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O  CNG/FASUBRA  reunido  na  tarde  do  dia  16  de  julho  avaliou  a  luz  dos últimos acontecimentos fez a seguinte avaliação:

01- Que a greve dos TAE´s já chega a pouco mais de um mês com um ritmo muito forte, com uma participação  ativa  da  base,  com  61  universidades  em  greve,  conseguindo  romper  o  bloqueio  da mídia e pressionando efetivamente o governo;

02- Que mesmo a postura do governo em não apresentar uma proposta para a nossa categoria e ainda  orientar  o  corte  de  ponto,  tais  medidas  não  fizeram  que  a  nossa  categoria  recuasse.  Pelo contrário, aumentou a disposição de luta;

03- Que as ações feitas tanto pelo CNG/FASUBRA, como pelos comandos locais de greve junto aos reitores, foram fundamentais para que os mesmos não acatarem até agora a orientação do MPOG de corte de ponto;

04- Que  a  proposta  apresentada  para  os  docentes  representa  uma  inflexão  por  parte  do  governo forçada pela pressão do movimento. Mas não é um recuo ingênuo, pois a proposta do governo aos docentes  tem  o  objetivo  de  dividir  um  movimento  que  vem  conseguido  construir  várias  ações unificadas,  ainda  que tenha  as  categorias  envolvidas  tenham  pautas  diferentes.  E  que  a  greve  na educação  federal  não  irá  terminar  se  o  governo  insistir  em  privilegiar  somente  uma categoria, excluindo outras…;

05- Que  não  está  dado  que  o  movimento  paredista  dos  professores  está  indo  para  a  resolução definitiva do conflito, visto que a proposta não tem agradado o conjunto do movimento docente;

06- Que  está  correto  construir  ações  e  atividades  unificadas  com  o  conjunto  das  categorias  da educação  federal (professores  e  estudantes),  que  essas  iniciativas  são  muito  importantes  para  o acúmulo  de  forças políticas e  que  seguiremos  construindo  tanto  nacionalmente  como  nos estados ações unificadas com as demais categorias do funcionalismo público federal;

07- Que  mesmo  construindo  ações  unificadas  com  o conjunto do  funcionalismo  a  FASUBRA  tem conseguido mostrar a sua cara e sua identidade própria. E as iniciativas que coloquem a greve da FASUBRA visível a sociedade e ao governo devem ser mantidas e fortalecidas;

08-  Que  é  preciso  intensificar  as  atividades  tanto  de  manifestações  de  rua  e  ações  mais contundentes,  bem  como  é  preciso seguir  dando  atenção  máxima  as  articulações  com  setores  do governo  e do parlamento que querem dialogar sobre nossa pauta;

09- Que  o  centro  das  ações  dessa  semana  será  a  caravana  a Brasília,  com  marcha  dia  18  e acampamento nos dias 18, 19 e 20. Todos a Brasília!

10- Que com apresentação de uma proposta ao ANDES, PROIFES e SINASEFE, o governo muda sua postura política de não receber e nem negociar com os movimentos grevistas (vide greve/2011). O CNG  avalia,  assim, que  houve um  certo avanço  na  posição política do governo, que, pressionado pelas greves no SPF, abre diálogo com um segmento das categorias em greve.

Com base nessa avaliação a FASUBRA orienta:

01- Reafirmar  a importância do  dia  18/07  como Dia  Nacional  de Luta  e  o  fortalecimento  das caravanas com acampamento, precisamos do maior número de TAE´s em Brasília. As entidades que ainda não informaram o número de caravaneiros e se vão ou não ficar para o acampamento;

02- Que  nesse período  de  julho  onde há  recesso  no  parlamento  que  os  comandos locais  de greve organizem  o  ”  CAÇA  DILMA”,  fazendo  atos  e  mobilizações  de  rua  perseguindo  a  agenda  da Presidenta. Neste sentido,  é  importante  procurar  os  parlamentares  nos  seus  estados  para  buscar apoio a nossa greve;

03- Construir um compromisso junto ao ANDES-SN e SINASEFE, para que todas as entidades que estiverem  em  negociação  possam  buscar  pressionar  o  governo  da importância  dos  Técnico- Administrativos  para  o  Ensino,  Pesquisa  e  Extensão  exigindo  que  o  governo  negocie  e  atenda  a pauta dos TAE´s;

04- Que o CNG/FASUBRA faça uma atividade no Senado (para o mês de agosto) buscando o apoio dos parlamentares, nos moldes das atividades que foram feitas na Câmara dos Deputados.

05- Cobrar da ANDIFES que pressione o governo a abrir negociações com os Téc. Administrativos, deixando claro que o conflito nas universidades não se resolve negociando só com um segmento dos trabalhadores;

06- Que o CNG/FASUBRA recepcione os reitores na reunião que está marcada com o MEC, nesse dia 17/07  as  15h,  no prédio do  Ministério  da  Educação,  convidando  os  reitores  a  assinar  um  abaixo assinado de apoio a nossa greve e pela abertura das negociações.Fonte:Fasubra-18/07/12

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