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IMPRENSA

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O Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh está recrutando profissionais de saúde para participar de pesquisa nacional que avalia segurança e efetividade das vacinas contra a covid-19. O cadastro deve ser feito até o dia 30 de junho, no site do HC. Os atendimentos ocorrerão no Ambulatório Borges da Costa, um dos anexos do hospital, e os voluntários receberão ajuda de custo no valor de R$20, para custeio do transporte.
O estudo, intitulado SevaCov-Pro, ajudará a entender como funcionam as vacinas contra a covid-19 na vida real, ou seja, fora do ambiente controlado dos ensaios clínicos. Serão colhidos dados também sobre a duração da proteção nas pessoas que estão mais expostas ao vírus e a resposta imunológica após a vacina, entre outros aspectos.
Os voluntários devem ter tomado a primeira dose da Coronavac ou da Astrazeneca e não podem ter participado de nenhum outro ensaio clínico de vacinas. No primeiro atendimento presencial no HC-UFMG, o voluntário preencherá termo de consentimento livre e esclarecido, será entrevistado pela equipe e terá amostra de sangue coletada para dosagem de anticorpos neutralizantes contra o Sars-CoV-2.
O recrutamento começou em setembro de 2021 e já alcançou 3,5 mil pessoas em todo o Brasil. Essa primeira etapa foi restrita aos profissionais de saúde dos oito centros participantes do estudo, que é liderado pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB). Na segunda fase, a expectativa é alcançar 10 mil voluntários.
Sobre a pesquisa
A SevaCov-Pro é um estudo de fase 4 que testa na vida real como funcionam os imunizantes aplicados em profissionais de saúde, avaliando segurança (desenvolvimento de reação adversa à vacina), efetividade (existência de diagnóstico da doença pós-vacinação e gravidade), imunogenicidade (resposta imunológica) e vigilância genômica (monitoramento de variantes do novo coronavírus).
O projeto é financiado pelo Ministério da Saúde e deve receber, até o final do estudo, R$ 13 milhões para custeio de insumos e contratação de profissionais especializados para condução do estudo.
Os centros de pesquisa participantes são o Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (HUB-UnB), o Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), o Hospital de Ensino da Universidade Federal de Pelotas (HU-UFPel), o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Humap-UFMS), o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), o Hospital Universitário Antônio Cassiano Moraes, da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes), o Complexo Hospitalar da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Hupe e PPC) e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Os seis primeiros integram a Rede Ebserh/MEC.
As inscrições devem ser feitas em um dos seguintes links: https://calendly.com/sevacovproexterno01/30min e https://calendly.com/sevacovproexterna02/30min. As entrevistas serão feitas no Ambulatório Borges da Costa, que fica na Avenida Alfredo Balena, 190, bairro Santa Efigênia. Será preciso levar cartão de vacina, comprovante de vínculo com instituição de saúde e carteira profissional (dos conselhos regionais de Medicina e de Enfermagem, por exemplo).
Outras informações podem ser solicitadas pelo telefone (31) 98365-4516 (WhatsApp ou ligação).
Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh
Na quarta-feira passada, dia 27 de abril, a UFMG enviou uma nota à comunidade informando que, apesar da “crescente pressão social pelo relaxamento das medidas preventivas” contra a covid-19, a Universidade, por ora, “mantém a obrigatoriedade do uso das máscaras em seus espaços”. Em seguida, a nota faz lembrar que “o uso de máscaras é uma estratégia de proteção coletiva importante e visa garantir a segurança de todas as pessoas”.
Como informa o texto, que é assinado pela reitora Sandra Regina Goulart Almeida e pelo vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a manutenção do uso de máscaras é uma medida de prevenção consistente com a atual condição pandêmica da covid-19. A nota ressalta, nesse sentido, que a emergência sanitária vivida atualmente pelo Brasil e pelo mundo ainda é definida como uma pandemia e, portanto, deve ser tratada como tal.
A nota vem a público após o governo de Minas Gerais anunciar que, a partir de 1º de maio, no estado, as pessoas não precisarão mais usar máscaras em locais fechados. O anúncio foi feito pelo governador Romeu Zema por meio de seu perfil no Twitter. Nesta quinta-feira, 28, de igual modo, a Prefeitura de Belo Horizonte, cidade em que a UFMG tem mantém o seu maior campus, também publicou um decreto em que desobriga o uso de máscaras em locais fechados, mas mantendo a obrigatoriedade para o transporte coletivo, o transporte escolar e os estabelecimentos de saúde.
Na nota em que informa que manterá a obrigatoriedade do uso de máscaras em seus espaços “mesmo que outros espaços da cidade estejam adotando medidas mais flexíveis”, a UFMG destaca outras razões da decisão: “A avaliação do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus é a de que ainda é prudente manter os cuidados para evitar a transmissão do vírus. O período de outono e inverno aumenta a circulação de diversos vírus respiratórios e ainda não sabemos como será o impacto dessa sazonalidade na capacidade do nosso sistema de saúde, exausto e sobrecarregado pelas consequências diretas e indiretas da pandemia.
A publicação também reitera “a determinação de que sejam evitadas quaisquer formas de aglomerações” nos espaços da Universidade e a recomendação do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus para que se privilegie o uso de espaços abertos e bem ventilados. Além disso, o documento lembra que é necessário o afastamento das atividades presenciais em casos de sintomas de covid-19 e que o sistema MonitoraCovid continua em atividade e deve ser usado pelos integrantes da comunidade acadêmica, quando surgirem sintomas.
Fonte: https://www.medicina.ufmg.br

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