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CULTURA

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A capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, esporte, cultura popular, dança e música.

Desenvolvida no Brasil por descendentes de escravos africanos, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando primariamente chutes e rasteiras, além de cabeçadas, joelhadas, cotoveladas, acrobacias em solo ou aéreas.

Uma característica que distingue a capoeira da maioria das outras artes marciais é a sua musicalidade. Ela foi proibida no Brasil durante muitos anos e declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade em 2014.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Capoeira

 

 

A principal influência da música africana no Brasil é o samba. Vieram também da África o Maracatu, Congada, Cavalhada, Moçambique, Maxixe, Cabulelê, Carimbó e Jongo.

Alguns instrumentos musicais brasileiros, como o berimbau, o afoxé e o agogô são de origem africana.

As expressões musicais são também corporais e refletem nas formas de dançar. Alguns exemplos são:
– o maculelê que é uma dança folclórica brasileira;
– o samba de roda, uma variação musical do samba tocado com pandeiros, atabaques, berimbaus, chocalho e viola;
– o jongo, uma dança de origem africana que permitia que os escravos se comunicassem sem que os senhores e capatazes os entendessem. Por meio dessa dança contavam suas tristezas e sofrimentos;
– o maracatu, um dos ritmos de tradição africana, que hoje é difundido em todo o nordeste brasileiro, especialmente, nas cidades de Recife e Olinda.

São também expressões de música e dança as danças rituais, o tambor de crioula, samba-reggae e axé baiano.

Fonte: https://www.faecpr.edu.br/si…/portal_afro_brasileira/2_I.php
http://www.ebc.com.br/…/voce-sabe-qual-e-a-importancia-da-c…

 

 

 

Carnaval – O carnaval, maior festa popular do Brasil, é reflexo das muitas referências culturais dos povos que chegaram ao país. As festividades carnavalescas brasileiras contam com a dança e sonoridade essencialmente negras. São contribuições do negro no carnaval: a elaboração de gêneros musicais como o samba, o samba-enredo, o maracatu, o afoxé e o axé, a criação dos cordões, escolas de samba e muitos blocos famosos.

Bumba-meu-boi – O boi é uma das principais referências da cultura negra maranhense, presente em vários estados brasileiros.

Congado ou Congada – É uma dança que representa a coroação do rei do Congo, acompanhado de um cortejo compassado, cavalgadas, levantamento de mastros e música.

Marabaixo – Festividade realizada pelas comunidades negras do estado do Amapá. Trata-se de uma homenagem ao Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade que tem início na Páscoa e segue até o Domingo do Senhor.

Maracatu de Baque Virado – Os grupos de Maracatu de Baque Virado integram os festejos carnavalescos com um cortejo real negro ricamente trajado com sedas, veludos, bordados e pedrarias, em referência à corte europeia. A música é composta por batuques da tradição africana fundamentados no Candomblé.

Maracatu de Baque Solto – É uma referência da cultura pernambucana, no qual figuram os caboclos de lança. A maioria dos integrantes são trabalhadores rurais que produzem as próprias fantasias, guiadas, relhos e chapéus.
Marujada – A Marujada marca os festejos dos santos padroeiros locais com desfiles do porto até a igreja, entoados pela bandinha, cujos componentes estão fardados de marujos.

Reisado de Congo – Festa popular da região do Cariri, no estado do Ceará, tem como característica o teatro urbano e as danças de cortejo, legados marcantes das festas religiosas de matriz africana.

Fonte: http://www.palmares.gov.br/?page_id=34089
http://unegroriodejaneiro.blogspot.com/…/historia-do-carnav…

 

 

O objetivo do Dia da Consciência Negra é estimular a reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. A data celebra a riqueza cultural do povo negro e suscita debate sobre racismo, participação, inclusão e igualdade social.
O dia 20 de novembro foi escolhido como o Dia da Consciência Negra por ser a data da morte de Zumbi (20 de novembro de 1695), líder do maior quilombo que existiu no Brasil, o Quilombo dos Palmares.
 
Os Africanos foram muito importantes na formação cultural brasileira. A música, dança, religião, culinária, idioma, entre várias outras áreas foram profundamente influenciadas pela cultura afro-brasileira.
 
Durante esta semana, vamos mostrar algumas dessas influências na formação de nossa cultura.

 

 

 

Ao longo do mês, a Praça de Serviços do campus Pampulha receberá seis apresentações de música e dança por meio do Circuito Cultural UFMG, projeto realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC). Duas delas são voltadas especialmente para apreciação da arte de autoria negra, e fazem parte da programação cultural do Novembro Negro UFMG, em conjunto com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). Todas as atrações são gratuitas e abertas ao público externo.

A abertura da programação cultural do Novembro Negro será na terça-feira (12), às 12h30, com o show ‘Dois Lados’, do cantor e compositor Gui Ventura. O músico, que atualmente cursa Letras na UFMG, se apresenta acompanhado de Rafael Dejero (baixo), Hugo Bizzoto (teclado ) e Edgar Siqueira (bateria). No repertório, estão canções do seu primeiro disco, o álbum ‘Dois Lados’, além de músicas inéditas que passeiam entre a MPB e a world music.

A parceria com o evento se estende no dia 20, às 12h30, com o espetáculo de dança ‘Corpo negro em cena’, da bailarina Júnia Bertolino. A atração do Quarta Doze e Trinta busca retratar os incômodos, as verdades, tristezas e alegrias que atravessam o corpo negro. Segundo a artista, que também é antropóloga e arte educadora, a montagem foi feita a partir de pesquisas sobre as corporeidades afro brasileiras e africanas presentes na literatura, no teatro, na música, e na dança.

Confira a agenda completa do Circuito Cultural UFMG no campus Pampulha:

12/11, às 12h30
Show ‘Dois Lados’ – Novembro Negro UFMG
Gui Ventura
Local: Praça de Serviços

13/11, às 12h30
Concerto da Boa Banda – Quarta Doze e Trinta
Local: Praça de Serviços

20/11, às 12h30
Espetáculo de dança ‘Corpo negro em cena’ – Quarta Doze e Trinta e Novembro Negro UFMG
Júnia Bertolino
Local: Praça de Serviços

21/11, às 17h30
Espetáculo do Núcleo de Formação em Dança do SESC – Ao Cair da Tarde
Local: Praça de Serviços

26/11, às 12h30
Concerto da Geraes Big Band
Local: Praça de Serviços

27/11, às 12h30
Apresentação da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG – Quarta Doze e Trinta
Local: Praça de Serviços

28/11, às 17h30
Show do Grupo de Percussão da Escola de Música da UFMG – Ao Cair da Tarde
Local: Praça de Serviços

 

Após dois meses exercitando o desenho a mão livre em parques e praças de Belo Horizonte, os alunos da disciplina “Desenho e criatividade: oficina de croquis” terão seus trabalhos expostos em mostra que inaugura nesta segunda-feira (21), às 15h, no mezanino da Escola de Arquitetura da UFMG. A disciplina é integrante da Formação Transversal em Culturas em Movimento e Processos Criativos, realizada pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

A exposição estará aberta de 21 a 28 de outubro, reunindo cerca de 60 desenhos de ambientes internos e externos de Belo Horizonte. Os croquis foram produzidos por 20 estudantes de diferentes cursos de Graduação, como Design de Moda, Biologia e Arquitetura. As aulas práticas aconteceram nas praças da Liberdade, Milton Campos, Rui Barbosa e parque Amílcar Vianna, entre outros pontos da cidade.

Segundo o professor Alexandre Monteiro de Menezes, o maior aprendizado que cada um deles levará para sua respectiva área do conhecimento é saber colocar as técnicas e princípios do desenho – como perspectiva, observação e outros -, à serviço da imaginação e da criatividade. “Mais do que praticar a habilidade manual, o objetivo foi desenvolver uma sensibilidade para representar o que se vê. O foco está no processo de aprender a ver a cidade em que moramos de outra maneira”, explica o professor do Departamento de Projetos da Escola de Arquitetura da UFMG.

SERVIÇO
Exposição “Desenho e criatividade: oficina de croquis”
Período de visitação: 21 a 28 de outubro
Horário: segunda a sexta, das 8h às 18h
Local: Escola de Arquitetura da UFMG – mezanino
(Rua Paraíba, 697 – Savassi)
ENTRADA FRANCA

 

 

A Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG realiza, na quarta-feira, 16 de outubro, concerto gratuito e aberto ao público na Praça de Serviços, campus Pampulha, por meio do projeto Quarta Doze e Trinta, integrante do Circuito Cultural UFMG. A atividade faz parte da programação da Semana do Conhecimento UFMG. A entrada é gratuita e aberta ao público externo. Mais informações em 3409 6411.

O concerto terá no repertório as obras Aberura Coriolano de Beethoven, Andante festivo de Sibelius e a Sinfonia 104 de Haydn. Sob regência da maestrina Iara Fricke Matte, a orquestra desenvolve algumas iniciativas de aproximação do público, como o projeto Jornada concertistas em pauta, com um concertista convidado. Mensalmente, realiza concertos gratuitos, com o intuito de difundir a arte sinfônica.

A orquestra
Fundada pelo professor Sebastião Vianna em 1972, a orquestra tem um papel fundamental como laboratório para um grande número de classes, como regência, composição, instrumentos de orquestra e até canto. Em sua composição, participam alunos de graduação, pós-graduação e servidores da UFMG.

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