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A Previdência Social brasileira completa 99 anos hoje, dia 24 de janeiro, data em que também é celebrado o Dia Nacional do Aposentado, criado pela Lei 6.926/81. A primeira lei brasileira criada como sendo de previdência foi o Decreto Legislativo 4.682/1923, conhecido como Lei Elói Chaves — deputado que elaborou o projeto.
A Assufemg parabeniza os aposentados (as) servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, aposentados, pensionistas, e também aos futuros aposentados, trabalhadores que contribuíram e contribuem durante um longo período de sua vida para dar uma vida digna e confortável para si e suas famílias.
Considerada um dos maiores programas de redistribuição de renda no Brasil e até do mundo, nos últimos anos a Previdência Social vem sendo atacada por governos com projetos reformistas que não priorizam a população. O tratamento dispensado pelos governos aos trabalhadores dos setores público e privado nas reformas da Previdência e Trabalhista confirmam isso. Sendo assim, embora tenham todo o direito de desfrutar a tranquilidade, afastam o senso comum de que todo trabalhador aposentado é inativo.
Nunca é demais ressaltar que aposentadoria é um direito de quem trabalha, para assegurar dignidade e tranquilidade na idade madura. A Previdência Social é uma maneira de garantir aos segurados várias formas de proteção na velhice e na incapacidade para o trabalho.
Neste dia 24 de janeiro, dedicado aos aposentados e à Previdência Social, a Assufemg reafirma a importância dos que contribuíram para que este sistema seja justo e que contribua para que os aposentados tenham uma vida longa e digna!
Márcio Flávio dos Reis
Presidente da Assufemg
Diretoria Executiva da Assufemg
Em reunião na tarde desta quarta-feira, dia 19, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a decisão de regulamentar o uso do autoteste para o diagnóstico da covid-19 no Brasil. Trata-se do método de diagnóstico que pode ser realizado pelo paciente, sem a necessidade de um técnico especializado. O paciente coleta a própria amostra e, seguindo as instruções do fabricante, interpreta o resultado em casa, o que proporciona mais praticidade e agilidade na identificação da presença do Sars-CoV-2 no organismo.
O autoteste já é utilizado em vários países da Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, onde o método integra a estratégia de controle da pandemia e é vendido em farmácias ou distribuído pelos sistemas públicos de saúde. No Brasil, com o aumento dos casos de covid-19 provocado pela variante ômicron e a necessidade de mais testes de diagnóstico da doença, o autoteste poderá contribuir com o combate ao coronavírus, afirma a professora Ana Paula Fernandes, do Departamento de Análises Clínica e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia da UFMG e uma das coordenadoras do CTVacinas.
Ana Paula integra grupo de pesquisa formado pela UFMG, Instituto Butantã, Universidade de São Paulo (USP), Fundação Ezequiel Dias (Funed) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que está realizando os trabalhos de adaptação de um teste de diagnóstico, já desenvolvido pelos pesquisadores, para transformá-lo em um autoteste. Esse teste já existente, que será adaptado para virar autoteste, está na fase de validação e transferência.“É um processo relativamente simples que nos possibilitará contar com uma ferramenta mais acessível e com diagnóstico mais rápido para a covid-19. O resultado sairia mais rápido, ajudando a diminuir a transmissão do vírus”, explica a professora, que coordena a área de diagnóstico de covid-19 da Rede Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
Coleta e detecção
A professora da UFMG explica que o teste utiliza secreções coletadas do nariz e da garganta. Depois da coleta, o teste consegue detectar proteínas do coronavírus em apenas 15 minutos. “Desde o início da pandemia, vínhamos trabalhando no desenvolvimento de testes com tecnologias e insumos nacionais. Ainda não pensávamos em um autoteste porque esse tipo de diagnóstico ainda não é autorizado no Brasil. Com essa possível mudança de cenário, avaliamos que é importante direcionar esforços também nesta direção para que o país conte com mais opções de diagnóstico”, defende Fernandes.
Como os testes feitos em laboratórios privados e farmácias custam, em média, R$ 150, a pesquisadora acredita que um autoteste desenvolvido e produzido no país vai favorecer o diagnóstico de mais pessoas. “O autoteste será mais barato, e isso é importante para que mais pessoas tenham acesso a ele. Uma pessoa que se testa e constata que está com covid-19 pode se isolar e, assim, barrar a cadeia de transmissão do vírus”, justifica Ana Paula Fernandes.
Fonte: Luana Macieira (ufmg.br)
Desde março de 2020, a professora Cristina Alvim e os demais integrantes do Comitê da UFMG de Enfrentamento do Novo Coronavírus têm sido indagados sobre quando a vida voltará ao “normal”. Quase dois anos depois, ainda não há resposta definitiva para essa pergunta, mas são fortes os indícios de que 2022 é o ano em que o mundo tomará consciência de que o novo coronavírus veio mesmo para ficar. “Devemos decidir como conviveremos com a covid-19, e isso não significa ignorá-la”, resume a professora, coordenadora do comitê e assessora da Reitoria para a área de saúde.
Apesar da recente explosão de casos provocada pela variante ômicron, mais transmissível, mas aparentemente menos letal, Cristina Alvim revela um otimismo cauteloso. “Para 2022, as perspectivas são boas no sentido de que aumentaremos nossas defesas contra a pandemia por meio de novas vacinas e medicamentos antivirais”, justifica ela, nesta entrevista ao Portal UFMG.
É nesse contexto que a UFMG ingressou, neste mês, na etapa 3 do seu Plano para o retorno presencial, que prevê a realização de atividades sem limite de teto de ocupação dos seus espaços físicos. Na entrevista, a coordenadora do comitê também descreve a lógica que moveu o trabalho de combate à pandemia na UFMG e as principais diretrizes que nortearam a elaboração do plano de retorno e de suas atualizações.
Em um cenário de vacinação avançada e de “descolamento entre incidência e gravidade” de casos de covid-19, ela explica que a ideia de retrocesso no plano de retorno (no sentido de volta de etapas) não é mais adequada ao atual cenário, mas prevê movimentos de idas e vindas, avanços e recuos, caracterizados por “suspensões temporárias de atividades presenciais em decorrência do monitoramento de casos”. No entanto, medidas preventivas, como uso de máscaras de boa qualidade, distanciamento, higienização e ventilação de ambientes, permanecerão no horizonte durante muito tempo.
Leia a íntegra da entrevista com a professora Cristina Alvim no site da UFMG: https://ufmg.br/…/devemos-decidir-como-conviveremos-com…
Fonte: ufmg.br
Em relação ao recente questionamento do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quanto à vacinação de crianças de 05 a 11 anos, no qual pergunta: “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, o Diretor Presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, responde:
Senhor Presidente, como Oficial General da Marinha do Brasil, servi ao meu país por 32 anos. Pautei minha vida pessoal em austeridade e honra. Honra à minha família que, com dificuldades de todo o tipo, permitiram que eu tivesse acesso à melhor educação possível, para o único filho de uma auxiliar de enfermagem e um ferroviário.
Como médico, Senhor Presidente, procurei manter a razão à frente do sentimento. Mas sofri a cada perda, lamentei cada fracasso, e fiz questão de ser eu mesmo, o portador das piores notícias, quando a morte tomou de mim um paciente.
Como cristão, Senhor Presidente, busquei cumprir os mandamentos, mesmo tendo eu abraçado a carreira das armas. Nunca levantei falso testemunho.
Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter.
Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar.
Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate.
Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente.
Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário.
Antonio Barra Torres
Diretor Presidente – Anvisa
Contra-Almirante RM1 Médico
Marinha do Brasil
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