas Artes da UFMG, lecionando disciplinas de Desenho e Pintura. Tornou-se professor titular em 1981, participando efetivamente da vida artística dentro e fora da universidade, até sua aposentadoria. Em 1970, Álvaro criou o Grupo Giramundo, de teatro de bonecos, instalado por um longo período nas dependências da UFMG. As montagens do grupo são, até hoje, presença marcante nos Festivais de Inverno da universidade, com produções de peças de sucesso e de reconhecimento imediato.

 

Para acessar a versão online, clique aqui.

 

 

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), apresentou na manhã desta sexta-feira, 4, os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2018. Dos 12 cursos de graduação da UFMG avaliados nesta edição do Exame, oito receberam nota máxima, 5, e outros quatro obtiveram nota 4.

“Podemos afirmar, com certeza, que 100% dos cursos da UFMG avaliados apresentaram resultado de muito bom a excelente. Mais uma vez, o Enade atesta a excelência do ensino ofertado pela instituição”, explica a diretora de Avaliação Institucional da UFMG, Viviane Santos Birchal.

O Enade é resultado da aplicação das provas aos estudantes dos cursos de graduação das instituições de ensino superior brasileiras. Estudantes ingressantes e concluintes são inscritos, mas a prova é aplicada somente aos concluintes (alunos com mais 80% de carga horária integralizada e/ou aqueles que devem colar grau no final de 2019 ou 10 semestre de 2020). O conceito é resultante do desempenho dos alunos de graduação na prova, que contém questões de formação geral e componentes específicos de cada curso. As médias obtidas pelos alunos são padronizadas, de acordo com a média brasileira e o desvio-padrão, em conceitos que vão de 1 a 5. O conceito 3 é atribuído aos cursos que estão na média ou próximos a ela, 1 e 2 aos que estão abaixo, e 4 e 5 aos que estão acima.

A reitora Sandra Regina Goulart Almeida comemorou o resultado do Enade. “É muito bom constatar que estamos aparecendo sistematicamente bem posicionados em diversos instrumentos de avaliação acadêmica do ensino superior. O resultado do Enade 2018 atesta o cuidado especial que a UFMG tem com o ensino de graduação e confirma o compromisso de nossa instituição com a qualidade do ensino no Brasil. Seguramente, os resultados que temos alcançado são decorrentes da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão, dimensões fundamentais para a formação dos nossos estudantes”, afirma a reitora.

Análise rigorosa
Foram avaliados com nota 5 os cursos de Administração (campus Pampulha), Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Direito, Psicologia e Turismo. Os cursos de Administração (ICA/Montes Claros), Design, Gestão Pública e Relações Econômicas Internacionais obtiveram nota 4. Na comparação com a edição de 2015, quando o mesmo grupo de cursos foi avaliado, seis dos 11 cursos obtiveram melhora na nota. O curso de Gestão Pública não participou da edição de 2015.

“Mesmo alcançando ótimos patamares, esses resultados devem ser avaliados por Colegiados, Núcleos Docentes Estruturantes e Comissão Própria de Avaliação para percepção dos aspectos positivos e do que precisa ser melhorado. Os resultados representam importante instrumento de avaliação externa de nossos cursos”, afirma Viviane Birchal.

O Inep divulgou também o Índice de Diferença de Desempenho (IDD), que busca comparar os resultados do Enade, realizado pelos concluintes dos cursos de graduação, com os resultados desses mesmos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), obtendo-se uma medida do valor agregado pelo curso ao desenvolvimento do estudante. Instituições de alta concorrência no Sisu, como a UFMG, cujos candidatos precisam ter notas bastante elevadas para serem aprovados, tendem a obter IDD menor que o Conceito Enade, uma vez que é difícil melhorar ainda mais o próprio desempenho.

CPC e IGC
O Inep deve divulgar em novembro o Conceito Preliminar de Curso (CPC). Este indicador é composto pelo Conceito Enade, IDD e os resultados da Avaliação do Corpo Docente e do Questionário do Estudante.

Também será divulgado o Índice Geral de Cursos (IGC), composto pela média dos CPCs e conceitos da pós-graduação, avaliados pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ponderados pela proporção de número de alunos avaliados em cada nível (graduação, mestrado e doutorado). A UFMG vem alcançando o conceito máximo, 5, desde que o IGC começou a ser calculado, em 2007, e está entre as universidades mais bem avaliadas do país. Além disso, a UFMG também recebeu o Conceito Institucional (CI) máximo, igual a 5, no processo de recredenciamento que ocorreu em 2017.

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