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Acessando seu celular ou computador, você se depara com uma ótima promoção em um site e aproveita: preenche os dados, efetua o pagamento e, na hora de receber o produto ou serviço, percebe que sofreu um golpe. Esse tipo de prática recebe o nome de phishing e, de acordo com especialistas, aliada a outros tipos de abordagem é a principal ameaça cibernética no Brasil hoje.

Muitos desses ataques começam com algum tipo de campanha de phishing. As formas mais utilizadas são campanhas por e-mail, que podem atingir tanto grandes redes de usuários, como funcionários de empresas ou consumidores de um aplicativo, quanto determinados indivíduos.

O golpe tem acontecido com clientes do Banco do Brasil, sendo que, a pessoa recebe um SMS com um link falso e  quando ela clica no link, aparece uma solicitação para que insira os dados pessoais, após a confirmação dos dados, eles terão todo o acesso a sua conta bancária. O mesmo tipo de golpe também tem ocorrido com clientes da Caixa Econômica Federal.

Neste universo, em um tipo de golpe, os fraudadores criam e-mails e SMS altamente detalhados, se passando por funcionários do setor financeiro de uma organização, para obter acesso às informações confidenciais. Em alguns casos, chegam a solicitar transferências de dinheiro para suas próprias contas.

Portanto, é de suma importância estar atento para não cair em golpes. Mundialmente, esses ataques ocorrem em qualquer ponto de contato com os usuários, incluindo lojas de aplicativos que hospedam aplicativos desonestos, plataformas de rede social com perfis falsos, mensagens SMS, domínios falsos, etc.

Esses fraudadores empregam diversos truques psicológicos de maneira a criar familiaridade com a vítima, disfarçando-se de amiga, colaborador ou uma empresa. Eles trabalham com um senso de urgência às tentativas de uma forma que assuste a vítima e que a mesma tome medidas imediatamente. Por exemplo: ‘’clique em um link agora para evitar que uma conta ou serviço seja suspenso.’’ Esses são os truques que devemos ficar atentos.

 

Fonte: techtudo.com.br

 

 

 

Um grupo de 15 pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu um exame para Covid-19 que se propõe a unir a precisão do teste molecular de RT-PCR e a rapidez dos testes sorológicos, além de apresentar um custo que pode chegar a ser cinco vezes menor que os exames tradicionais.

“Ele é um híbrido do RT-PCR, que detecta a presença do vírus, com o sorológico, que detecta os anticorpos, a partir da coleta da secreção da garganta ou do nariz de uma pessoa”, registra Maria de Fátima Leite, professora do Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG.

A pesquisadora explica que, após a coleta da secreção, o material é colocado numa lâmina junto a uma solução que se grudará ao vírus da Covid-19, quando ele estiver presente. Como não é possível vê-los a olho nu, a solução emite uma luz que pode ser capturada pela tela de escaneamento de um celular.

“A solução é oticamente ativada pela luz LED do celular, cuja imagem será enviada para um programa desenvolvido por nós que converterá a luz em valores numéricos. Assim vamos saber se a pessoa está positiva ou negativa e também o grau de positividade”, assinala Maria de Fátima.

Todo o teste, entre a coleta e a análise do material, deve levar, no máximo, 20 minutos. “Nossa intenção é que estes resultados sejam acoplados a um sistema de controle em tempo real para que as informações sejam administradas de forma a rapidamente ter a situação de uma determinada região”.

A pesquisadora destaca que o teste será útil especialmente para cidades do interior que não podem contar com laboratórios sofisticados, diminuindo o tempo de processamento das análises (um exame de RT-PCR leva de dois a três dias para ficar pronto) e de envio de informações às secretarias de saúde.

“O projeto acabou de ser aprovado e aguardamos financiamento para iniciá-lo. Muitos elementos desse kit já estão prontos, só precisando juntá-los”, observa. Mesmo com a possibilidade de uma vacina para coronavírus ainda neste ano, Maria de Fátima acredita que o teste não perderá a sua importância.

“Acreditamos que, infelizmente, o vírus veio para ficar. A taxa de infectados pode até reduzir, mas teremos ocorrências de tempo em tempo e, com o teste, será possível monitorar em tempo real, resultando em ações mais inteligentes por parte dos governos”, pondera.

Fonte: Jornal Hoje em Dia

 

 

 

A Faculdade de Medicina da UFMG passou a integrar a rede Covid-19 Prevention Network (CoVPN), criada para oferecer respostas à pandemia do novo coronavírus. Apenas dois centros brasileiros foram selecionados para esse trabalho mundial. O outro é o Instituto Nacional de Infectologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com sede no Rio de Janeiro.

O trabalho na Unidade é conduzido pelo Grupo de Pesquisa em HIV/aids em Crianças, Adolescentes e Gestantes, coordenado pelo professor Jorge Andrade Pinto, do Departamento de Pediatria. “Essa é a principal rede global que conduzirá os estudos da fase 3 das vacinas candidatas à prevenção da infecção pelo SARS-CoV-2”, afirma o professor Andrade. “É uma satisfação integrar uma rede internacional de ponta que busca abrir caminhos para sairmos da pandemia”, acrescenta.

O primeiro estudo do qual a Faculdade de Medicina participa como centro colaborador é o CoVPN 5001, ensaio clínico que busca compreender a infecção e a resposta imunológica ao SARS-CoV-2 em adultos. Para isso, reunirá voluntários com apresentação clínica variável de infecção recente.

“Serão recrutados participantes assintomáticos, com sintomas leves não hospitalizados e hospitalizados – eles podem se deslocar entre os grupos se os sintomas piorarem ao longo do estudo”, explica o professor. Oitocentos participantes serão avaliados por cerca de 60 centros de pesquisa localizados nos EUA, no Peru e na África do Sul, além do Brasil.

Ao compreender o curso clínico da infecção, principalmente no seu início, será possível sugerir eventuais marcadores de proteção que podem ser usados na avaliação da eficácia de vacinas para a covid-19. De acordo com o professor Jorge Andrade, esse primeiro estudo representa uma base importante para os ensaios da fase 3, com início previsto para setembro próximo na Faculdade de Medicina.

A rede
O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA (National Institute of Allergy and Infectious Diseases – NIAID) foi responsável pela criação da rede CoVPN para estudar vacinas e anticorpos monoclonais para combater o vírus.

Com capacidade de pesquisa global, a CoVPN inclui a Rede de Ensaios de Vacinas contra o HIV (HVTN), o Consórcio de Pesquisa Clínica de Doenças Infecciosas (IDCRC) e a Rede de Ensaios de Prevenção do HIV (HPTN).

Integram o grupo de pesquisa da Faculdade de Medicina, além do professor Jorge Pinto, os professores Flávia Ferreira, do Departamento de Pediatria, Helena Duani e Júlia Caporali, do Departamento de Clínica Médica, e Mario Dias Correa e Patrícia Teixeira, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia.

O grupo é composto de equipe multidisciplinar de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, epidemiologistas, biólogos, assistentes sociais e técnicos, além de um comitê comunitário formado por representantes da sociedade civil.

Fonte: (Deborah Castro / Centro de Comunicação Social da Faculdade de Medicina)

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