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A ciência e as inovações tecnológicas contribuem para a qualidade de vida e o desenvolvimento. Por isso, é importante que os governantes façam investimentos continuados em políticas públicas destinadas a esses setores. A avaliação é de professores ouvidos pela TV UFMG em reportagem especial sobre a relação entre políticas públicas e ciência. Foram ouvidos a reitora Sandra Regina Goulart Almeida e os professores Ivan Beck Ckagnazaroff, do Departamento de Ciências Administrativas da Face, e José Ângelo, do Departamento de Ciência Política da Fafich.
Para Ckagnazaroff, o investimento em inovação está relacionado diretamente à visão estratégica de cada país. Os governos devem garantir recursos para a área e evidenciar que haverá estabilidade para a continuação das pesquisas, sem cortes ou contingenciamentos.
As universidades públicas são responsáveis por 95% das pesquisas realizadas no Brasil, destaca a reitora Sandra Goulart. Ela defende que o investimento em ciência e tecnologia, aplicado de forma continuada e sustentável, garante ao país independência e soberania no desenvolvimento de tecnologias. “A pesquisa começa e tem que ter um fomento para que ela possa ser continuada. É o caso das vacinas. Se não tivermos essa verba para a produção de vacinas, vamos continuar atrasados e dependendo da importação”, destaca.
De acordo com José Ângelo, quando são feitos cortes em modalidades como iniciação científica, pós-graduação e residências de pós-doutorado, o impacto negativo para a sociedade pode ser grande, mesmo que percebido apenas em longo prazo.
Fonte: ufmg.br

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