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O projeto de extensão Tal mãe, tal filho, da Faculdade de Odontologia, oferece tratamento odontológico gratuito para gestantes e lactantes. Os atendimentos são realizados por livre demanda e, a partir do próximo semestre, ocorrerão todas as sextas-feiras, das 8h às 12h. Os agendamentos podem ser feitos por meio meio de envio de mensagem ou de ligação para o número (31) 9 9976-9599.

Ensino e extensão
Idealizado pela professora Lívia Guimarães, Tal mãe, tal filho preenche duas lacunas: a falta de uma disciplina no currículo do curso de Odontologia direcionada aos cuidados odontológicos com mulheres grávidas e de informações a respeito do pré-natal odontológico. O projeto Tal mãe, Tal filho teve início no primeiro semestre de 2019, com 20 vagas para alunos da graduação, a partir do sexto período.
De acordo com Lívia, o pré-natal odontológico é ainda um tema tabu na sociedade, pois existe uma ideia, equivocada, de que mulher não pode ir ao dentista porque o tratamento afeta a gravidez. Segundo ela, também existem casos de dentistas que se recusam a atender gestantes. A professora lembra, no entanto, que o tratamento é importante porque alterações odontológicas podem atrapalhar a gravidez de uma pessoa, podendo causar, inclusive, o parto prematuro.

O projeto promove o atendimento clínico de mulheres gestantes e lactantes que estão passando pelo puerpério. Segundo Lívia, quando os cuidados não são atribuição da atenção primária, os pacientes acabam encaminhados para outras clínicas da própria Faculdade de Odontologia. Lívia Guimarães afirma que principais demandas atendidas pelo projeto são cuidados relativos ao sangramento da gengiva (comuns durante a gestação devido às alterações hormonais no corpo da mulher), cáries e dor de dente. Além disso, o projeto também promove ações educativas visando à promoção da saúde de mulheres grávidas e lactantes, por meio de rodas de conversas, palestras e eventos.

Parcerias
O projeto Tal mãe, Tal filho recebe alunas gestantes assistidas pela UFMG e encaminhadas pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e mantém parcerias com o Hospital Sofia Feldman e com a Clinica do Bebê, da Faculdade de Odontologia. A primeira se dá por meio do desenvolvimento de ações de promoção da saúde para gestantes e lactantes, além do encaminhamento de pacientes que contribuem para o Banco de Leite Humano, do Hospital. Por sua vez, mulheres que tiveram seus atendimentos encerrados em razão do nascimento dos filhos e do fim do período de puerpério são encaminhadas à Clínica do Bebê.

 

 

Realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG, no período de 11 a 21 de julho, o Festival de Inverno tem programação extensa que, além das oficinas e residências, inclui espetáculos teatrais, concertos, shows, palestras e a 1ª Jornada de Estudos sobre Patrimônio Cultural Imaterial. As atrações artísticas e culturais são gratuitas, com exceção de algumas sessões do Planetário, no Espaço do Conhecimento, a programação do Festival terá início em Tiradentes, no dia 11, e a abertura oficial será no domingo, 14 de julho, no Conservatório UFMG, com apresentação do Trio Corrente, grupo de música instrumental vencedor do Grammy. O evento será encerrado com atividades integradas à programação da Virada Cultural de BH, nos dias 20 e 21 de julho.

Estão abertas, no período de 28 de junho a 11 de julho, as inscrições para a edição 2019 do Festival de Inverno UFMG. O procedimento, para oficinas e residências artísticas, deve ser feito neste endereço: https://bit.ly/2Jag9Qc. A lista de ofertas pode ser acessada em https://bit.ly/2XgiTVM

Com eventos gratuitos e oficinas a preços populares, as atividades serão realizadas no Centro Cultural UFMG, Conservatório UFMG, Espaço do Conhecimento UFMG, Campus Pampulha e Campus Cultural UFMG em Tiradentes.

 

Participação propositiva
O tema do 51º Festival de Inverno UFMG foi inspirado nos debates recentes sobre patrimônio histórico, artístico, cultural e universitário, motivados tanto por catástrofes como os incêndios do Museu Nacional e do Museu da Língua Portuguesa quanto pelo questionamento de políticas públicas para o setor. “Nestes tempos em que a história parece ter entrado em transe, o Festival nos convida a tratar de um tema urgente: a memória. Ela será abordada por duplo viés: arte e patrimônio. Queremos participar dessa discussão de forma mais propositiva e positiva, trazendo visibilidade a projetos e a todo o trabalho que a UFMG vem desenvolvendo nessas áreas”, explica o professor Fernando Antonio Mencarelli, diretor de Ação Cultural da UFMG.

 

A inserção do Festival no debate sobre a memória na arte e no patrimônio ocorre de maneira direta, já que o evento acontece em um conjunto de bens tombados da Universidade, como as sedes do Centro Cultural, do Conservatório e o Espaço do Conhecimento, em Belo Horizonte, e os prédios do século 18 do Campus Cultural UFMG em Tiradentes. “Nossos espaços culturais potencializam a interação entre cidade e universidade, oferecendo-se como lugar de encontro, formação, aprendizagem pelas artes e culturas, compartilhamento da excelência artística”, comenta Mencarelli.

 

 

Nos últimos anos, a UFMG quase dobrou a quantidade de papel, papelão, metal e plástico coletada nos campi de Belo Horizonte. Em 2014, foram 55,6 toneladas; em 2018, 99 toneladas. Esse é, sem dúvida, um dado positivo, mas, embora não seja possível estimar o potencial de elevação desses números, é certo que eles podem melhorar muito. Ainda é frequente, por exemplo, encontrar resíduos recicláveis misturados aos resíduos comuns, o que inviabiliza o seu aproveitamento para reciclagem.

 

O Programa de Coleta Seletiva ­Solidária, desenvolvido pelo Departamento de Gestão Ambiental (DGA), da Pró-reitoria de Administração, encaminha esses materiais a três associações de catadores em Belo Horizonte e Vespasiano, atendendo ao decreto 5.940/2006, que determina que instituições federais destinem o resíduo reciclável a cooperativas. As ações da Universidade nessa área seguem também os preceitos da Lei 12.305/2010, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, segundo a qual grandes empreendimentos devem destinar, de forma adequada, resíduo comum, reciclável e de serviços de saúde.

 

“Por meio da coleta solidária, a UFMG contribui para minimizar problemas ambientais e para gerar emprego e renda para famílias de catadores de materiais recicláveis”, afirma Ricardo Augusto Sales, chefe da Divisão de Gestão de Resíduos (DGR).

 

 

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O grupo Tambor de Crioula Rosa de São Benedito, do Maranhão, importante vetor de expressão da matriz cultural afro-brasileira, se apresenta nesta quarta-feira, 26, a partir das 11h30, na Praça de Serviços, no campus Pampulha. A manifestação Tambor de Crioula, que inclui dança circular, canto e percussão de tambores, é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro desde 2007.

A vinda do grupo surgiu de um trabalho do jornalista e graduando do curso de Biblioteconomia, Luiz Henrique Batista, no âmbito da disciplina Memória de Patrimônio. “Ao elaborar texto para um trabalho, descobri esse grupo do Maranhão, terra onde o Tambor de Crioula foi tombado como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Fiz o convite, e eles aceitaram fazer uma breve apresentação em sala de aula. Depois, decidimos expandir para toda comunidade universitária em uma performance mais apurada na Praça de Serviços”, relata Batista.

Criado em 2008 pelo maranhense Paulo Lobato, o Tambor de Crioula Rosa de São Benedito é resultado da reunião de coreiros e coreiras na devoção a São Benedito. O grupo vai oferecer saias para mulheres e homens da plateia que desejam entrar na dança.

Por mulheres
O Tambor de Crioula inclui-se entre as expressões do que se convencionou chamar de samba, derivadas, originalmente, do batuque, assim como o jongo, no Sudeste, o samba de roda, no Recôncavo Baiano, o coco, no Nordeste, e algumas modalidades do samba carioca. Uma apresentação do gênero pode ocorrer ao ar livre, em praças, no interior de terreiros, ou associada a outros eventos. Em comum, essas manifestações são praticadas especialmente em louvor a São Benedito.

A dança do tambor de Crioula normalmente é executada por mulheres e apresenta uma coreografia livre e variada. Uma dançarina de cada vez faz evoluções diante dos tambozeiros, enquanto as demais, completando a roda de tocadores e cantadores, fazem pequenos movimentos para a esquerda e para a direita, esperando a sua vez de receber a punga para substituir a que está no centro da roda.

 

Acesse aqui a Edição 1265 do Pinga Fogo: http://bit.ly/2FvyPZy e confira!

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