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Começou a operar nesta última segunda-feira, dia 28, um polo de vacinação contra covid-19 na Escola de Enfermagem no campus Saúde, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A imunização seguirá o cronograma preconizado pela PBH e ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, na Avenida Professor Alfredo Balena, 190, 1º andar, bairro Santa Efigênia.
A diretora da Escola de Enfermagem, Sônia Maria Soares, ressalta que, desde o início da pandemia, a Unidade se pôs à disposição para atuar na campanha de enfrentamento da covid-19. “A Enfermagem sempre teve atuação ativa nas campanhas de vacinação. Temos expertise nessa área, já organizamos várias campanhas. O polo de vacinação é um projeto institucional na modalidade de extensão, que envolve docentes de todos os departamentos da Escola e estudantes dos cursos da área da saúde da UFMG. É um momento histórico, em que demonstramos a nossa responsabilidade social e contribuímos para aumentar os indicadores da vacinação no país”, afirma.
A coordenadora do projeto de extensão, professora Sheila Aparecida Ferreira Lachtim, enfatiza que o objetivo principal é executar atividades referentes à imunização contra covid-19, tais como conferir a situação vacinal dos indivíduos, indicar a necessidade de atualização de outros imunobiológicos e fornecer orientações sobre os possíveis eventos adversos pós-vacinação. “Esperamos proporcionar aos estudantes um momento rico de aprendizado.”
Segundo o diretor de Mobilidade, Estágios e Bolsas da Pró-reitoria de Graduação, professor João Henrique Lara de Amaral, que fez o contato com a direção da Escola de Enfermagem para a parceria com a Prefeitura, a integração dos cursos da área de Saúde da UFMG com o SUS/BH vem-se consolidando ao longo do tempo. “A pronta resposta da Universidade e dos cursos da área da saúde deixa claro o compromisso da UFMG com a saúde da população.”
A estudante do 9º período do curso de Enfermagem Fernanda Alves do Nascimento afirma que participar do projeto valoriza o compromisso da universidade pública com a sociedade e também a importância do SUS. “A vacina é a melhor ferramenta para vencermos a pandemia e vivermos dias melhores com a redução do número de mortes evitáveis”, destaca a estudante.
Condições
Para se vacinarem, as pessoas não podem ter recebido vacina (contra a covid-19 ou outras doenças) nos últimos 14 dias. A pessoa também não deve ter contraído a doença com início de sintomas nos últimos 30 dias. Todas as informações sobre a campanha de vacinação na capital mineira estão disponíveis no Portal da Prefeitura de BH.
O polo de vacinação da Escola de Enfermagem é o segundo montado pela UFMG. Desde março, o campus Pampulha abriga um posto em regime de drive thru, em que as pessoas são imunizadas dentro dos automóveis. O posto está instalado no prédio da Unidade Administrativa 2, com entrada pela portaria da Avenida Antônio Abrahão Caram.
Fonte: Rosânia Felipe / Escola de Enfermagem (ufmg.br)

 

 

Grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, em parceria com outras instituições, acaba de depositar a patente de um teste de baixo custo e alto desempenho para o diagnóstico do Sars-CoV-2. O exame custa menos de R$ 1 por paciente, o que possibilitará que o Sistema Único de Saúde (SUS) realize testagem em massa, monitorando a população e adotando medidas sanitárias mais assertivas de controle da pandemia. O teste, que se vale de plataforma já consagrada em laboratórios de análise, é realizado com amostra sanguínea. O resultado sai em apenas duas horas.
Segundo o professor Rodolfo Cordeiro Giunchetti, do Departamento de Morfologia do ICB e coordenador da pesquisa que deu origem ao kit de diagnóstico, a tecnologia desenvolvida é baseada na detecção de anticorpos. “Se a pessoa já entrou em contato com o Sars-CoV-2, seu organismo produz anticorpos. O nosso kit avalia três tipos de anticorpos (IgG, IgA e IgM), possibilita uma varredura na população e pode ser aplicado em larga escala. Será possível realizar milhares de exames em um dia”, explica.
Giunchetti acrescenta que uma das vantagens da nova tecnologia é que ela pode ser produzida integralmente no Brasil, levando em conta que a área de biotecnologia no país é incipiente e depende muito da importação de insumos. “É extremamente positivo para o país fabricar um produto cujos insumos possam todos ser feitos aqui”, avalia o professor.
Capital intelectual
Ao longo da pandemia, o grupo de pesquisa liderado por Giunchetti desenvolveu mais de 20 testes de diagnóstico para a covid-19. Segundo ele, cinco patentes foram depositadas, incluindo esta última, e outras cinco estão em processo de depósito. O grande número de tecnologias desenvolvidas pela UFMG é, como salienta o professor, uma prova do capital intelectual diferenciado existente na instituição.
“Os pesquisadores e professores das universidades públicas brasileiras conseguem resolver problemas de qualquer área do conhecimento. Temos um conjunto de especialistas com capacidade incrível de desenvolver tecnologia. Está cada vez mais claro que necessitamos de políticas públicas que fomentem o desenvolvimento tecnológico, visto que isso geraria dinheiro para o país e frearia a fuga de cérebros. O Brasil precisa aproveitar a mão de obra altamente qualificada que forma, estimulando a geração de conhecimento e movimentando a economia”, analisa.
O desenvolvimento do teste foi co-coordenado do professor Alexsandro Galdino, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), e contou com a parceria da Federal de Lavras (Ufla), da Federal da Integração Latino-americana (Unila) e da Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas (Unifenas).
Rodolfo Giunchetti acrescenta que, como a Universidade não pode produzir e comercializar as tecnologias que desenvolve, a transferência para indústrias de biotecnologia é essencial para que os produtos cheguem ao mercado. No caso do último teste para diagnóstico da covid-19 criado pelos pesquisadores, ele revela, o grupo já está em contato com empresas brasileiras para a produção industrial do kit. “Depois dessa etapa, o teste chegará rapidamente ao mercado e poderá melhorar a atuação do SUS no combate à pandemia”, conclui o professor do ICB.
Fonte: Luana Macieira (ufmg.br)

 

 

 

A ciência e as inovações tecnológicas contribuem para a qualidade de vida e o desenvolvimento. Por isso, é importante que os governantes façam investimentos continuados em políticas públicas destinadas a esses setores. A avaliação é de professores ouvidos pela TV UFMG em reportagem especial sobre a relação entre políticas públicas e ciência. Foram ouvidos a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e os professores Ivan Beck Ckagnazaroff, do Departamento de Ciências Administrativas da Face, e José Ângelo, do Departamento de Ciência Política da Fafich.
Para Ckagnazaroff, o investimento em inovação está relacionado diretamente à visão estratégica de cada país. Os governos devem garantir recursos para a área e evidenciar que haverá estabilidade para a continuação das pesquisas, sem cortes ou contingenciamentos.
As universidades públicas são responsáveis por 95% das pesquisas realizadas no Brasil, destaca a reitora Sandra Goulart. Ela defende que o investimento em ciência e tecnologia, aplicado de forma continuada e sustentável, garante ao país independência e soberania no desenvolvimento de tecnologias. “A pesquisa começa e tem que ter um fomento para que ela possa ser continuada. É o caso das vacinas. Se não tivermos essa verba para a produção de vacinas, vamos continuar atrasados e dependendo da importação”, destaca.
De acordo com José Ângelo, quando são feitos cortes em modalidades como iniciação científica, pós-graduação e residências de pós-doutorado, o impacto negativo para a sociedade pode ser grande, mesmo que percebido apenas em longo prazo.
Fonte: ufmg.br

 

 

Visando alertar as pessoas sobre um tipo de golpe muito utilizado por criminosos, resolvemos relatar uma situação vivenciada, recentemente, pelos diretores da Assufemg, quando um dos diretores teve seu celular clonado e os criminosos, enviaram mensagens, via WhatsApp, para seus contatos pedindo dinheiro, alegando uma necessidade urgente e prometendo o reembolso no dia seguinte. Essas foram a introdução de algumas das conversas.:
“Oi, fulana! Consegue me fazer um favor? Pode efetuar um pagamento para mim? Amanhã cedinho te retorno o valor.”
“Oi, fulano! Está podendo falar? Consegue fazer um pagamento para mim? Pagar de que jeito? É boleto? Não é PIX. Amanhã pago a você amigo”
“Olá, fulana! Você pode me fazer um favor? Estou com um probleminha e preciso pagar uma conta. Quebra essa pra mim.”
Sabíamos que nosso colega não agiria dessa forma e ficamos desconfiados. O fato foi compartilhado entre os diretores e quase todos haviam recebido mensagens similares. A primeira providência foi tentar falar com nosso colega por meio de ligação telefônica, mas não conseguimos. Então, entramos em contato com seu filho que nos informou sobre a clonagem do celular. Assim, felizmente, ninguém efetuou transferência.
Casos como este são cada vez mais comuns. Portanto, se você receber alguma mensagem suspeita pedindo depósitos em dinheiro, desconfie mesmo que seja de uma pessoa próxima. Ligue para a pessoa que solicitou e confirme se o pedido é realmente dela. Nunca realize nenhuma operação bancária, a pedido, sem antes conversar pessoalmente ou por chamada telefônica.
Como se proteger do golpe? Veja algumas dicas de especialistas:
 Redobre sua atenção com contatos que solicitam depósitos, dados de cartão, ou outra ação que possa resultar em dano financeiro. Não forneça senhas, dados ou códigos para ninguém
 Desconfie de ligações que solicitam a confirmação de um número recebido por SMS.
 Desconfie de mensagens que peçam para clicar em link para obter vantagem.
 Somente preencha formulários que estejam nos sites oficiais.
 Somente baixe aplicativos das lojas oficiais.
 Não confie e nem compartilhe links e informações sem ter certeza de sua origem ou destino.
 Evite utilizar redes públicas de internet, pois a interceptação dos dados contam com menos segurança.
 Ative a autenticação de dois fatores nas configurações da conta do WhatsApp.
 Atualize sempre o antivírus de seu smartphone e computador.
O que fazer caso seja uma vítima?
 Notifique a família e os amigos sobre a fraude, pois os golpistas, com certeza, irão utilizar sua lista de contatos para enviar mensagens.
 Entre em contato com a operadora de telefonia para relatar o problema e solicitar a suspensão temporária (bloqueio) da linha telefônica.
 Entre em contato, por e-mail, support@whatsapp.com e solicite a desativação temporária de sua conta, colocando no campo assunto o seguinte: “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta”. E no corpo do texto informe o número de seu telefone, no formato internacional, +55 9 xxx xxx xxxx.
 Quando reativar a linha, reinstale o aplicativo do WhatsApp e configure a sua conta.

 

Servidores docentes e técnico-administrativos em educação da UFMG com 18 anos ou mais (completos até 30 de junho), incluindo terceirizados, poderão tomar a primeira dose da vacina contra a covid-19 nesta sexta-feira, dia 4, e sábado, dia 5, nos postos de saúde (fixos e extras, das 7h30 às 16h) e nos pontos de drive-thru (das 8h às 16h) espalhados por Belo Horizonte. A lista, disponível no site da Prefeitura, inclui o posto instalado no campus Pampulha.
Para se vacinar, os profissionais precisam seguir as seguintes orientações: ser trabalhador da educação superior em Belo Horizonte, apresentar documento de identificação com foto, não ter sido vacinado contra a covid-19, não ter tomado qualquer outra vacina nos últimos 14 dias e não ter tido a doença com início de sintomas nos últimos 30 dias.
O trabalhador também precisa apresentar um documento que comprove seu vínculo com a UFMG, como contracheque emitido nos últimos três meses, carteira ou contrato de trabalho. No caso de profissionais terceirizados, as pró-reitorias de Recursos Humanos e de Administração também poderão fornecer a comprovação necessária.
De acordo com a professora Cristina Alvim, coordenadora do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavírus da UFMG, a ampliação da vacinação para os trabalhadores da educação superior traz mais segurança para a comunidade universitária, principalmente para as pessoas que desempenham atividades presenciais que não podem ser executadas em modo remoto. “Vale ressaltar que a melhor vacina é a que está disponível. Todas apresentam eficácia e segurança satisfatórias e estão contribuindo para salvar vidas. O mais importante é que tenhamos um contingente crescente de pessoas imunizadas. O ato de vacinar é um pacto coletivo”, destaca a professora. A UFMG está na etapa 1 do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto.
Todas as informações sobre a vacinação em Belo Horizonte podem ser consultadas no site da Prefeitura.
Outros grupos
Além dos profissionais de ensino superior que atuam em Belo Horizonte, a Prefeitura está ampliando, a partir de hoje, dia 1º, a imunização para trabalhadores dos ensinos fundamental e médio, grupo que inclui profissionais do Centro Pedagógico e do Colégio Técnico, além de pessoas com deficiência permanente que não recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e se cadastraram no portal até as 23h59 do dia 30 de maio.
Fonte: ufmg.br

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