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– Inscrições de casais: 03 à 21 de Junho das 08 às 16:30 na secretaria da Assufemg;

 

– Quem poderá participar: sócios e seus dependentes e comunidade universitária em geral ( necessário ter vínculo com a UFMG);

 

– Apresentação da quadrilha: dia 02/08 às 21:30 na Assufemg;


– Ensaios: 28/06, 05/07, 12/07, 20/07, 26/07 e 01/08;

 

– Horário dos ensaios: 17:30 às 18:30;

 

– Trajes: Ficará a cargo de cada participante providenciar o seu.

 

 

O SINDIFES convoca os Técnico-Administrativos em Educação da UFMG para a Assembleia Sindical Geral, nesta terça-feira, dia 28 de maio, às 10h, na Escadaria da Reitoria, no campus Pampulha, em Belo Horizonte.

Na pauta, a discussão sobre a participação da Categoria no Ato em Defesa da Educação no dia 30 de maio e na Greve Geral do dia 14 de junho e a retirada de delegado para a Plenária da FASUBRA.

É importante que a Categoria mobilize suas unidades/setores para participarem da Assembleia.

 

No dia 29 de maio, o Quarta Doze e Trinta em parceria com o Núcleo de Saúde Mental da UFMG apresenta a performance urbana Waltzen, às 12h30, na Praça de Serviços do Campus Pampulha. A intervenção consiste em uma valsa dançada pelos integrantes do Núcleo de Criação e Pesquisa Sapos e Afogados juntamente com quem passa pelo local. A entrada é gratuita e aberta ao público externo. Informações pelo (31) 3409 4152.

Formado por atores portadores de sofrimento mental, o grupo nasceu em 2004 dentro dos centros de convivência Cézar Campos, Arthur Bispo e Carlos Prates. Com trabalhos elogiados pela crítica especializada, o Núcleo de Criação e Pesquisa busca ressignificar o lugar da arte e investigar o papel da loucura na produção cultural.O trabalho surgiu a partir de oficinas de teatro ministradas pela diretora Juliana Barreto com usuários da rede pública de Saúde Mental de Belo Horizonte. Das oficinas formou-se um grupo independente e desvinculado da rede, com reconhecido valor artístico e diversas premiações.

Segundo a direção do grupo, seja nos filmes, ou nas montagens teatrais, “o que se vê não é o delírio dos atores, mas um momento de puro estado de jogo em que é permitido tecer e brincar com ‘metáforas delirantes’ travadas com o espaço, com o próprio corpo e com o outro”. Além de promover a inserção social e cultural dos considerados loucos, o trabalho permite repensar e ampliar as formas de conceber a criação cênica e abre campo para novas pesquisas.

 

 

Hoje vai acontecer um grande ato-debate em defesa da Universidade Pública com Áurea Carolina.

 

Organizado pelo DCE, Sindifes e Apubh, a atividade é uma representação de vários parlamentares que estão na luta em defesa da Educação e da Universidade Pública!

 

27.05 | HOJE | Segunda | 12h | Praça de serviços

 

Compareça!

 

 

 

Estudantes que visitarem a Mostra Sua UFMG neste sábado, 25, poderão conhecer, por meio das tradicionais palestras e salas interativas, os 91 cursos de graduação ofertados, as perspectivas do mercado de trabalho e as oportunidades que a Universidade oferece, como os projetos de pesquisa, de extensão, de mobilidade, as atividades esportivas, culturais e as políticas de inclusão e assistência estudantis.

 

“É um momento muito esperado para estender os laços com a sociedade e fortalecer o sentimento de pertencimento. Queremos que estudantes e professores venham conhecer o que a Universidade tem a oferecer”, afirma a reitora Sandra Regina Goulart Almeida.

 

Criada em 2004, a Mostra tem como objetivo orientar os estudantes nas suas escolhas profissionais. Mas a adesão da UFMG ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e à política de cotas, associada aos novos cursos criados pelo Reuni, em 2009, mudou o perfil dos estudantes da Universidade, dada a entrada de mais ingressantes de escolas públicas, com renda familiar total inferior a cinco salários mínimos, assim como de diversas regiões do país. Esse cenário provocou transformações na Mostra para atender à expectativa dos próprios estudantes.

 

As palestras – com tempo de duração reduzido para 15 minutos – e as salas interativas, onde visitantes interagem com professores, servidores técnico-administrativos e estudantes da UFMG, permanecem na nova configuração da Mostra.

 

A programação com horários e locais das palestras e atividades interativas está disponível na página da Mostra Sua UFMG no Facebook.

 

 

 

Atenção associados!
No dia 31 de maio às 16h acontecerá o sorteio de um kit de cosméticos para cabelos da Bio Extratus na Drogaria Assufemg.

Na oportunidade, será sorteado um jogo de panelas Panelux Classic com 5 peças, aos associados que realizaram compras no período de 01 a 30 de maio.

Participe!

 

 

O consumo e a exposição indireta ao tabaco são a segunda causa de mortalidade no mundo, atrás apenas da hipertensão. O número de fumantes é significativo e crescente, especialmente nos países em desenvolvimento. Pesquisa do doutorado em Demografia desenvolvida na Faculdade de Ciências Econômicas (Face) reconstrói a história do tabagismo no Brasil e avalia em que medida as mudanças na prevalência desse hábito afetarão a mortalidade até 2030.

Em sua tese, o pesquisador Cristiano Sathler dos Reis reconstrói a história do tabagismo brasileiro de 1948 a 2008, por idade, período e coorte de nascimento. Segundo o pesquisador, a prevalência do tabagismo entre os homens sempre foi superior à feminina, independentemente da idade, período e coorte. Além disso, o nível educacional desempenha papel importante como preditor do consumo do tabaco. Em geral, a prevalência do tabagismo é menor entre indivíduos mais escolarizados. De 1980 a 2015, o país registrou mais de 6,5 milhões de mortes decorrentes do consumo do tabaco, sendo 4,7 milhões de homens e 1,8 milhão de mulheres. A diferença no número de óbitos por sexo, segundo Reis, deve-se ao fato de a iniciação das mulheres no tabagismo ter ocorrido cerca de 15 anos após a dos homens. “Percebemos que as diferenças sociais, econômicas e culturais influenciaram no atraso de iniciação das mulheres, que atingiram o pico de 35% somente na década de 80. Metade dos homens, na década de 50, já fumava, alcançando o pico de 66,3% no início dos anos 70”, compara.

Outros fatores que confirmam a iniciação tardia das mulheres são a tendência de queda na taxa de mortalidade atribuída ao tabagismo entre os homens e o aumento de óbitos entre as mulheres, de 1980 a 2015. Em 1984, para cada 100 mil habitantes, foram registrados 669,6 óbitos de homens e 80 de mulheres. Em 2015, a mortalidade entre os homens caiu para 353,3, enquanto entre as mulheres subiu para 255,2 a cada 100 mil habitantes.

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