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IMPRENSA

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De 4 a 8 de novembro, será realizada a Semana da Comunicação UFMG 2019, evento promovido pelo Departamento de Comunicação Social (DCS) da Fafich. Com o tema Diálogos e interfaces, a programação do evento ocupará quatro prédios do campus Pampulha ao longo da semana. Além de mesas-redondas, a programação conta com oficinas e exposições que abordarão temas como a história do DCS, programação para comunicadores e colagens digitais.

A participação na Semana da Comunicação é gratuita e aberta ao público. A inscrição pode ser feita neste link.

Estudos e práticas

O objetivo do evento é promover e estimular discussões entre alunos, pesquisadores e profissionais do mercado e fomentar a troca de conhecimento sobre temas relevantes para estudos e práticas da comunicação.

A abertura oficial, às 8h30 do dia 4, acontecerá  no auditório 104 do CAD 2, seguida da mesa ‘Desafios da comunicação e da participação em tempos de crise das instituições’, que contará com a presença da deputada federal Áurea Carolina e da professora da Faculdade de Direito da UFMG Marcella Gomes.

Hildegarda e historicidades

Um dos destaques da programação é a Jornada Hildegarda de Bingen, organizada por Nísio Teixeira professor do Departamento de Comunicação Social (DCS), com participação dos professores André Miatello e Sérgio Canedo, dos departamentos de História e Música da UFMG, respectivamente.

A Jornada celebra os 840 anos de Hildegarda, monja beneditina alemã que foi compositora, escritora, poetisa e dramaturga, além de teóloga, pregadora, naturalista e médica informal. As atividades da Jornada serão realizadas na Fafich e na Escola de Música da UFMG, no campus Pampulha.

Atividades

Os outros prédios que receberão a programação da Semana são os centros de Atividades Didáticas 2 e 3. O CAD 3 abrigará o X Encontro Historicidades dos Processos Comunicacionais, evento anual da rede Historicidades, formada por grupos de pesquisa em comunicação.

O evento reúne pesquisadores dos programas de pós-graduação em Comunicação da UFMG, da UFBA, da UFRJ, da UFPI, da Uerj, da USP, da Ufop, da UFRB e em Informação, Comunicação e Saúde, da Fiocruz.

 

 

 

A reitora Sandra Regina Goulart Almeida participou nesta terça-feira, dia 29, na Câmara dos Deputados, em Brasília, de um seminário sobre o papel das universidades públicas no desenvolvimento da ciência brasileira. A reunião, organizada pelas comissões de Ciência e Tecnologia e de Educação, foi proposta pela deputada Margarida Salomão (PT-MG). “Os cortes de recursos das universidades federais, as ameaças de fechamento de algumas Ifes, as grandes mobilizações sociais em defesa da educação pública e o Programa Future-se exigem intenso diálogo por parte do parlamento, da sociedade civil e do governo federal”, defendeu a parlamentar.

Sandra Goulart Almeida compôs mesa que discutiu o financiamento das universidades federais ao lado da vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências, Helena Nader, e do professor Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás . Em sua apresentação, a reitora da UFMG lembrou que financiamento é condição essencial para o desenvolvimento da ciência e da educação e para o exercício da própria autonomia universitária.

Segundo ela, são três as fontes de financiamento das universidades: a primeira são os recursos orçamentários discricionários, que abrangem salários, aposentadorias e pensões, e os não discricionários, que compreendem recursos de custeio, capital (investimentos) e assistência estudantil. A segunda fonte de recursos são os órgãos de fomento à pesquisa, como Capes, CNPq, Finep e fundações de apoio estaduais. A terceira sustenta-se na captação de recursos próprios, por meio de convênios com órgãos públicos, de royalties de patentes e transferência de tecnologia geradas por pesquisas aplicadas e prestação de serviços. “São com essas fontes que financiamos todas as todas as atividades acadêmicas e administrativas, inclusive a assistência estudantil, que beneficia cerca de um terço do alunado da UFMG, e nossa produção de pesquisa”, destacou a reitora.

De acordo com a Sandra Goulart, a UFMG é uma das universidades brasileiras que mantêm uma dos melhores taxas de sucesso da graduação do país: 75%. Entre as universidades federais brasileiras, essa taxa é de 60% e nos EUA, de 66%. Ela destacou ainda que esse índice é alcançado com um custo médio por aluno/ano que está dentro da média brasileira.

Casos de sucesso protagonizados por países que investiram pesadamente em educação, ciência e tecnologia – Coreia, China, Canadá e Israel – e as bem-sucedidas experiências das universidades estaduais paulistas, caracterizadas por “autonomia, investimento e liberdade”, também foram destacados pela reitora em sua apresentação na Câmara dos Deputados.

Educação e menos desigualdade
Segundo demonstrou a reitora, existe uma forte correlação entre educação superior e a queda dos níveis de desigualdade. “O Brasil é o país que apresenta maior retorno salarial para quem possui ensino superior”, disse ela. No entanto, apenas 18% dos jovens de 18 a 25 anos estão matriculados nesse nível de ensino.

Sandra Goulart também apresentou um panorama que confirma a relevância das universidades públicas no país. “Cerca de 90% da produção científica brasileira é feita nas instituições públicas, 17 das melhores universidades classificadas no ranking do jornal Folha de S.Paulo são públicas e 64% das instituições públicas receberam notas 4 ou 5 no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Autonomia e perspectivas
Ainda nesta terça-feira, o tema Autonomia, gestão e democracia foi debatido em mesa que reuniu a professora Maria Emília Walter, decana de pesquisa e inovação da Universidade de Brasília, o professor Roberto Salles, ex-reitor da Universidade Federal Fluminense, e o professor Luiz Antônio Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro

A programação do seminário foi encerrada nesta quarta-feira, 30, com debate sobre as Perspectivas das universidades brasileiras. A mesa reuniu o vice-presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Edward Madureira Brasil, a vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Fernanda Antônia da Fonseca Sobral, e o integrante do comitê executivo do Observatório do Conhecimento, Carlos Alberto Marques.

 

 

 

A Equipe Fórmula Tesla, que representará a UFMG na categoria Elétrica da 16ª Competição Fórmula SAE, está finalizando seus preparativos para a disputa que ocorrerá no fim do próximo mês. Nesta quinta-feira, 31, o grupo fará o lançamento do protótipo inscrito na competição em evento na Escola de Engenharia, no campus Pampulha, a partir das 19h30. Denominado NK319, o carro elétrico começou a ser projetado em janeiro e conta com diversas melhorias.

A fase de projetos durou até março, quando começaram a ser fabricados o chassi, a suspensão, a direção, o freio e a parte eletrônica. “O principal avanço foi na autonomia (distância percorrida pelo carro com uma carga), já que aumentamos o banco de baterias com mais 24 células. Se antes tínhamos uma autonomia de 13 quilômetros, agora ela alcança 22 quilômetros, distância superior ao percurso da competição”, revela Pedro Rosa, aluno do curso de Engenharia Mecânica e capitão da equipe.

O protótipo incorporou outras melhorias, como a redução da massa, que só foi possível pelo fato de a equipe ter trocado as peças de aço por alumínio aeronáutico. O carro elétrico também recebeu sensores, frenagem regenerativa e o sistema de telemetria, que gera dados em tempo real.

Desempenho
Fórmula Tesla é a atual vice-campeã do torneio nacional e busca resultados ainda melhores neste ano. “Projetamos, fabricamos e testamos um veículo de alto desempenho. Em 2018, no segundo ano de participação da equipe, conquistamos o segundo lugar geral e fomos muito elogiados pela evolução rápida e inovações aplicadas em nosso protótipo. Com toda a experiência adquirida no ano passado e com o feedback dos juízes, conseguimos melhorar a qualidade do projeto e incorporamos mais tecnologia à fabricação do protótipo”, salienta o capitão.

A equipe, formada por 44 alunos de graduação de diversas áreas da Escola de Engenharia da UFMG, tem como foco o desenvolvimento de um veículo da modalidade fórmula movido a eletricidade.

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