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A reitora Sandra Regina Goulart Almeida e o professor Flávio Guimarães da Fonseca, do ICB, recebem nesta segunda-feira, dia 22, a Ordem do Mérito Legislativo, concedida pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Agraciada com o grau Grande Mérito, Sandra Goulart foi designada como oradora oficial da cerimônia, que será realizada no Palácio das Artes, no centro de Belo Horizonte, a partir das 17h, com transmissão da TV Assembleia, do Portal da Assembleia e do canal da ALMG no YouTube.
Um dos coordenadores do CTVacinas da UFMG, onde são desenvolvidos os estudos da vacina SpiN-TEC contra a covid-19, Flávio da Fonseca será agraciado por suas ações no enfrentamento da pandemia e de comunicação da ciência ao público. O tema da edição deste ano é Mineiras e mineiros na recuperação econômica e social do Estado no pós-pandemia, destacando a atuação das instituições unidas à sociedade, em prol da vida.
A medalha
Criada em 1982, a Ordem do Mérito Legislativo é concedida pela ALMG a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que tenham se destacado por iniciativas de relevância pública e de promoção da cidadania. Os agraciados são indicados pelo Conselho da Ordem do Mérito Legislativo, liderado pelo presidente da Assembleia, deputado Agostinho Patrus (PV). A condecoração é concedida nos graus Grande Mérito, Mérito Especial e Mérito.
Grande Mérito – Destinado a soberanos, chefes de Estado e de Governo, governadores, vice-governadores, presidente da ALMG, presidentes de órgãos de Justiça e do Legislativo estaduais e federais e outras personalidades de hierarquia equivalente.
Mérito Especial – Destinado aos membros da Mesa da Assembleia, a deputados estaduais, a secretários de Estado a senadores a deputados federais a ministros de tribunais superiores a presidentes de tribunais a desembargadores a oficiais generais a embaixadores a enviados extraordinários, a reitores de universidade a cientistas, entre outros.
Mérito – Destinado a cônsules, a magistrados, a membros do Ministério Público, a militares, a professores, a escritores, a funcionários públicos, a desportistas e a outras personalidades de hierarquia equivalente.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ALMG (ufmg.br)
O Dia da Consciência Negra é fundamental para evidenciar as desigualdades e violências contra a população negra ainda existentes em nossa sociedade. Para além de um momento festivo, a data proporciona a reflexão sobre o racismo e as suas implicações na atualidade.
Na manhã de ontem, a UFMG recebeu a primeira visita da cônsul geral dos Estados Unidos em Belo Horizonte, Katherine Earhart Ordoñez, que está na capital mineira há cerca de um ano. A Universidade mantém parceria de longa data com instituições norte-americanas e agora vislumbra a possibilidade criar novas formas de cooperação internacional, em projetos de cultura e pesquisa – em especial com o CTVacinas, que dará origem ao Centro Nacional de Vacinas, resultado de parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o governo de Minas Gerais.
Segundo a cônsul, que esteve acompanhada da representante do Departamento de Comércio da Embaixada e consulados dos Estados Unidos no Brasil, Vânia Resende, a primeira visita presencial a uma universidade teve várias motivações. “Uma delas é que a embaixada e o consulado têm muitos projetos em conjunto com a UFMG, como os convênios de cooperação internacional, o Centro de Estudos Norte-americanos, que fortalece os laços com professores, estudantes e pesquisadores, a Cátedra Fulbright e o escritório do Education USA, lançado neste ano”, enumerou.
A outra motivação, contou Katherine Ordoñez, foi conhecer pessoalmente os gestores e, especialmente, a professora da Faculdade de Farmácia e pesquisadora do CTVacinas Ana Paula Fernandes, uma das sete vencedoras do prêmio Mulheres brasileiras que fazem a diferença, edição 2021, concedido pelas representações diplomáticas dos Estados Unidos no Brasil.
Reconhecimento
A cônsul enfatizou a importância de se reconhecer o trabalho das cientistas, especialmente da área da saúde, e do esforço realizado por elas para promover a ciência e aumentar a capacidade de enfrentamento da covid-19. “Sabemos que a ciência é importante para a sociedade, mas, neste momento, todos nós esperávamos que o seu papel tivesse um impacto maior em nossas vidas. E a professora Ana Paula Fernandes se destacou pela liderança na promoção da ciência e da comunidade científica no assessoramento das políticas de saúde”, afirmou.
Ana Paula Fernandes, que também coordena a área de diagnóstico de covid-19 da Rede Vírus do MCTI, afirmou que “a visita da cônsul é muito importante, porque sinaliza para um grande potencial de cooperação do Centro Nacional de Vacinas com instituições de pesquisa dos Estados Unidos, o que inclui desde parcerias com empresas até a complementariedade de competências para a produção de vacinas, testes diagnósticos e fármacos”.
A professora aproveitou a ocasião para mostrar o certificado da premiação, que segundo ela “é motivo de muito orgulho, porque incentiva outras mulheres a enfrentar o ambiente da ciência, que é desafiante, mas muito compensador”.
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida, que recebeu a cônsul dos EUA na companhia do vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, do diretor de Relações Internacionais, Aziz Tuffi Saliba, e da diretora da Faculdade de Farmácia, Leiliane Coelho André, reafirmou a expectativa de que novas parcerias, inclusive na área da cultura, sejam efetivadas. Ela também aposta na participação da UFMG em diversos editais do governo norte-americano.
Após a visita à Reitoria, Katherine Ordoñez e Vânia Resende conheceram as instalações do CTVacinas, no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec), responsável pelo desenvolvimento da SpiN-TEC, vacina contra a covid-19.
Fonte: Teresa Sanches (ufmg.br)
O Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, foi uma data escolhida pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para reforçar a conscientização a respeito da doença, principalmente para evidenciar a importância da prevenção e oferecer alternativas para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes.
Até 1º de dezembro, a UFMG promove o Novembro Negro, evento que aproveita o mês da consciência negra para promover reflexões sobre racismo, inclusão e pertencimento. Neste ano, com o tema Vozes e corpos que se afirmam, a programação busca dar visibilidade à pluralidade presente na comunidade universitária e possibilitar a afirmação das identidades e das experiências, além de debater as condições de permanência dos estudantes no ensino superior, uma vez que esse aspecto é influenciado por questões étnicas, raciais, de gênero, sexualidade e de deficiência.
Segundo a diretora de Políticas e Ações Afirmativas da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da UFMG, Daniely Fleury, o tema deste ano foi uma construção coletiva. “A proposta era trazer um tema que reafirmasse, no panorama da universidade, as políticas afirmativas já existentes. O ano de 2021 representa um marco importante para repensarmos as ações afirmativas no Brasil, visto que celebramos 20 anos da III Conferência Mundial contra o Racismo promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Durban, na África do Sul. Foi a primeira vez que o Brasil pensou em medidas de reparação e superação do racismo”, explica.
A programação do evento, que teve sua primeira edição em 2018, está sendo construída de forma coletiva ao logo do mês. Qualquer pessoa da comunidade acadêmica, seja professor, aluno, servidor ou terceirizado, pode cadastrar atividades, no hotsite do evento: https://www.ufmg.br/novembronegro/cadastre-sua-atividade/ Atividades presenciais poderão ser sugeridas desde que seguidos os protocolos de segurança sanitária.
Até o momento, a programação conta com lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de conversas, shows e performances e apresentações artísticas, em parceria com a Diretoria de Ação Cultural (DAC). A novidade desta quarta edição é uma mostra de vídeos permanente e virtual, com conteúdos relacionados aos saberes tradicionais.
Interseção de identidades
“A mostra permite que sejam ampliadas as vozes de quilombolas e indígenas, que também integram o contexto das ações afirmativas. Quando falamos de vozes e corpos que se afirmam, estamos dando visibilidade, neste mês, à temática racial. Porém, no contexto de vozes presentes na UFMG, ressaltamos a necessidade de interseccionalizar raça, gênero e etnia. A temática racial leva em conta as relações das outras identidades que nos compõem. Eu, por exemplo, sou uma mulher e negra. Essas duas dimensões da minha identidade atuam juntas”, sugere Fleury.
Para Luiza Datas, estudante de Letras e membro do Coletivo Afronte! e do Movimento Negro da UFMG, o Novembro Negro possibilita que os estudantes reafirmem as suas histórias, além de ajudar na conquista de mais pessoas para a luta antirracista. “Desde a implementação das políticas de cotas, vemos mais negros ingressarem na UFMG, o que favorece o movimento negro educador, que é importante porque ajuda a universidade a lidar com esses alunos. Estamos vivendo uma crise social que afeta, em maior número, a população negra. Daí a importância de debatermos, durante todo o mês de novembro, a construção coletiva de uma universidade com práticas antirracistas”, conclui.
Veja a programação do Novembro Negro, disponível no hotsite do evento.
Fonte: Luana Macieira (ufmg.br)
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