Get Adobe Flash player

Arquivo do Autor

 

 

A Comissão Eleitoral instituída para conduzir o processo de consulta à comunidade da UFMG para escolha do novo Reitorado divulgou o regimento que estabelece as principais regras do processo. A consulta, que será realizada no dia 11 de novembro (em primeiro turno) e 25 de novembro (caso haja necessidade de segundo turno), tem o objetivo de subsidiar o Colégio Eleitoral na elaboração da lista tríplice para os cargos de reitor e vice-reitor.
O documento reúne as grandes diretrizes do processo, como as condições para votar e de inscrições de chapas (no período de 6 a 13 de setembro), regras sobre as campanhas dos candidatos, votação e apuração. O regimento foi elaborado em consonância com o regulamento aprovado pelo Conselho Universitário no dia 12 de agosto.
On-line
Pela primeira vez, o processo será realizado exclusivamente por meio do Sistema de Consultas da UFMG, que conta com garantias de criptografia para impedir a interceptação do voto via internet, a quebra do seu sigilo ou sua alteração por terceiros. O sistema vem sendo utilizado na escolha de representantes para órgãos colegiados, como o Conselho Universitário e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), e na eleição de diretores de unidades.
Instalada no último dia 19, a Comissão Eleitoral que operacionaliza a consulta é formada por integrantes do Conselho Universitário e do Cepe. Os representantes docentes titulares são a presidente Maria Elisa Sousa e Silva (Odontologia), Elder Paiva (ICB) e Denise Morado (Arquitetura). Os suplentes são Priscillla Moura (Engenharia), Luciana Castro (ICA) e Eduardo Neves Silva (Fafich). Kátia Pacheco (titular) e Swraide Agripino (suplente) representam a categoria dos servidores técnico-administrativos. Os estudantes são representados por Luiza Datas Cruz (titular) e Luan Vitor Soares de Paiva (suplente).
Link de acesso ao Regimento: encurtador.com.br/DHTX1
Fonte: ufmg.br

 

 

O ritmo atual das atividades presenciais e o planejamento de retomada gradual na UFMG estão mantidos, mesmo depois que a Prefeitura de Belo Horizonte autorizou o retorno das instituições de ensino superior.
Em nota à comunidade universitária, a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira lembram que a retomada das atividades presenciais tem sido feita “com critério e cautela” e que o planejamento de novas etapas de retorno é “progressivo e em diálogo com a comunidade”.
O texto também informa que o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) aprovou por unanimidade, no último dia 19, o regulamento para o regime de ensino híbrido, em caráter excepcional e temporário, para o retorno gradual às atividades presenciais a partir do segundo período letivo, que terá início em 13 de outubro.
Os dirigentes ressaltam que os planos envolvem os colegiados de cursos, os departamentos e as diretorias de unidades, e são pautados por “princípios de segurança, equidade e qualidade do ensino, de forma flexível para atender às especificidades das áreas do conhecimento”. O texto enfatiza ainda que as decisões da UFMG são, como sempre, norteadas pela responsabilidade social e pelo cuidado com a vida das pessoas, e continuarão respeitando as recomendações do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus e do Comitê de Acompanhamento do Conselho Universitário.
Fonte: ufmg.br

 

 

Trabalhadores da UFMG e de outras instituições de ensino superior de Belo Horizonte estão convocados para tomar a segunda dose da vacina contra a covid-19 a partir do dia 27 de agosto. Ao contrário do que tem circulado em redes sociais e grupos de aplicativos de mensagens, não será possível receber o reforço antes dessa data, chamada de Dia D ou data de convocação para esse grupo. A informação é da Secretaria Municipal de Saúde.
Só poderão antecipar a segunda dose – em até sete dias – os trabalhadores do ensino superior que tiverem marcada no cartão de vacinação data de retorno posterior ao dia 27. Isso porque a população pode ter se imunizado com a primeira dose em dias diferentes.
A lista de postos de vacinação que atenderão a esse público é divulgada no site da Prefeitura de Belo Horizonte. Os locais de vacinação são específicos para cada grupo prioritário ou faixa etária. A recomendação é que essa consulta seja feita antes de a pessoa sair de casa, no dia em que for tomar a segunda dose. Por questões de logística, a definição dos postos é feita a cada dia.
Ainda segundo a Secretaria de Saúde, o posto drive-thru do campus Pampulha da UFMG é utilizado apenas para o Dia D, ou seja, para vacinação do grupo convocado naquela data, seja para aplicação de primeira ou segunda dose.
Fonte: ufmg.br

 

 

O Conselho Universitário da UFMG, órgão máximo de deliberação da Universidade, aprovou na última quinta-feira, 12, o Regulamento que estabelece as diretrizes para o processo de consulta à comunidade universitária para a escolha de reitor/a e de vice-reitor/a, elaborado pela comissão de membros do Conselho Universitário designada para esse fim, formada pelos diretores Maurício Campomori (presidente), Humberto Alves (Medicina), Vilma Carvalho (IGC) e pelos representantes dos servidores técnico-administrativos em Educação, Cristina del Papa, e dos estudantes, Sávio Loureiro.
A consulta destina-se a subsidiar o Colégio Eleitoral na elaboração da lista tríplice para a escolha do Reitorado que fará a gestão da Universidade no quadriênio 2022-2026. Nesta última sexta-feira, 13 de agosto, conforme estipulado no Regulamento aprovado, foi publicada a portaria de criação da Comissão Eleitoral, que será instalada em reunião no dia 19. A comissão é composta de membros do conselho universitário e do Cepe. Os representantes docentes titulares são Maria Elisa Sousa e Silva (Odontologia), Elder Paiva (ICB) e Denise Morado (Arquitetura), e os suplentes, Priscillla Moura (Engenharia), Luciana Castro (ICA) e Eduardo Neves Silva (Fafich). As representantes dos técnicos são Kátia Pacheco (titular) e Swaraide Agripino (suplente). Os estudantes são representados por Luiza Datas Cruz (titular) e Luan Vitor Soares de Paiva (suplente).
Cronograma
A consulta será realizada no dia 11 de novembro. Caso nenhuma chapa alcance a maioria absoluta nesse primeiro turno, terá vez um segundo turno em 25 de novembro. A inscrição das chapas deverá ser feita de 6 a 13 de setembro. O calendário completo da consulta pode ser consultado no Regulamento.
Estão previstas também três datas para debates entre os candidatos: 20 de outubro, 27 de outubro e 3 de novembro.
Criptografia e sigilo
Nesta edição, o processo de consulta será realizado exclusivamente por meio do Sistema de Consultas da UFMG, que conta com “garantias de criptografia para impedir a interceptação do voto via internet, a quebra do seu sigilo ou sua alteração por terceiros”, como se explica no regulamento.
O sistema vem sendo utilizado com sucesso na eleição de representantes para colegiados, como o Conselho Universitário e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), e na eleição de diretores de unidades, conforme em julho na Faculdade de Letras (Fale).
Essa plataforma de processos eleitorais pode ser acessada por meio de qualquer dispositivo eletrônico conectado à internet, pelos usuários previamente cadastrados no sistema MinhaUFMG. A votação será das 8h às 20h, e o voto é secreto.
Com a realização da consulta pela internet, a expectativa da comissão responsável pela concepção do regulamento é de que o índice de abstenção diminua, em razão da maior praticidade instaurada pelo sistema, que dispensa o deslocamento até um ponto de votação.
Quem participa
Estão aptos a votar tanto os servidores (docentes e técnico-administrativos em educação) em efetivo exercício quanto os estudantes maiores de 16 anos, de todos os níveis, que estiverem efetivamente matriculados na época da consulta. A lista de votantes será estabelecida com base na situação cadastral dos membros da comunidade universitária em 4 de novembro.
Nos casos dos votantes que integram mais de um segmento (por exemplo, servidores que são também alunos), eles terão direito a um único voto (se docente e discente, vota como docente; se servidor técnico-administrativo e discente, vota como servidor).
Entre as normas que regem a consulta, está o sistema de ponderação de votos, em que o voto dos servidores docentes tem peso de 70, o dos servidores técnico-administrativos e o dos estudantes, de 15, cada segmento. A fórmula para a ponderação dos votos – cuja proporção está prevista no artigo 27 do Estatuto da UFMG, que por sua vez dá cumprimento ao que é estabelecido pelo Decreto nº 1.916/96, do Governo Federal – pode ser consultada no regulamento da consulta, onde estão todas as demais informações concernentes ao processo.
Fonte: ufmg.br

 

 

Em solenidade realizada na última sexta-feira, 13, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus, anunciou a destinação de R$ 30 milhões para os testes da vacina contra a covid-19 da UFMG, a SpiN-TEC, uma das três em estágio mais avançado no país.
Os recursos são oriundos do acordo do Estado de Minas Gerais com a Vale (Lei 23.830, de 28/07/2021) em razão da tragédia-crime ocorrida na cidade de Brumadinho em janeiro de 2019, quando uma barragem da mineradora se rompeu, matando 272 pessoas e causando uma série de impactos socioeconômicos e ambientais.
Essa lei autorizou a abertura de crédito suplementar ao orçamento fiscal do estado com os recursos recebidos da Vale em decorrência do termo judicial de reparação de impactos socioeconômicos e ambientais relativos ao rompimento da barragem.
Além do repasse à UFMG, outros R$ 54,5 milhões, também originários desse acordo, estão sendo repassados a programas socioassistenciais e a instituições de saúde de Minas Gerais, com foco em ações de atendimento a pessoas pobres e carentes. São R$ 25 milhões para o Programa Rede Cuidar, R$ 10 milhões para o Programa Bolsa Reciclagem, R$ 9,5 milhões para o Hospital da Baleia, R$ 5 milhões para o Instituto Mário Penna e R$ 5 milhões para o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua (PopRua-MG).
Solidariedade e altivez
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida participou da solenidade juntamente com representantes das demais instituições e entidades contempladas com os recursos. Em nome da Universidade, Sandra prestou solidariedade a todos aqueles que perderam entes queridos para a pandemia, lembrou que a parceria entre ALMG e a Universidade é antiga e saudou os demais contemplados com os recursos. “Para a UFMG, é muito importante estar aqui hoje, ao lado de movimentos tão importantes da sociedade mineira. São movimentos de certa forma parceiros, também, da UFMG”, disse. “Essa Casa tem atuado com muita altivez, buscando atender aos anseios do povo mineiro, e está propiciando que todos nós possamos cumprir o nosso compromisso social. E isso nos enche de orgulho.”
A reitora insistiu que só é possível que a UFMG esteja hoje desenvolvendo uma das vacinas nacionais em estágio mais avançado “porque a ALMG reconhece o papel que a Universidade tem como instituição pública”. “Muitos pensam na UFMG apenas como o lugar onde as pessoas vão se formar. Contudo, a Universidade mostrou, com a colaboração desta Casa, que ela é muito mais que apenas um espaço de formação. Ela é uma instituição que cuida de pessoas. Cuida por meio da pesquisa e cuida por meio das ações sociais, que são os projetos de extensão universitária que apoiam as pessoas mais necessitadas do nosso estado”. Segundo ela, “ao mesmo tempo que este momento é triste, é também de grande esperança”, disse a reitora da UFMG, em referência ao avanço da vacinação no país e à perspectiva de instituições brasileiras produzirem imunizantes.
Por sua vez, o presidente da ALMG, Agostinho Patrus, lembrou o trabalho feito pelos deputados para que os recursos do acordo feito com a Vale pudessem ser destinados ao atendimento à população mais carente do estado. “Os termos do acordo não incluíram, na versão original, a definição de repasses diretos à assistência social. Coube a esta Casa reforçar o seu protagonismo e assegurar a destinação direta e desburocratizada dos recursos a ações que beneficiam diretamente a população mineira em situação de vulnerabilidade social”, disse.
“Estamos hoje dando continuidade ao esforço para garantir que esses recursos sejam destinados às áreas que mais precisam”, continuou o presidente da Assembleia. “Esses recursos são frutos colhidos da árvore de um acontecimento causado por ações e omissões irresponsáveis e irremissíveis. Quisera tivessem sido usados todos esses recursos em ações que pudessem ter evitado o crime que ocorreu em Brumadinho. Sabemos que qualquer reparação pecuniária será infinitamente menor que o valor da vida humana. A compensação é apenas um lenimento: insuficiente, mas necessário”, finalizou.
Fonte: Ewerton Martins Ribeiro (ufmg.br)
Notícias por categoria
Notícias anteriores
Comentários