Get Adobe Flash player
Página 1 de 11

 

 

Realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG, no período de 11 a 21 de julho, o Festival de Inverno tem programação extensa que, além das oficinas e residências, inclui espetáculos teatrais, concertos, shows, palestras e a 1ª Jornada de Estudos sobre Patrimônio Cultural Imaterial. As atrações artísticas e culturais são gratuitas, com exceção de algumas sessões do Planetário, no Espaço do Conhecimento, a programação do Festival terá início em Tiradentes, no dia 11, e a abertura oficial será no domingo, 14 de julho, no Conservatório UFMG, com apresentação do Trio Corrente, grupo de música instrumental vencedor do Grammy. O evento será encerrado com atividades integradas à programação da Virada Cultural de BH, nos dias 20 e 21 de julho.

Estão abertas, no período de 28 de junho a 11 de julho, as inscrições para a edição 2019 do Festival de Inverno UFMG. O procedimento, para oficinas e residências artísticas, deve ser feito neste endereço: https://bit.ly/2Jag9Qc. A lista de ofertas pode ser acessada em https://bit.ly/2XgiTVM

Com eventos gratuitos e oficinas a preços populares, as atividades serão realizadas no Centro Cultural UFMG, Conservatório UFMG, Espaço do Conhecimento UFMG, Campus Pampulha e Campus Cultural UFMG em Tiradentes.

 

Participação propositiva
O tema do 51º Festival de Inverno UFMG foi inspirado nos debates recentes sobre patrimônio histórico, artístico, cultural e universitário, motivados tanto por catástrofes como os incêndios do Museu Nacional e do Museu da Língua Portuguesa quanto pelo questionamento de políticas públicas para o setor. “Nestes tempos em que a história parece ter entrado em transe, o Festival nos convida a tratar de um tema urgente: a memória. Ela será abordada por duplo viés: arte e patrimônio. Queremos participar dessa discussão de forma mais propositiva e positiva, trazendo visibilidade a projetos e a todo o trabalho que a UFMG vem desenvolvendo nessas áreas”, explica o professor Fernando Antonio Mencarelli, diretor de Ação Cultural da UFMG.

 

A inserção do Festival no debate sobre a memória na arte e no patrimônio ocorre de maneira direta, já que o evento acontece em um conjunto de bens tombados da Universidade, como as sedes do Centro Cultural, do Conservatório e o Espaço do Conhecimento, em Belo Horizonte, e os prédios do século 18 do Campus Cultural UFMG em Tiradentes. “Nossos espaços culturais potencializam a interação entre cidade e universidade, oferecendo-se como lugar de encontro, formação, aprendizagem pelas artes e culturas, compartilhamento da excelência artística”, comenta Mencarelli.

Deixe um comentário

Página 1 de 11
Notícias por categoria
Notícias anteriores
Comentários