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Na manhã de ontem, a UFMG recebeu a primeira visita da cônsul geral dos Estados Unidos em Belo Horizonte, Katherine Earhart Ordoñez, que está na capital mineira há cerca de um ano. A Universidade mantém parceria de longa data com instituições norte-americanas e agora vislumbra a possibilidade criar novas formas de cooperação internacional, em projetos de cultura e pesquisa – em especial com o CTVacinas, que dará origem ao Centro Nacional de Vacinas, resultado de parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o governo de Minas Gerais.
Segundo a cônsul, que esteve acompanhada da representante do Departamento de Comércio da Embaixada e consulados dos Estados Unidos no Brasil, Vânia Resende, a primeira visita presencial a uma universidade teve várias motivações. “Uma delas é que a embaixada e o consulado têm muitos projetos em conjunto com a UFMG, como os convênios de cooperação internacional, o Centro de Estudos Norte-americanos, que fortalece os laços com professores, estudantes e pesquisadores, a Cátedra Fulbright e o escritório do Education USA, lançado neste ano”, enumerou.
A outra motivação, contou Katherine Ordoñez, foi conhecer pessoalmente os gestores e, especialmente, a professora da Faculdade de Farmácia e pesquisadora do CTVacinas Ana Paula Fernandes, uma das sete vencedoras do prêmio Mulheres brasileiras que fazem a diferença, edição 2021, concedido pelas representações diplomáticas dos Estados Unidos no Brasil.
Reconhecimento
A cônsul enfatizou a importância de se reconhecer o trabalho das cientistas, especialmente da área da saúde, e do esforço realizado por elas para promover a ciência e aumentar a capacidade de enfrentamento da covid-19. “Sabemos que a ciência é importante para a sociedade, mas, neste momento, todos nós esperávamos que o seu papel tivesse um impacto maior em nossas vidas. E a professora Ana Paula Fernandes se destacou pela liderança na promoção da ciência e da comunidade científica no assessoramento das políticas de saúde”, afirmou.
Ana Paula Fernandes, que também coordena a área de diagnóstico de covid-19 da Rede Vírus do MCTI, afirmou que “a visita da cônsul é muito importante, porque sinaliza para um grande potencial de cooperação do Centro Nacional de Vacinas com instituições de pesquisa dos Estados Unidos, o que inclui desde parcerias com empresas até a complementariedade de competências para a produção de vacinas, testes diagnósticos e fármacos”.
A professora aproveitou a ocasião para mostrar o certificado da premiação, que segundo ela “é motivo de muito orgulho, porque incentiva outras mulheres a enfrentar o ambiente da ciência, que é desafiante, mas muito compensador”.
A reitora Sandra Regina Goulart Almeida, que recebeu a cônsul dos EUA na companhia do vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, do diretor de Relações Internacionais, Aziz Tuffi Saliba, e da diretora da Faculdade de Farmácia, Leiliane Coelho André, reafirmou a expectativa de que novas parcerias, inclusive na área da cultura, sejam efetivadas. Ela também aposta na participação da UFMG em diversos editais do governo norte-americano.
Após a visita à Reitoria, Katherine Ordoñez e Vânia Resende conheceram as instalações do CTVacinas, no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec), responsável pelo desenvolvimento da SpiN-TEC, vacina contra a covid-19.
Fonte: Teresa Sanches (ufmg.br)

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